Você pode pensar que "Um amor no fim do mundo" seja um livro como qualquer outro que nem muito sucesso fez, ou, pode até pensar que é um daqueles livros que tem tudo para dar certo. E é claro, o que você pensa é muito importante, afinal é você, leitor, quem decide o futuro de uma nova obra. Porém, antes do pensamento do leitor vem o pensamento do escritor, pois se ele não pensar de uma forma criativa e agradável o leitor não pensará desta forma. Ou você pode achar subjetivo. Realmente, é muito subjetivo. Vai depender de cada um, ao ler o livro, o que irá pensar.
Quando escrevi essa história pensei de um modo como sempre muito difícil de explicar. Uma coisa eu garanto, fiz pensando em fugir da realidade e entrar no mundo dos meus personagens. O que mais quero agora é ter vivido com eles tudo o que eles passaram. E você, leitor, está afim de viver lá também? Tenho certeza que você somente irá se divertir. É impossivel sair machucado, basta mergulhar e não é preciso saber nadar. Aqui, nesse grande rio você pode até falar sem afogar! Aqui, você só pode sair encantado, se sair como entrou, com certeza é por que nunca entrou.
O primeiro capítulo chama-se Inicio, mas isso não quer dizer que tudo tenha começado ali, afinal a vida é um grande mistério,a gente nunca sabe quando algo realmente começou. E outra, o título início é pela minha falta de imaginação. É incrível como eu tenho uma extensa inspiração para contar a história e uma migalha para dar-lhe um titulo à sua primeira parte.
Preciso ir caro leitor, nos vemos lá, no grande rio.
A autora, Bárbara Sodré
Início
“Tenho andado desconte e as ruas já não servem mais
tenho entrado em vilarejos estranhos até demais!
Aqui parece tudo tão diferente, as ruas são cheias de gente, e a solidão está presente em seus corações, e eles tentam disfarçar o inevitável.
Que coisa lamentável é a vida para esses seres.”
Christine Mengallyie, 1922 Estados Unidos da América
- Turma, fiquei muito chateado com o resultado da prova de vocês no último mês. E hoje, faremos uma revisão muito importante, e como temos três tempos, no segundo tempo vocês farão um avaliativo surpresa. – disse Magdo, o professor de língua inglesa dos nonos anos, no Elite Institution Magian Collory, um colégio localizado em Flórida, EUA .
- Ah, não pode ser professor! Libera a gente e pronto! – berrou Peter Mackter , o estudante mais garanhão do colégio. Era muito difícil Peter se meter em brigas com os colegas, a escola inteira era amiga de Peter, principalmente as meninas, com exceção de Christine que dizia detestar o jeito popular e metido de Peter. O garoto sempre achou Christine estranha e afastada, só foram amigos até os cinco anos de idade.
- Que garoto idiota! Se acha o dono da escola só porque seu pai é um cara famoso e sua mãe uma dondóquinha. Não sei como conseguem gostar dele! – Christine comentou com a amiga Tereza Huffes que sentava a sua frente desde a quarta série quando chegou da Rússia, onde nasceu.
- Se quer saber, também acho que devemos ser liberados dessa prova! Onde já se viu, pagamos para ser torturados? – Christine ficou quieta e olhou para amiga com um olhar contraditório ao que ela disse.
- Pagamos para estar aqui, e se não fomos bem na prova que paguemos as conseqüências.
- Você diz isso porque adora contradizer o Peter (risos) – disse a amiga à gargalhadas. O professor Magdo a olhou, espantado, e antes que desse tempo de aplicar um castigo pela interrupção, o sinal para a próxima aula tocou. Triiiiiiiiiim!
Os alunos se levantaram e começaram a jogar conversa fora, de repente o gordinho Alex Viazzer apareceu na porta gritando:
- Lá vem a Dóriiiiiiiiiiiiiiiiiiii!! - todos se sentaram rapidamente, de repente uma mulher com uma touca na cabeça e saias até os joelhos, cabelo preso e uma grande pinta no rosto entrou com seus materiais na mão, os jogou contudo sobre a mesa, não se ouvia nem a respiração dos alunos, até que a professora de Ciências disse:
- Abram o livro na página 55. Alex Viazzer...
- Sim professora.
