O legal da vida é que ela é diferente de um monte de dominós lado-a-lado, você pode dar o primeiro passo, mas até dar o último, pode ter mudado quantas vezes julgasse necessário.
Hoje eu tive um sonho, e eu sabia, que ele, apesar de sonho era real. Pude sentir por cada passo que dava. Aquele lugar era tão grande, tão cheio de coisas, e por mais que eu me surpreendesse, parecia que a cada passo algo novo poderia me surpreender ainda mais.
Eu percorri corredores extensos , neles, haviam fotos de momentos dos quais eu me recordava. " Olhe só! O último verão... A viagem que fiz com as... Hey! Olhe só: a última ceia de natal com a família." Havia fotos que me faziam pular de intensidade. " Oh, meu Deus! Não acredito que seja aquele final de semana incrível!" Pois é, as coisas naquele corredor eram muito comuns à minha memória. Dei vários passos, via muitas fotos e me intriguei pelo fato de haver tantas fotos em momentos que eu nunca havia tirado aquelas fotos, a não ser outras... Mas aquelas... Aquelas eram diferentes. Eu me via tão feliz naquelas fotos. Em certas, nem ao menos me reconheci.
O lugar era cheio de portas. Quando resolvi abrir a porta número três, as coisas pareciam muito infantis lá dentro. Bichinhos de pelucia, brinquedos de fazer barulho, um berço, e ,dentro dele alguém dormia. Tentei não fazer muito barulho. Pisei em um patinho barulhento. Quanto medo me deu de incomodar aquela pessoinha no berço. Mais à frente, vi um teclado pequeno e vermelho. Me espantei ao me lembrar de que, quando bebê, eu tinha um idêntico àquele. A bebezinha no berço dormia tão suavemente... Eu a observava atrás da grade de proteção do berço. Resolvi tocar uma música, que aprendi nas últimas aulas de teclado. Era The day perfect of my life... Me senti tão bem naquela situação. A bebê, tão serena ao dormir, gostou do que eu tocava ( era o que parecia). Ela era tão semelhante a mim; quase tive a certeza de que éramos realmente a mesma pessoa.
Na porta de número 7 havia uma fresta de luz entre um espaço meio aberto. Resolvi entrar ( 7 é um número de sorte!). Lá era tudo iluminado. Fui parar onde nunca pensei estar novamente. Era a casa onde cresci até minha juventude. Ah, quantas lembranças! Daz vezes em que bati tambor invantando letras de músicas, imitando artistas famosos, montando casas de bonecas, nanando bonecas, escrevendo em diários, marcando altura na parede, assaltando a geladeira de madrugada, jogando videogame e jogos de montar... Meu Deus! Foram tantas as vezes que pisei descalça naquele piso, furei dedo, machuquei joelho. E para completar, a vez em que resolvi colocar meu brinquedos à venda para pode fugir de casa... Quando tranquei a chave dentro de casa e não consegui entrar...
A casa estava vazia, batia um sol do momento da tarde que eu mais gostava. Um gato perambulava pelos corredores, um pássaro assoviava na gaiola e um cachorro brincava com uma bolinha. Eu os conhecia. Conhecia aquele lugar; senti um arrepio. Senti saudade de muitas coisas. Então, sentei, abracei minha almofada preferida e sorri, e chorei.
Percorri portas incríveis, algumas estavam totalmente vazias. Vi momentos da escola, as gargalhadas com os amigos, as inusitadas cenas que só se viam lá, no meio daquelas pessoas... Senti muita saudade. Me lembrei das vezes em que deixei de fazer algo que devia ter feito e acabei me arrependendo sem ter como voltar atrás. Mas eu sabia que tudo havia valido a pena. Eu sabia que as alegrias que eu vivi foram capazes de superar as coisas que perdi. A vida se encarregou de desenhar cada detalhe, de escrever tudo de volta, sem borrachas...
