Entendendo nosso mundo de estações

Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.

Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.

Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!















E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.

Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.

Um mundo de estações.














Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!

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Bárbara Sodré





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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Por um mundo mais digno


Não deveria ser tão complicado, ou difícil de entender, mas os políticos ordinários enganam a você. Hei! Eu sei, enganam a mim também. Não coloquem votos nas urnas e saiam às ruas e gritem por justiça, gritem por vitórias, e derrotas de quem está no poder.
  Poder ordinário, sacana e ladrão, roubou nosso dinheiro pra por no mensalão.
Jogaram fora a cultura, desvalorizaram nossas raízes e plantaram "diretrizes" no sistema, inventaram mais roubos e aumentaram poluição; esqueceram dos meus filhos esse bando de ladrão! Enganaram os ingênuos e prometeram aos que têm fome, investiram em escritórios para estimular corrupção. Nossas escolas estão podres, iguais ao coração de quem se esqueceu que ainda há vida nos becos e favelas, valores nas pessoas e suas mentes mais singelas.
  Se esqueceram, ou procuraram não saber, desrespeitaram aos outros, julgaram-se melhor do que eu e você. Comentaram sobre aumentos e disseram melhorias, sorriram aos pobres em campanhas eleitorais, me fizeram acreditar... e de bobos só meus pais, que foram lá votar.
  E a moralidade; direitos e valores... Quiseram meu dinheiro e perderam a decência, esqueceram-se de que político de verdade luta pela carência: carência de amor, carência de fome, de amigos; busca por sonhos que parecem nunca chegar. Mas eles chegam! Resta acreditar.
  E aos que têm fome, frio e solidão, estendemos nossas mãos e demos nossos corações, corrigindo o erro de darmos nosso voto em eleição.

Bárbara Sodré

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