- Quero que leia para mim e seus colegas a página indicada.
- Sim senhora! – respondeu o aluno.
Depois de ler o texto que falava sobre átomos e moléculas, Alex ficou em silêncio esperando como sempre que Dóri dissesse algo.
- Por favor, senhor Viazzer, diga-me: o que você entendeu desse texto?
Alex ficou quieto alguns instantes pensando no que diria, ele estava com uma tremenda vontade de ir ao banheiro e não conseguiu prestar atenção no texto. Enfiava as mãos por entre as pernas e foi ficando vermelho.
- Sobre ciência professora.
- Sério senhor Viazzer? – perguntou Dóri com ar doce e calmo. Mas todos sabem que Dóri sabe muito bem como interpretar e ser boa nisso. De repente sua expressão boazinha logo se desfez em sarcasmo:
- Não me diga! Se você não me contasse eu poderia pensar que fosse sobre língua inglesa ou quem sabe até, música, afinal, não está na aula de Ciências, e isso tudo aqui é um sonho senhor Alex Viazzer!
- Desculpe... – disse o garoto tremendo.
- Desculpas é o que você irá dizer ao diretor depois dessa aula.
- Não. Por favor, professora Dóri, eu prometo que faço um relatório imenso sobre esse texto. Tudo, menos me levar para a sala do senhor Mackful.
Dóri puxo Alex pelo braço para levá-lo até a sala do diretor, mas enquanto saia da sala com o menino toda a turma começou a dar gargalhadas. Dóri virou furiosa e gritou perguntando:
- O que foi seus dementes? – Todos apontavam para as calças de Alex e o menino estava ainda mais vermelho e suas calças molhadas.
- Oh meu Deus! – gritou Dóri. – Vá se limpar! – continuou. E todos riram da cara da professora que estava horrorizada como se nunca tivesse visto calças molhadas antes.
Logo depois da aula da professora Dóri, Christine, Tereza e Jennie,amiga das meninas, dirigiam-se até o refeitório.
- Coitado do Alex. – disse Jennie.
- Concordo. – concordou Christine. E Tereza disse:
- Me disseram que o Peter já resolveu com o diretor e o Alex foi para casa com os pais.
- O Peter é muito maneiro!
- Maneiro Jennie? O garoto é um mimado!
- Chris! Por que tanta raiva dele?Oras, ele faz umas coisas legais, não custa reconhecer.
Peter vinha andando em direção as meninas pelo corredor, com seus cabelos castanhos ao vento e seus olhos escuros. Tereza e Jennie se fixaram nele sorrindo,. Encantadas! Christine não se conteve e disse:
- Será que vocês não têm olhos pra mais ninguém? Que merda de fixação! – as amigas disseram oi para Peter e Christine seguiu em frente rapidamente para lanchar.
- Espero vocês no refeitório. – disse às amigas antes de sair. Suas amigas nem prestaram atenção, tinha um garoto lindo para observar, educado e romântico.
Chris pegou a fila do refeitório, escolheu um sanduíche, um suco Swee ( muito popular naqueles tempos) e uma maçã. A frente dela estavam os amigos de Peter. Os olhava com certa indiferença. Os meninos riam e conversavam sobre beisebol. A garota acelerou os passos e sentou-se no lugar de sempre, a mesa em frente à janela que tinha vista para o pátio. Lá fora a manhã era linda, cheia de árvores vivas e um sol que ora aparecia sorridente, ora desaparecia entre as nuvens. Chris penetrou seus olhos em um pássaro lindo que parecia procurar minhoquinhas na terra do jardim que ficava em frente à secretaria. Fixou-se tanto nele que acabou mergulhando em pensamentos absortos e profundos, e quando o pássaro vôo ela mal percebeu, pois aquela altura já havia mergulhado em um mundo só dela. Chris tinha esse costume de se perder em pensamentos, e quando voltava à “realidade” (por assim dizer), mal se lembrava em como chegou ali. Eram tantos pensamentos que levavam a tantos outros... Isso era uma das coisas mais estranhas que Peter achava na menina. Muito estranho! Falando em Peter, o menino lindo e mais cobiçado estava entrando no refeitório e foi direto para a mesa dos amigos William, Charles e Bob.