Finalmente cheguei em portas, que abriram minha memória para a tensão passada antes do vestibular, a alegria em ter passado no mesmo e a empolgação pelo o que viria pela frente: o cinema, os amigos que me fizeram muito feliz, e tantas outras coisas... Pois é, eu tinha visto toda a minha vida. Portas que me levavam a momentos de extrema felicidade até momentos em que eu fui extremamente triste. Ah... outras vezes eu até mesmo ri da minha própria cara.
Na penúltima porta eu vi a última vez que estive com as pessoas eu eu realmente amava. Fazia tanto tempo... Tive vontade de abracá-las, de trazê-las pra perto de mim de uma forma que eu sentisse o perfume de cada um mim, para sempre. Não consegui. Não consegui abraçá-los. Não consegui dizer o quanto os amava, e o mais estranho era que eu necessitava muito disso e não sabia o porque, nem ao menos o que fazia naquele lugar.
O que eu sei, é, que, nunca mais acordei daquele sonho e nunca mais voltei àquele lugar espetacular. Vi toda minha vida e senti uma vontade tamanha de não ter mais que não voltar, mas era tarde. As pessoas que amo... As coisas que vivi... Fiquei tão feliz por ter tido tudo isso, e mesmo com lágrimas nos olhos, eu segui em frente.
Antes de fechar a última porta, pensei nas que estavam vazias e foi nessa hora que meu coração sentiu-se acelerado: havia coisas em minha vida, que eu tive anos para preencher, para fazer alguém feliz, para mudar um habito e fazer renovações... Tive tanto tempo, e se eu tivesse dado mais importância, talvez essas portas me levariam a lugares cheios e saudosos. Mas não. Eu não preenchi aqueles espaços em minha vida e agora eu precisava ir, não dava mais tempo, uma luz no fim do corredor atravessava uma porta e eu precisava alcança-la. Era hora de conhecer outras portas, de preencher novos caminhos que eu mal sabia quais eram, e o que mais me importava agora não era para onde eu ia e com quem estaria, mas sim, com quem estive, onde estive e onde deixei de estar.
É por isso que erramos muitas vezes na vida; por não preenchermos espaços, por termos tanto medo, tanto conformismo, tanta vontade de adiar cada passo. E depois... Bem, depois... Pode ser que haja saudade, mas não dá para saber o que há depois da luz, atrás da porta... Construa seu ateliê de sonhos da uma maneira que possa sorrir na maioria das vezes ao vê-lo, construa-o com o coração até que ele esteja completo.
Entendendo nosso mundo de estações
Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.
Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.
Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!
E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.
Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.
Um mundo de estações.
Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!
.
Bárbara Sodré
Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.
Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!
E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.
Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.
Um mundo de estações.
Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!
Digite um texto ou endereço de um site ou traduza um documento.
traduzido automaticamente pelo Google
Alpha
Bárbara Sodré
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Um tchau
E ai, gente! Como vão as coisas, queridos leitores/membros? Espero que estejam bem.
Vocês devem estar achando estranho eu estar escrevendo assim,só apareço aqui com texto e poema, a gente nunca bate-papo.
Eu estou aqui porque já é mais de uma hora da manhã e eu estou: estudando inglês, falando com uma amiga, escutando o CD do Legião Urbana e perambulando pelos blogs que eu sigo. Algumas coisas interessantes: um dos blogs vai dizer qual o feminino de pastor-alemão... Pastor-almeão fêmea? Vamos ver, né? Outro tem os poemas do último sarau literário...
Bem, eu parei o último conto(Um amor no fim do mundo); falta de motivação, apesar de que tem uma pessoa que me pediu desesperadamente que eu termine logo o "livro", porque ela quer ler... Estou esperando minha máquina de escrever. Algumas frases, textos... Depois eu coloco aqui. Às vezes eu acho que esse blog não vai "vingar" nunca. Portanto, meus amigos, vou demorar um pouco para voltar a postar. É bom vir aqui, mas já virou um monólogo. : // Estou bem decepcionada com o caminho disso tudo; deixa quieto então... Daqui a pouco eu dou uma de inconstante e volto aqui com um texto bem como os dos últimos tempos.
