Entendendo nosso mundo de estações
Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.
Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.
Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!
E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.
Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.
Um mundo de estações.
Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!
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Bárbara Sodré
Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.
Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!
E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.
Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.
Um mundo de estações.
Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!
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Bárbara Sodré
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Salamaleico
Eu não sei exatamente o que dizer, ou, se dizer alguma coisa... Mas eu precisava vir aqui e escrever sobre o ato covarde e mortal, que aconteceu no Rio de Janeiro, no dia 7 de abril.
Não é a primeira vez que acontece um desastre como esse, onde, um ser humano é capaz de cometer atos totalmente primitivos, desumanos e covardes... Porém, o Brasil nunca teve um massacre em uma escola que resultasse em tanto sofrimento... Como os que acontecem em uma quantidade considerável nos EUA, por exemplo. Mas, no último dia 7/abril, enquanto tomávamos um café, conversávamos com um amigo ou simplesmente andávamos por ai... 12 adolescentes eram mortos brutalmente por um assassino que não possuía, se me permitem dizer, escrúpulo algum para possuir dignidade de um convívio normal com os demais.
Wellington Oliveira, era um psicopata que, sem alteração nenhuma do seu estado de personalidade corriqueiro, entrou na escola em que estudou e executou um massacre a sangue-frio... Segundo ele, era para vingar os maus-tratos dos colegas na época de escola...
Wellington tirou a vida de 12 adolescentes que acabavam de chegar à sala de aula. Ele atirou a sangue-frio e aleatoriamente, causou a dor em várias famílias, provocou ódio e indignação em diversas partes do mundo, movimentou e partiu corações de amigos e familiares... Fez chorar até mesmo aqueles que nunca conheceram os doze jovens... Então, para comprovar seu ato de covardia, suicidou-se no fim do atentado.
A mídia está divulgando bastante informações sobre o massacre que já entrou para a historia do Brasil e do mundo; conseqüentemente, do Rio de Janeiro, que, espero eu, supere essa lembrança triste. Umas delas diz que, Wellington era muito tímido e anti-social e surgiu até uma informação dizendo que ele planejava um atentado ao Cristo Redentor, no Rio.
O que poderia ser um dia normal na vida daquele jovens transformou-se em um pesadelo. E para doze deles, em o último momento de vida. Bianca Rocha Tavares, uma das vítimas mortas na última quinta, de treze anos, ao ver que o atirador apontou a arma para a amiga, jogou-se na frente, sofrendo um tiro na cabeça. A amiga fingiu-se de morta para não virar novamente alvo do psicopata. Outro ato de heroísmo foi o professor de geografia, que imediatamente orientou seus 40 alunos em sala a deitarem-se no chão e segurou a porta com cerca de quarenta cadeiras e carteiras, salvando a vida de seus alunos, evitando uma calamidade pior ainda. A esses, que tiveram seus atos de heroísmos, minha total admiração pela coragem e bravura.... Acima de tudo, pelo amor. À Bianca, só posso desejar que esteja bem onde quer que esteja... A ela e aos seus onze colegas, minhas orações... Meu minuto de silêncio. Não há como descrever o que se sente ao lembrar dessa história.
Quero pedir pela paz. Sei que se fala muito disso, mas é hora de começar a colocar em prática. É hora de evitar, de prevenir, de movimentar-se, de entender porque se fala tanto e ainda acontece tanto... Não sei o que se passa e, muito menos, como e porque se passa tanta maldade na mente de algumas pessoas... O mundo foi feito para que vivêssemos em paz, em comum respeito e fraternidade. Nós não precisamos doar bens para fazer o bem. Precisamos viver o bem. Precisamos amar mais.
Wellington, é bom lembrar, sofreu bullying quando adolescente. Talvez você já conheça esse termo, que, está em inglês, e, quer dizer intimidar, provocar, agredir moral ou psicologicamente. Muitos como ele, que, também sofreram esse ato de humilhação na escola, já foram autores de massacres do tipo... O Bullying não justifica nada e só gera conseqüências em dimensões piores. É claro, que isso não justifica o que o Monstro do dia 7 de Abril/2011, cometeu, porém, explica, em partes, sua personalidade, isolamento e revolta.
Serve de alerta a todos nós, que não queremos ver a cena repetir-se novamente, que não façamos o bulying; não sejamos omissos ou indiferentes ao vê-lo acontecer, que o estanquemos e que divulguemos mais coragem, amor e respeito ás diferenças. Não quero mais ver violência ou atentados... Não quero viver em um mundo onde matar é comum, onde é preciso viver cercado por grades e escoltas, porque não é seguro viver ali. Eu sei que podemos fazer a diferença; podemos mudar o cenário mundial e prolongar a paz.
Às famílias das vítimas, que aceitem meus pesares, minha dor... Que sintam-se abraçados, confortados. Tenham força e rezem sempre por seus pequenos... Eles estão bem, acreditem!
Vamos dizer não à violência. Ódio só gera ódio e baseia-se na ausência do amor. Por isso, incentivemos o amor e, consequentemente, que o amor aconteça. Que a paz prevaleça e que todas as lágrimas, hoje, derramadas pelos os que foram injustamente, sejam transformadas em rios de amor, que nos levantem! Estou indignada, estou emocionada pelo o que aconteceu. Infelizmente o Massacre de Realengo entra para história mundial, entre os 10 piores massacres em escola, do mundo. Não há nada que justifique o ódio, não há nada que supere a força de cometer o bem.
O homem tem o poder em suas mãos, é ele quem decide o que vai fazer e é ele quem colhe as conseqüências do que se fez. A paz é um caminho e não o local fixo, é preciso percorrer o caminho. Ela não vem pronta. Ela se faz, se constrói. E para promovê-la não é preciso pensar tão longe, como o que você pode fazer para mudar a guerra que está acontecendo do outro lado do planeta... Mas você pode começar pela sala de aula, pelo trabalho, pela família... Comece com a paz em pequenas porções e logo você terá muito mais do que se imaginava ter...
Salamaleico!
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