- E ae pessoal? – disse ele aos outros garotos, sentando-se ao lado de Bob e pegando uma batata do seu lanche de batata frita e “cat-chup”.
- E ae!- respondeu Charles depois dos outros. Charles era também muito bonito, fazia musculação e seus músculos eram notáveis para um garoto de quinze anos. Seus cabelos eram loiros, mas estavam sempre cortados, tinha olhos azuis como o do pai, treinador de baisebol muito famoso na Florida. Além disso, Charles era um tremendo narcisista e um cara muito competitivo, defendia sua irmã com todas as forças. Depois que sua mãe faleceu e seu pai se casou novamente, Charles via na irmã uma parte da mãe...
Charles continuou dizendo ao amigo:
- Peter. Tenho um desafio para você. Quando escrevi essa história pensei de um modo como sempre muito difícil de explicar. Uma coisa eu garanto, fiz pensando em fugir da realidade e entrar no mundo dos meus personagens. O que mais quero agora é ter vivido com eles tudo o que eles passaram. E você, leitor, está afim de viver lá também? Tenho certeza que você somente irá se divertir. É impossivel sair machucado, basta mergulhar e não é preciso saber nadar. Aqui, nesse grande rio você pode até falar sem afogar! Aqui, você só pode sair encantado, se sair como entrou, com certeza é por que nunca entrou.
O primeiro capítulo chama-se Inicio, mas isso não quer dizer que tudo tenha começado ali, afinal a vida é um grande mistério,a gente nunca sabe quando algo realmente começou. E outra, o título início é pela minha falta de imaginação. É incrível como eu tenho uma extensa inspiração para contar a história e uma migalha para dar-lhe um titulo à sua primeira parte.
Preciso ir caro leitor, nos vemos lá, no grande rio.
A autora, Bárbara Sodré
Início
“Tenho andado desconte e as ruas já não servem mais
tenho entrado em vilarejos estranhos até demais!
Aqui parece tudo tão diferente, as ruas são cheias de gente, e a solidão está presente em seus corações, e eles tentam disfarçar o inevitável.
Que coisa lamentável é a vida para esses seres.”
Christine Mengallyie, 1922 Estados Unidos da América
- Turma, fiquei muito chateado com o resultado da prova de vocês no último mês. E hoje, faremos uma revisão muito importante, e como temos três tempos, no segundo tempo vocês farão um avaliativo surpresa. – disse Magdo, o professor de língua inglesa dos nonos anos, no Elite Institution Magian Collory, um colégio localizado em Flórida, EUA .
- Ah, não pode ser professor! Libera a gente e pronto! – berrou Peter Mackter , o estudante mais garanhão do colégio. Era muito difícil Peter se meter em brigas com os colegas, a escola inteira era amiga de Peter, principalmente as meninas, com exceção de Christine que dizia detestar o jeito popular e metido de Peter. O garoto sempre achou Christine estranha e afastada, só foram amigos até os cinco anos de idade.
- Que garoto idiota! Se acha o dono da escola só porque seu pai é um cara famoso e sua mãe uma dondóquinha. Não sei como conseguem gostar dele! – Christine comentou com a amiga Tereza Huffes que sentava a sua frente desde a quarta série quando chegou da Rússia, onde nasceu.
- Se quer saber, também acho que devemos ser liberados dessa prova! Onde já se viu, pagamos para ser torturados? – Christine ficou quieta e olhou para amiga com um olhar contraditório ao que ela disse.
- Pagamos para estar aqui, e se não fomos bem na prova que paguemos as conseqüências.
- Você diz isso porque adora contradizer o Peter (risos) – disse a amiga à gargalhadas. O professor Magdo a olhou, espantado, e antes que desse tempo de aplicar um castigo pela interrupção, o sinal para a próxima aula tocou. Triiiiiiiiiim!
Os alunos se levantaram e começaram a jogar conversa fora, de repente o gordinho Alex Viazzer apareceu na porta gritando:
- Lá vem a Dóriiiiiiiiiiiiiiiiiiii!! - todos se sentaram rapidamente, de repente uma mulher com uma touca na cabeça e saias até os joelhos, cabelo preso e uma grande pinta no rosto entrou com seus materiais na mão, os jogou contudo sobre a mesa, não se ouvia nem a respiração dos alunos, até que a professora de Ciências disse:
- Abram o livro na página 55. Alex Viazzer...