Beijinhos pra todos que estão vendo ( se tiver alguém).
Vocês devem estar achando estranho eu estar escrevendo assim,só apareço aqui com texto e poema, a gente nunca bate-papo.
Eu estou aqui porque já é mais de uma hora da manhã e eu estou: estudando inglês, falando com uma amiga, escutando o CD do Legião Urbana e perambulando pelos blogs que eu sigo. Algumas coisas interessantes: um dos blogs vai dizer qual o feminino de pastor-alemão... Pastor-almeão fêmea? Vamos ver, né? Outro tem os poemas do último sarau literário...
Bem, eu parei o último conto(Um amor no fim do mundo); falta de motivação, apesar de que tem uma pessoa que me pediu desesperadamente que eu termine logo o "livro", porque ela quer ler... Estou esperando minha máquina de escrever. Algumas frases, textos... Depois eu coloco aqui. Às vezes eu acho que esse blog não vai "vingar" nunca. Portanto, meus amigos, vou demorar um pouco para voltar a postar. É bom vir aqui, mas já virou um monólogo. : // Estou bem decepcionada com o caminho disso tudo; deixa quieto então... Daqui a pouco eu dou uma de inconstante e volto aqui com um texto bem como os dos últimos tempos.
Beijinhos pra todos que estão vendo ( se tiver alguém).
sábado, 4 de setembro de 2010
Mais um retirado do baú e direto para os achados e perdidos.
Eu quero sentir sua força de amigo
Eu quero que vivas aventuras de monte comigo.
Eu quero o seu sorriso brilhante
Seus conselhos valor diamante!
Eu quero tua voz de força
Mais puro abraço nos momnetos de fracaço.
Eu quero sentir a sintonia que a vida nos deu.
Eu quero, agora, sair por aí correndo
Eu quero meu amigo ao meu lado correndo ou caindo.
Eu quero os mais fortes conselhos de amor.
Eu quero o meu amigo comigo, seja onde for.
E a noite tomando um po de leite,
olhando as estrelas da janela a conversar.
Eu quero meu amigo, um irmão para aconselhar.
Eu quero você meu amigo
Lhe aconselhar nos maiores perigos.
Em fim, eu quero você para sempre meu amigo.
Simplesmente desta forma: seus defeitos, meus defeitos
e troca de qualidades.
Momentos de diversão que trazem saudade.
Para sempre amigos!
30-12-08
Bárbara Sodré
Eu quero que vivas aventuras de monte comigo.
Eu quero o seu sorriso brilhante
Seus conselhos valor diamante!
Eu quero tua voz de força
Mais puro abraço nos momnetos de fracaço.
Eu quero sentir a sintonia que a vida nos deu.
Eu quero, agora, sair por aí correndo
Eu quero meu amigo ao meu lado correndo ou caindo.
Eu quero os mais fortes conselhos de amor.
Eu quero o meu amigo comigo, seja onde for.
E a noite tomando um po de leite,
olhando as estrelas da janela a conversar.
Eu quero meu amigo, um irmão para aconselhar.
Eu quero você meu amigo
Lhe aconselhar nos maiores perigos.
Em fim, eu quero você para sempre meu amigo.
Simplesmente desta forma: seus defeitos, meus defeitos
e troca de qualidades.
Momentos de diversão que trazem saudade.
Para sempre amigos!
30-12-08
Bárbara Sodré
Achados e perdidos
Esse poema eu tirei do baú... Ele faz parte dos achados e perdidos.
Apesar de não estarmos em época natalina eu resolvi postar.
É natal, um momneto especial
Sinto a alegria de uma criança
Sinto em meu coração um pingo de esperança
Paz... Toque o sino pequenino
É natal, um momento especial
A magia está no ar e contagia meu mundo com um modo de olhar.
Toque o sino pequeno, nasceu Jesus menino.
É natal, um momento especial.
24/12/08
Bárbara SOdré
Apesar de não estarmos em época natalina eu resolvi postar.
