Poema escrito para um trabalho de história
Roubaram uma cultura, desvalorizaram um povo, desfizeram famílias....
E como se não bastasse, os vendaram feito mercadorias.
Não apenas enganaram um povo,
retiraram de suas mãos o direito autônomo sobre sua cultura.
Nos dias difíceis que vieram, souberam como ninguém apreciar a lua, o sol, o mar, o vento e a chuva. Sofreram com injustiças, apanharam e foram mortos, muitos jogados ao mar, como animais sem alma, imprestáveis com prazo de utilidade.
E como se não bastasse, os vendaram feito mercadorias.
Não apenas enganaram um povo,
retiraram de suas mãos o direito autônomo sobre sua cultura.
Nos dias difíceis que vieram, souberam como ninguém apreciar a lua, o sol, o mar, o vento e a chuva. Sofreram com injustiças, apanharam e foram mortos, muitos jogados ao mar, como animais sem alma, imprestáveis com prazo de utilidade.
Que triste! Retiraram de seus lares, arrancaram-nos de suas terras,
Os nativos encantados, mal podiam imaginar, que aquela chegada de gente “branca”, muita coisa iria mudar.
E meio a uma longa viagem, viu-se ali o que até hoje podemos provar:
Negros sujos, escravos suados, quase mortos de tanto sofrer, deitados em chão imundo, sem comida digna para comer, maltratados como bichos, sendo que nada tinham feito. E mesmo que tivesse algum erro cometido, que ser humano merece ser exposto a tão grande perigo injusto e maldoso? Tudo isso, apenas por ouro e riquezas.
Levados em correntes pesadas, mulheres sem roupa, sem nada, crianças perdendo da vida o melhor: o sonho, a infância e o amor. Homens desacreditados, feridos e maltratados, meio a tanto horror.
Uma raça ferida eternamente por caminhos sangrentos, por injustiças penosas, preconceitos que permanecem até hoje... Perderam muitos... Perderam seus ideais.
Chegando em terra, poderiam acreditar que, depois de uma viagem triste, onde tantos corpos foram jogados ao mar, algo poderia melhorar. Mas, aconteceu o pior, foram vendidos como mercadorias, trocados como objetos, separados de suas famílias, sem amor, identidade e afeto.
Daí em diante, nosso país foi construído por suas mãos, meio a tanta escravidão, devemos algo a eles.
Hoje, a sociedade, uma parte que luta por eles, outra parte sem face, sem dignidade, sem cultura e sem inteligência, que teima proceder com preconceito, ignora-os, não olha nos olhos dos negros.
Fixa na mente, a tão estúpida idéia que negro é “preto”, é suado, calejado e não merece respeito. A esses, meus pêsames; dormiram nas aulas de história, não ouviram falar dos navios negreiros, da história do negro, que pode ter sido suado, calejado e queimado pelo sol,mas,tudo isso, foi por trabalho, humildade.
Pescados pelo “anzol” do homem branco, que chegou em suas terras lhes tentando um sonho inalcançável, esperanças de promessas que nunca chegaram.
Mesmo em tanto sofrimento, não desistiram de cantar, lutaram para manter viva a chama de suas terras locais, lutaram acreditando na dança, no canto, deixando heranças culturais, de bom coração.
E aos preconceituosos, saibam que todo brasileiro que vive hoje, vive por que há muitos anos, certos negros (suados, calejados e queimados), trabalharam em solo nosso e construíram com humildade, esperança e muita força o que hoje aqui temos. Cuidaram do nosso solo, então por que agora, não lutemos por eles?
BS
Os nativos encantados, mal podiam imaginar, que aquela chegada de gente “branca”, muita coisa iria mudar.
E meio a uma longa viagem, viu-se ali o que até hoje podemos provar:
Negros sujos, escravos suados, quase mortos de tanto sofrer, deitados em chão imundo, sem comida digna para comer, maltratados como bichos, sendo que nada tinham feito. E mesmo que tivesse algum erro cometido, que ser humano merece ser exposto a tão grande perigo injusto e maldoso? Tudo isso, apenas por ouro e riquezas.
Levados em correntes pesadas, mulheres sem roupa, sem nada, crianças perdendo da vida o melhor: o sonho, a infância e o amor. Homens desacreditados, feridos e maltratados, meio a tanto horror.
Uma raça ferida eternamente por caminhos sangrentos, por injustiças penosas, preconceitos que permanecem até hoje... Perderam muitos... Perderam seus ideais.
Chegando em terra, poderiam acreditar que, depois de uma viagem triste, onde tantos corpos foram jogados ao mar, algo poderia melhorar. Mas, aconteceu o pior, foram vendidos como mercadorias, trocados como objetos, separados de suas famílias, sem amor, identidade e afeto.
Daí em diante, nosso país foi construído por suas mãos, meio a tanta escravidão, devemos algo a eles.
Hoje, a sociedade, uma parte que luta por eles, outra parte sem face, sem dignidade, sem cultura e sem inteligência, que teima proceder com preconceito, ignora-os, não olha nos olhos dos negros.
Fixa na mente, a tão estúpida idéia que negro é “preto”, é suado, calejado e não merece respeito. A esses, meus pêsames; dormiram nas aulas de história, não ouviram falar dos navios negreiros, da história do negro, que pode ter sido suado, calejado e queimado pelo sol,mas,tudo isso, foi por trabalho, humildade.
Pescados pelo “anzol” do homem branco, que chegou em suas terras lhes tentando um sonho inalcançável, esperanças de promessas que nunca chegaram.
Mesmo em tanto sofrimento, não desistiram de cantar, lutaram para manter viva a chama de suas terras locais, lutaram acreditando na dança, no canto, deixando heranças culturais, de bom coração.
E aos preconceituosos, saibam que todo brasileiro que vive hoje, vive por que há muitos anos, certos negros (suados, calejados e queimados), trabalharam em solo nosso e construíram com humildade, esperança e muita força o que hoje aqui temos. Cuidaram do nosso solo, então por que agora, não lutemos por eles?
BS
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