- Sim professora.
- Quero que leia para mim e seus colegas a página indicada.
- Sim senhora! – respondeu o aluno.
Depois de ler o texto que falava sobre átomos e moléculas, Alex ficou em silêncio esperando como sempre que Dóri dissesse algo.
- Por favor, senhor Viazzer, diga-me: o que você entendeu desse texto?
Alex ficou quieto alguns instantes pensando no que diria, ele estava com uma tremenda vontade de ir ao banheiro e não conseguiu prestar atenção no texto. Enfiava as mãos por entre as pernas e foi ficando vermelho.
- Sobre ciência professora.
- Sério senhor Viazzer? – perguntou Dóri com ar doce e calmo. Mas todos sabem que Dóri sabe muito bem como interpretar e ser boa nisso. De repente sua expressão boazinha logo se desfez em sarcasmo:
- Não me diga! Se você não me contasse eu poderia pensar que fosse sobre língua inglesa ou quem sabe até, música, afinal, não está na aula de Ciências, e isso tudo aqui é um sonho senhor Alex Viazzer!
- Desculpe... – disse o garoto tremendo.
- Desculpas é o que você irá dizer ao diretor depois dessa aula.
- Não. Por favor, professora Dóri, eu prometo que faço um relatório imenso sobre esse texto. Tudo, menos me levar para a sala do senhor Mackful.
Dóri puxo Alex pelo braço para levá-lo até a sala do diretor, mas enquanto saia da sala com o menino toda a turma começou a dar gargalhadas. Dóri virou furiosa e gritou perguntando:
- O que foi seus dementes? – Todos apontavam para as calças de Alex e o menino estava ainda mais vermelho e suas calças molhadas.
- Oh meu Deus! – gritou Dóri. – Vá se limpar! – continuou. E todos riram da cara da professora que estava horrorizada como se nunca tivesse visto calças molhadas antes.
Logo depois da aula da professora Dóri, Christine, Tereza e Jennie,amiga das meninas, dirigiam-se até o refeitório.
- Coitado do Alex. – disse Jennie.
- Concordo. – concordou Christine. E Tereza disse:
- Me disseram que o Peter já resolveu com o diretor e o Alex foi para casa com os pais.
- O Peter é muito maneiro!
- Maneiro Jennie? O garoto é um mimado!
- Chris! Por que tanta raiva dele?Oras, ele faz umas coisas legais, não custa reconhecer.
Peter vinha andando em direção as meninas pelo corredor, com seus cabelos castanhos ao vento e seus olhos escuros. Tereza e Jennie se fixaram nele sorrindo,. Encantadas! Christine não se conteve e disse:
- Será que vocês não têm olhos pra mais ninguém? Que merda de fixação! – as amigas disseram oi para Peter e Christine seguiu em frente rapidamente para lanchar.
- Espero vocês no refeitório. – disse às amigas antes de sair. Suas amigas nem prestaram atenção, tinha um garoto lindo para observar, educado e romântico.
Chris pegou a fila do refeitório, escolheu um sanduíche, um suco Swee ( muito popular naqueles tempos) e uma maçã. A frente dela estavam os amigos de Peter. Os olhava com certa indiferença. Os meninos riam e conversavam sobre beisebol. A garota acelerou os passos e sentou-se no lugar de sempre, a mesa em frente à janela que tinha vista para o pátio. Lá fora a manhã era linda, cheia de árvores vivas e um sol que ora aparecia sorridente, ora desaparecia entre as nuvens. Chris penetrou seus olhos em um pássaro lindo que parecia procurar minhoquinhas na terra do jardim que ficava em frente à secretaria. Fixou-se tanto nele que acabou mergulhando em pensamentos absortos e profundos, e quando o pássaro vôo ela mal percebeu, pois aquela altura já havia mergulhado em um mundo só dela. Chris tinha esse costume de se perder em pensamentos, e quando voltava à “realidade” (por assim dizer), mal se lembrava em como chegou ali. Eram tantos pensamentos que levavam a tantos outros... Isso era uma das coisas mais estranhas que Peter achava na menina. Muito estranho! Falando em Peter, o menino lindo e mais cobiçado estava entrando no refeitório e foi direto para a mesa dos amigos William, Charles e Bob.