É natal, um momneto especial
Sinto a alegria de uma criança
Sinto em meu coração um pingo de esperança
Paz... Toque o sino pequenino
É natal, um momento especial
A magia está no ar e contagia meu mundo com um modo de olhar.
Toque o sino pequeno, nasceu Jesus menino.
É natal, um momento especial.
24/12/08
Bárbara SOdré
sábado, 21 de agosto de 2010
A CANECA DO ESCRITOR
O escritor é aquela pessoa que, sendo famosa ou pouco conhecida, algum dia será lembrada por sua manifestação silenciosa e mística pela vida, que é a escrita.
Ele vai contornar céus a fora em busca de apenas quem ele é, sem tirar nem por. Ele será lembrado por suas palavras, por suas idéias que um dia foram transcritas para uma folha, e hoje, são passadas de geração por geração. E assim sempre será. Desde a Grécia Antiga até os tempos modernos.
Cada escritor, tem aquela mania gostosa de ser um escritor. Ser um escritor é um mito. É fazer parte de um grupo onde há diferenças, ma sonde todos gostam do que fazem. E dentro das particularidades do profissional da escrita, vemos uma xícara com algo dentro, uma mesa cheia de papéis e uma gaveta, um computador ou uma máquina de escrever. Vemos um ambiente totalmente misterioso dentro de sua própria facilidade para ser compreendido. Dentro de esferas invisíveis, porém totalmente perceptíveis aos sensíveis.
A caneca do escritor sempre está cheia, carrega seus momentos como um amigo sempre ao lado, a caneca do escritor traz um gosto bom, guarda um liquido mágico, que dá forças, que esquenta quando tudo está congelando e tirando todo o entusiasmo de continuar, e que acorda... Acorda para um novo dia. A caneca do escritor faz parte de sua intelectualidade, não está no papel, mas faz parte de toda e uma eterna trajetória. A caneca do escritor as vezes fica pela metade, e resta saber: meio cheia ou meio vazia? E agora? Agora ele vai lá e escreve, então descobre que quanto mais bebe naquela caneca mais ela enche, e enche, enche...
É impressionante a voracidade com que a caneca nunca esvazia, Por mais que a vida termine, a caneca sempre permanecerá cheia. Essa é a caneca do escritor! Ela carrega segredos que nem ao menos o escritor é capaz de entender, ele apenas sente, e sentir basta para escrever.
Escrever é nos dar a oportunidade de relatarmos aos outros o que temos. E o que temos não precisa necessariamente existir. Simplesmente temos. Escrever é isso. Não há avareza, não há egoísmo. Eu te dou o que é meu e recebo algo
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Eu sei que as coisas correm simplesmente; a vida anda como um trilho de trem, segue... simplesmente segue. A vida é tão deslumbrante. Esqueça as vezes que teve que chorar, ou os dias que recebeu uma notícia ruim, as vezes que não soube ser melhor. Esqueça os arrependimentos, as culpas, as mágoas e tudo aquilo que, algum dia, não fez bem para sua vida.
Lembre-se dos momentos em que sorriu de verdade, em que sentiu na alma que aquele momento seria inesquecível, lembre-se deles como se estivesse vivendo-os agora. Sem pressa. Lembre-se das viagens de férias que hoje estão gravadas em fotos que revelam alegria e felicidade. Momentos bons aqueles, não foi? Lembrar pode doer, já que a gente sabe que tudo acontece uma única vez na vida, nos mínimos detalhes.
Talvez tudo isso, todas as alegrias, todos os dias de passeios, risos e amizades sejam suficientes para esquecer e para fazer-se superior sobre tudo o que um dia doeu. Mesmo não querendo me intrometer, quero e vou dizer: não é relembrando momentos velhos e bons que, se esconde uma dor, a vida não funciona tipo " esconde-esconde", um dia ruim só é superado quando você consegue fazer melhor amanhã. E por mais que você esteja bem, acredite, ainda dá para fazer melhor amanhã. O melhor não limita-se, ser melhor é simplesmente inovar a cada dia, de uma forma cada vez mais desancada e criativa.
