Entendendo nosso mundo de estações

Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.

Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.

Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!















E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.

Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.

Um mundo de estações.














Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!

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Bárbara Sodré





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sábado, 21 de agosto de 2010

A CANECA DO ESCRITOR




  O escritor é aquela pessoa que, sendo famosa ou pouco conhecida, algum dia será lembrada por sua manifestação silenciosa e mística pela vida, que é a escrita.
 Ele vai contornar céus a fora em busca de apenas quem ele é, sem tirar nem por. Ele será lembrado por suas palavras, por suas idéias que um dia foram transcritas para uma folha, e hoje, são passadas de geração por geração. E assim sempre será. Desde a Grécia Antiga até os tempos modernos.
   Cada escritor, tem aquela mania gostosa de ser um escritor. Ser um escritor é um mito. É fazer parte de um grupo onde há diferenças, ma sonde todos gostam do que fazem. E dentro das particularidades do profissional da escrita, vemos uma xícara com algo dentro, uma mesa cheia de papéis e uma gaveta, um computador ou uma máquina de escrever. Vemos um ambiente totalmente misterioso dentro de sua própria facilidade para ser compreendido. Dentro de esferas invisíveis, porém totalmente perceptíveis aos sensíveis.
   A caneca do escritor sempre está cheia, carrega seus momentos como um amigo sempre ao lado, a caneca do escritor traz um gosto bom, guarda um liquido mágico, que dá forças, que esquenta quando tudo está congelando e tirando todo o entusiasmo de continuar, e que acorda... Acorda para um novo dia. A caneca do escritor faz parte de sua intelectualidade, não está no papel, mas faz parte de toda e uma eterna trajetória. A caneca do escritor as vezes fica pela metade, e resta saber: meio cheia ou meio vazia? E agora? Agora ele vai lá e escreve, então descobre que quanto mais bebe naquela caneca mais ela enche, e enche, enche...
  É impressionante a voracidade com que a caneca nunca esvazia, Por mais que a vida termine, a caneca sempre permanecerá cheia.  Essa é a caneca do escritor! Ela carrega segredos que nem ao menos o escritor é capaz de entender, ele apenas sente, e sentir basta para escrever.
  Escrever é nos dar a oportunidade de relatarmos aos outros o que temos. E o que temos não precisa necessariamente existir. Simplesmente temos. Escrever é isso. Não há avareza, não há egoísmo. Eu te dou o que é meu e recebo algo em dobro. Essa é a caneca do escritor.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Eu sei que as coisas correm simplesmente; a vida anda como um trilho de trem, segue... simplesmente segue. A vida é tão deslumbrante. Esqueça as vezes que teve que chorar, ou os dias que recebeu uma notícia ruim, as vezes que não soube ser melhor. Esqueça os arrependimentos, as culpas, as mágoas e tudo aquilo que, algum dia, não fez bem para sua vida.
Lembre-se dos momentos em que sorriu de verdade, em que sentiu na alma que aquele momento seria inesquecível, lembre-se deles como se estivesse vivendo-os agora. Sem pressa. Lembre-se das viagens de férias que hoje estão gravadas em fotos que revelam alegria e felicidade. Momentos bons aqueles, não foi? Lembrar pode doer, já que a gente sabe que tudo acontece uma única vez na vida, nos mínimos detalhes.
Talvez tudo isso, todas as alegrias, todos os dias de passeios, risos e amizades sejam suficientes para esquecer e para fazer-se superior sobre tudo o que um dia doeu. Mesmo não querendo me intrometer, quero e vou dizer: não é relembrando momentos velhos e bons que, se esconde uma dor, a vida não funciona tipo " esconde-esconde", um dia ruim só é superado quando você consegue fazer melhor amanhã. E por mais que você esteja bem, acredite, ainda dá para fazer melhor amanhã. O melhor não limita-se, ser melhor é simplesmente inovar a cada dia, de uma forma cada vez mais desancada e criativa.
Não omprometa-se a nada, não cobre nada dos outros e de si mesmo. A vida traz muitas supresas, e os melhores dias de nossas vidas são aqueles em que fomos capazes de transformar oi simples Bom dia, em um milagre de vida. Acredite! Os problemas não são suficientes para serem um problema em nossa vida, eles são o que nos faz crescer e você smepre terá força para ir cada vez mais alto.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Trabalho das oficinas

