Entendendo nosso mundo de estações

Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.

Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.

Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!















E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.

Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.

Um mundo de estações.














Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!

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Bárbara Sodré





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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Trabalho das oficinas

 A notícia abaixo foi criada na Ofina Pedagógica, com orientação da professora Cláudia, e trabalhamos com notícias jornalísticas...  É importante ressaltar que a notícia é ficticia, então é só imaginar. Boa leitura!

                         IRMÃO MAIS VELHO MATA CAÇULA

             Polícia averigua detalhes a ocorridos no caso e afirma haver muita coisa a ser descoberta




   Ontem, a cidade de Espirberg, no interior de São Paulo, presenciou um assassinato em família. "Pedro, o irmão mais velho, sempre pareceu um precioso irmão. Felipe Monteiro, o pequeno ingênuo era cheio de carisma" Segundo familiares dos dois irmãos.
   De acordo com testemunhas e os primeiros laudas da polícia, os pais  dos garotos haviam viajado. " O silêncio predominava na casa, o que era muito estranho. O tempo era frio e gelado..."  Disse um vizinho.
   O policial supôs: " Estamos averiguando o caso: pode ter havido uma discussão entre Pedro Monteiro e sua namorada, o que o irritou. Ela testemunhará na quarta-feira".
  Felipe Monteiro tomava café numa xícara, provavelmente com açúçar, pois havia muito dele pelo chão. Havia paçocas junto à xícara e ao açúcar.
   " Eu rejeitei sua gorjeta, pois desconfiei de tanto dinheiro". Contou o taxista que deixou Pedro Monteiro em sua casa.
   Depois disso, supõem-se que Pedro tenha pegado uma barra de aço e torturado o irmão. A perícia confirmouque o menino foi morto lentamente. Rastros de sangue pelo chão mostram que depois de matar o caçula, Pedro arrastou seu corpo até um pequeno açude e o jogou debaixo de uma ponte.
  " Ouvi gritos na casa e achei estranho. Fui até lá e perguntei ao Pedro se estava tudo bem. Ele parecia estranho, me xingou de velha. Sua linguagem estava abaixo  de chulo. Seu deboche foi e é indecente" , relata a vzinha dos irmãos. João Castro, morador antigo do bairro, achou o corpo do menino na manhã seguinte. "A cabeça do caçula tinha muitos cortes e o sangue estava espalhado por todos os cantos".
   A polícia descarta qualquer outra hipótese. " Isso seria tolice. Vamos proceder sem esboços", afirma o delegado do caso. 
   Pedro Monteiro fez exames clínicos e apresentou problema psíquicos. Ele é um jovem psicopata, com maestria na profissão de matar. Ele exigiu um cheque dos pais de vinte mil por mês, enquanto fica no hospíco. " Seu jeito agora é nojento." disse o pai. "Serei vigilante nas orações" disse a mãe. Os dois estão abalados. Porém, cederam algumas palavras à imprensa.
  Espilberg virou uma bagunça depois do ocorrido.
  A casa foi fechada pela família Monteiro. " O pequeno lipe cheio de vida, agora não está mais entre nós, sua missão acabou" lamenta a mãe.
   A polícia irá averiguar a origem do dinheiro que Pedro quis dar ao taxista. O jovem nada revelou. Há muita coisa nesse caso, além do que a polícia já sabe. É por isso que a investigação prosseguirá.




  Lembrando que  a notícia retrata um quadro fictício. 

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