Não omprometa-se a nada, não cobre nada dos outros e de si mesmo. A vida traz muitas supresas, e os melhores dias de nossas vidas são aqueles em que fomos capazes de transformar oi simples Bom dia, em um milagre de vida. Acredite! Os problemas não são suficientes para serem um problema em nossa vida, eles são o que nos faz crescer e você smepre terá força para ir cada vez mais alto.
Lembre-se dos momentos em que sorriu de verdade, em que sentiu na alma que aquele momento seria inesquecível, lembre-se deles como se estivesse vivendo-os agora. Sem pressa. Lembre-se das viagens de férias que hoje estão gravadas em fotos que revelam alegria e felicidade. Momentos bons aqueles, não foi? Lembrar pode doer, já que a gente sabe que tudo acontece uma única vez na vida, nos mínimos detalhes.
Talvez tudo isso, todas as alegrias, todos os dias de passeios, risos e amizades sejam suficientes para esquecer e para fazer-se superior sobre tudo o que um dia doeu. Mesmo não querendo me intrometer, quero e vou dizer: não é relembrando momentos velhos e bons que, se esconde uma dor, a vida não funciona tipo " esconde-esconde", um dia ruim só é superado quando você consegue fazer melhor amanhã. E por mais que você esteja bem, acredite, ainda dá para fazer melhor amanhã. O melhor não limita-se, ser melhor é simplesmente inovar a cada dia, de uma forma cada vez mais desancada e criativa.
Não omprometa-se a nada, não cobre nada dos outros e de si mesmo. A vida traz muitas supresas, e os melhores dias de nossas vidas são aqueles em que fomos capazes de transformar oi simples Bom dia, em um milagre de vida. Acredite! Os problemas não são suficientes para serem um problema em nossa vida, eles são o que nos faz crescer e você smepre terá força para ir cada vez mais alto.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Trabalho das oficinas
A notícia abaixo foi criada na Ofina Pedagógica, com orientação da professora Cláudia, e trabalhamos com notícias jornalísticas... É importante ressaltar que a notícia é ficticia, então é só imaginar. Boa leitura!
IRMÃO MAIS VELHO MATA CAÇULA
Polícia averigua detalhes a ocorridos no caso e afirma haver muita coisa a ser descoberta
Ontem, a cidade de Espirberg, no interior de São Paulo, presenciou um assassinato em família. "Pedro, o irmão mais velho, sempre pareceu um precioso irmão. Felipe Monteiro, o pequeno ingênuo era cheio de carisma" Segundo familiares dos dois irmãos.
De acordo com testemunhas e os primeiros laudas da polícia, os pais dos garotos haviam viajado. " O silêncio predominava na casa, o que era muito estranho. O tempo era frio e gelado..." Disse um vizinho.
O policial supôs: " Estamos averiguando o caso: pode ter havido uma discussão entre Pedro Monteiro e sua namorada, o que o irritou. Ela testemunhará na quarta-feira".
Felipe Monteiro tomava café numa xícara, provavelmente com açúçar, pois havia muito dele pelo chão. Havia paçocas junto à xícara e ao açúcar.
" Eu rejeitei sua gorjeta, pois desconfiei de tanto dinheiro". Contou o taxista que deixou Pedro Monteiro em sua casa.
Depois disso, supõem-se que Pedro tenha pegado uma barra de aço e torturado o irmão. A perícia confirmouque o menino foi morto lentamente. Rastros de sangue pelo chão mostram que depois de matar o caçula, Pedro arrastou seu corpo até um pequeno açude e o jogou debaixo de uma ponte.
" Ouvi gritos na casa e achei estranho. Fui até lá e perguntei ao Pedro se estava tudo bem. Ele parecia estranho, me xingou de velha. Sua linguagem estava abaixo de chulo. Seu deboche foi e é indecente" , relata a vzinha dos irmãos. João Castro, morador antigo do bairro, achou o corpo do menino na manhã seguinte. "A cabeça do caçula tinha muitos cortes e o sangue estava espalhado por todos os cantos".