 A notícia abaixo foi criada na Ofina Pedagógica, com orientação da professora Cláudia, e trabalhamos com notícias jornalísticas...  É importante ressaltar que a notícia é ficticia, então é só imaginar. Boa leitura!

                         IRMÃO MAIS VELHO MATA CAÇULA

             Polícia averigua detalhes a ocorridos no caso e afirma haver muita coisa a ser descoberta




   Ontem, a cidade de Espirberg, no interior de São Paulo, presenciou um assassinato em família. "Pedro, o irmão mais velho, sempre pareceu um precioso irmão. Felipe Monteiro, o pequeno ingênuo era cheio de carisma" Segundo familiares dos dois irmãos.
   De acordo com testemunhas e os primeiros laudas da polícia, os pais  dos garotos haviam viajado. " O silêncio predominava na casa, o que era muito estranho. O tempo era frio e gelado..."  Disse um vizinho.
   O policial supôs: " Estamos averiguando o caso: pode ter havido uma discussão entre Pedro Monteiro e sua namorada, o que o irritou. Ela testemunhará na quarta-feira".
  Felipe Monteiro tomava café numa xícara, provavelmente com açúçar, pois havia muito dele pelo chão. Havia paçocas junto à xícara e ao açúcar.
   " Eu rejeitei sua gorjeta, pois desconfiei de tanto dinheiro". Contou o taxista que deixou Pedro Monteiro em sua casa.
   Depois disso, supõem-se que Pedro tenha pegado uma barra de aço e torturado o irmão. A perícia confirmouque o menino foi morto lentamente. Rastros de sangue pelo chão mostram que depois de matar o caçula, Pedro arrastou seu corpo até um pequeno açude e o jogou debaixo de uma ponte.
  " Ouvi gritos na casa e achei estranho. Fui até lá e perguntei ao Pedro se estava tudo bem. Ele parecia estranho, me xingou de velha. Sua linguagem estava abaixo  de chulo. Seu deboche foi e é indecente" , relata a vzinha dos irmãos. João Castro, morador antigo do bairro, achou o corpo do menino na manhã seguinte. "A cabeça do caçula tinha muitos cortes e o sangue estava espalhado por todos os cantos".
   A polícia descarta qualquer outra hipótese. " Isso seria tolice. Vamos proceder sem esboços", afirma o delegado do caso. 
   Pedro Monteiro fez exames clínicos e apresentou problema psíquicos. Ele é um jovem psicopata, com maestria na profissão de matar. Ele exigiu um cheque dos pais de vinte mil por mês, enquanto fica no hospíco. " Seu jeito agora é nojento." disse o pai. "Serei vigilante nas orações" disse a mãe. Os dois estão abalados. Porém, cederam algumas palavras à imprensa.
  Espilberg virou uma bagunça depois do ocorrido.
  A casa foi fechada pela família Monteiro. " O pequeno lipe cheio de vida, agora não está mais entre nós, sua missão acabou" lamenta a mãe.
   A polícia irá averiguar a origem do dinheiro que Pedro quis dar ao taxista. O jovem nada revelou. Há muita coisa nesse caso, além do que a polícia já sabe. É por isso que a investigação prosseguirá.




  Lembrando que  a notícia retrata um quadro fictício. 

