Entendendo nosso mundo de estações

Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.

Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.

Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!















E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.

Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.

Um mundo de estações.














Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!

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Bárbara Sodré





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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Correção

 Vieram falar comigo sobre a frase: " Decidam-se, não há como existir vida após a morte, ou você morre ou você continua vivendo."  E o que contestaram sobre a interpretação da frase, foi o seguinte: disseram que eu estou dizendo nela que, não existe vida após a morte e que não acredito na doutrina que sigo... Enfim... que somos imortais etc.
   Eu concordei com as observações feitas. Isso é muito importante. Eu quis dizer com a frase o quanto eu acho errado chamarem a "morte' de "morte"! Penso que quando a vida térrea termina, não denomina-se morte, denomina-se uma passagem para uma outra vida. Se chamamos isso de morte, devemos repensar ou nas nossas convicções ou em nossa expressão, se é morte, não há vida depois, se há vida depois, não chamem de morte.   
  Espero que tenham me entendido agora, desculpem se causei alguma confusão. Hehe.
   Valeu pelos toques!

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