A polícia descarta qualquer outra hipótese. " Isso seria tolice. Vamos proceder sem esboços", afirma o delegado do caso.
Pedro Monteiro fez exames clínicos e apresentou problema psíquicos. Ele é um jovem psicopata, com maestria na profissão de matar. Ele exigiu um cheque dos pais de vinte mil por mês, enquanto fica no hospíco. " Seu jeito agora é nojento." disse o pai. "Serei vigilante nas orações" disse a mãe. Os dois estão abalados. Porém, cederam algumas palavras à imprensa.
Espilberg virou uma bagunça depois do ocorrido.
A casa foi fechada pela família Monteiro. " O pequeno lipe cheio de vida, agora não está mais entre nós, sua missão acabou" lamenta a mãe.
A polícia irá averiguar a origem do dinheiro que Pedro quis dar ao taxista. O jovem nada revelou. Há muita coisa nesse caso, além do que a polícia já sabe. É por isso que a investigação prosseguirá.
Lembrando que a notícia retrata um quadro fictício.
IRMÃO MAIS VELHO MATA CAÇULA
Polícia averigua detalhes a ocorridos no caso e afirma haver muita coisa a ser descoberta
Ontem, a cidade de Espirberg, no interior de São Paulo, presenciou um assassinato em família. "Pedro, o irmão mais velho, sempre pareceu um precioso irmão. Felipe Monteiro, o pequeno ingênuo era cheio de carisma" Segundo familiares dos dois irmãos.
De acordo com testemunhas e os primeiros laudas da polícia, os pais dos garotos haviam viajado. " O silêncio predominava na casa, o que era muito estranho. O tempo era frio e gelado..." Disse um vizinho.
O policial supôs: " Estamos averiguando o caso: pode ter havido uma discussão entre Pedro Monteiro e sua namorada, o que o irritou. Ela testemunhará na quarta-feira".
Felipe Monteiro tomava café numa xícara, provavelmente com açúçar, pois havia muito dele pelo chão. Havia paçocas junto à xícara e ao açúcar.
" Eu rejeitei sua gorjeta, pois desconfiei de tanto dinheiro". Contou o taxista que deixou Pedro Monteiro em sua casa.
Depois disso, supõem-se que Pedro tenha pegado uma barra de aço e torturado o irmão. A perícia confirmouque o menino foi morto lentamente. Rastros de sangue pelo chão mostram que depois de matar o caçula, Pedro arrastou seu corpo até um pequeno açude e o jogou debaixo de uma ponte.
" Ouvi gritos na casa e achei estranho. Fui até lá e perguntei ao Pedro se estava tudo bem. Ele parecia estranho, me xingou de velha. Sua linguagem estava abaixo de chulo. Seu deboche foi e é indecente" , relata a vzinha dos irmãos. João Castro, morador antigo do bairro, achou o corpo do menino na manhã seguinte. "A cabeça do caçula tinha muitos cortes e o sangue estava espalhado por todos os cantos".
A polícia descarta qualquer outra hipótese. " Isso seria tolice. Vamos proceder sem esboços", afirma o delegado do caso.
Pedro Monteiro fez exames clínicos e apresentou problema psíquicos. Ele é um jovem psicopata, com maestria na profissão de matar. Ele exigiu um cheque dos pais de vinte mil por mês, enquanto fica no hospíco. " Seu jeito agora é nojento." disse o pai. "Serei vigilante nas orações" disse a mãe. Os dois estão abalados. Porém, cederam algumas palavras à imprensa.
Espilberg virou uma bagunça depois do ocorrido.
A casa foi fechada pela família Monteiro. " O pequeno lipe cheio de vida, agora não está mais entre nós, sua missão acabou" lamenta a mãe.
A polícia irá averiguar a origem do dinheiro que Pedro quis dar ao taxista. O jovem nada revelou. Há muita coisa nesse caso, além do que a polícia já sabe. É por isso que a investigação prosseguirá.
Lembrando que a notícia retrata um quadro fictício.
Assinar:
Postagens (Atom)