Poema escrito para um trabalho de história


Roubaram uma cultura, desvalorizaram um povo, desfizeram famílias....
E como se não bastasse, os vendaram feito mercadorias.
 Não apenas enganaram um povo,
 retiraram de suas mãos o direito autônomo sobre sua cultura.
Nos dias difíceis que vieram, souberam como ninguém apreciar a lua, o sol, o mar, o vento e a chuva. Sofreram com injustiças, apanharam e foram mortos, muitos jogados ao mar, como animais sem alma, imprestáveis com prazo de utilidade.


 Que triste! Retiraram de seus lares, arrancaram-nos de suas terras,
 Os nativos encantados, mal podiam imaginar, que aquela chegada de gente “branca”, muita coisa iria mudar.


E meio a uma longa viagem, viu-se ali o que até hoje podemos provar:
Negros sujos, escravos suados, quase mortos de tanto sofrer, deitados em chão imundo, sem comida digna para comer, maltratados como bichos, sendo que nada tinham feito. E mesmo que tivesse algum erro cometido, que ser humano merece ser exposto a tão grande perigo injusto e maldoso? Tudo isso, apenas por ouro e riquezas.


Levados em correntes pesadas, mulheres sem roupa, sem nada, crianças perdendo da vida o melhor: o sonho, a infância e o amor. Homens desacreditados, feridos e maltratados, meio a tanto horror. 
 Uma raça ferida eternamente por caminhos sangrentos, por injustiças penosas, preconceitos que permanecem até hoje... Perderam muitos... Perderam seus ideais.

 Chegando em terra, poderiam acreditar que, depois de uma viagem triste, onde tantos corpos foram jogados ao mar, algo poderia melhorar. Mas, aconteceu o pior, foram vendidos como mercadorias, trocados como objetos, separados de suas famílias, sem amor, identidade e afeto.

Daí em diante, nosso país foi construído por suas mãos,  meio a tanta escravidão, devemos algo a eles.
Hoje, a sociedade, uma parte que luta por eles, outra parte sem face, sem dignidade, sem cultura e sem inteligência, que teima proceder com preconceito, ignora-os, não olha nos olhos dos negros.

 Fixa na mente, a tão estúpida idéia que negro é “preto”, é suado, calejado e não merece respeito. A esses, meus pêsames; dormiram nas aulas de história, não ouviram falar dos navios negreiros, da história do negro, que pode ter sido suado, calejado e queimado pelo sol,mas,tudo isso, foi por trabalho, humildade.
Pescados pelo “anzol” do homem branco, que chegou em suas terras lhes tentando um sonho inalcançável, esperanças de promessas que nunca chegaram.

Mesmo em tanto sofrimento, não desistiram de cantar, lutaram para manter viva a chama de suas terras locais, lutaram acreditando na dança, no canto, deixando heranças culturais, de bom coração.

E aos preconceituosos, saibam que todo brasileiro que vive hoje, vive por que há muitos anos, certos negros (suados, calejados e queimados), trabalharam em solo nosso e construíram com humildade, esperança e muita força o que hoje aqui temos. Cuidaram do nosso solo, então por que agora, não lutemos por eles?

 BS

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Correção

 Vieram falar comigo sobre a frase: " Decidam-se, não há como existir vida após a morte, ou você morre ou você continua vivendo."  E o que contestaram sobre a interpretação da frase, foi o seguinte: disseram que eu estou dizendo nela que, não existe vida após a morte e que não acredito na doutrina que sigo... Enfim... que somos imortais etc.
   Eu concordei com as observações feitas. Isso é muito importante. Eu quis dizer com a frase o quanto eu acho errado chamarem a "morte' de "morte"! Penso que quando a vida térrea termina, não denomina-se morte, denomina-se uma passagem para uma outra vida. Se chamamos isso de morte, devemos repensar ou nas nossas convicções ou em nossa expressão, se é morte, não há vida depois, se há vida depois, não chamem de morte.   
  Espero que tenham me entendido agora, desculpem se causei alguma confusão. Hehe.
   Valeu pelos toques!

terça-feira, 10 de agosto de 2010


Esqueça o eterno: há coisas que duram uma eternidade e terminam muito rápido.

 B.S