- E ae pessoal? – disse ele aos outros garotos, sentando-se ao lado de Bob e pegando uma batata do seu lanche de batata frita e “cat-chup”.
- E ae!- respondeu Charles depois dos outros. Charles era também muito bonito, fazia musculação e seus músculos eram notáveis para um garoto de quinze anos. Seus cabelos eram loiros, mas estavam sempre cortados, tinha olhos azuis como o do pai, treinador de baisebol muito famoso na Florida. Além disso, Charles era um tremendo narcisista e um cara muito competitivo, defendia sua irmã com todas as forças. Depois que sua mãe faleceu e seu pai se casou novamente, Charles via na irmã uma parte da mãe...
Charles continuou dizendo ao amigo:
- Diz ai então!
- Antes precisa me responder. Gostaria de ganhar dois ingressos para o show do Green Peace The K4?
- Claro! Topo qualquer coisa por isso.
- Então, preste atenção.Olhe bem hein? Porque se você fizer tudo certo, conforme eu disser, além dos ingressos pode levar a Bela.
- Caramba! Ta melhor do que imaginava.
- Não se empolgue tanto porque tem regras quanto a isso... O mais importante agora é o desafio.
Peter era apaixonado por Bela, a irmã de Charles. Bela tinha cabelos loiros e olhos azuis, assim como as características de seu irmão. Só que Bela, era mais alta, tinha um jeito delicado e ao mesmo tempo superior ao das outras meninas. E Peter adorava superioridade, mesmo sendo um garoto tão bacana e muitas vezes generoso.
- Fale logo seu porco! – Peter estava ansioso, mas parecia que Charles queria lhe deixar curioso.
- Ta vendo aquela garota sentada na mesa da janela? A tal Chris... – ele perguntou.
- Sim. Muito estranha aliás. – respondeu Peter olhando para a garota que comia tranquilamente enquanto admirava a visão de fora.
- Pois então meu caro. Terá de conquista-la!
- O quê? Você ta maluco cara! A última vez que falei com aquela garota foi no primeiro ano...
- Parece que ela não gosta muito de você Peter. – disse Bob mordendo seu lanche cheio de queijo, mordendo uma batata logo em seguida.
- Também acho. – disse William
- Isso é ótimo! Deixa o desafio mais emocionante ainda. Aceita minha proposta Peter? Basta que você passe a ser amigo dela.
- Posso até acertar Charles, mas não entendo. O que quer com isso?
Charles levantou seu olhar para Chris, a olhava como Chris olhava o pássaro, admirada, pois é, ele estava mias que admirado. Charles estava apaixonado. Não disse nada aos amigos, onde já se viu Charles Parker Beckman se apaixonando? Então, ele ficou meio sem jeito até que disse aos amigos:
- Tô a fim de pegar a gata ué. Ela é diferente das outras...
No mesmo instante, Tereza e Jennie entraram no refeitório, Tereza pegou uma maçã, para preservar seu corpo magro e sua pele rosada, já Jennie atacou os sanduíches de queijo e baicon, um Swee e uma barra de chocolate.
- Oi Chris! – disse Tereza sentando ao lado da amiga.
- Oi terê.
- Voltamos! – disse alegremente Jennie, prestes a devorar seu lanche. Christine sorriu e deu a última mordida em seu sanduíche.
- Vocês falaram com suas mães sobre irmos no show do Green Peace The K4, sábado que vem? – Jennie perguntou.
- Bem lembrando Jennie, eu falei com meu pai, e... Ele deixou!!!
- Sério terê? Que incrível! – exclamou a gordinha – E você Chris, vai poder ir?
- Não sei meninas. Na verdade vou poder ir porque meus pais estão viajando e só fiquei com a Jullie. Mas, não quero ir.
Jullie era a babá de Chris desde que ela era apenas uma garotinha de três anos. Quando Jullie chegou da Espanha com seu filho Ricardo, três anos mais velho que Chris, ela precisava de um trabalho e logo achou a residência da família Mengallyie.
CONTINUA...


Nenhum comentário:
Postar um comentário