Fim da leitura e o professor John começou a falar do trabalho de história. Ele era um professor engraçado e despojado. Usava bermudas de surfistas e chinelos de dedo. Tinha seus cabelos encaracolados bagunçados e costumava sentar no chão da sala para dar aula. Mesmo com tanta peculiaridade, John não irritava a coordenação do colégio. Muito pelo contrário, sua experiência de 45 anos de vida lhe dava créditos quanto a lidar com as outras pessoas.
- Quando pensamos em história, o que nos vem a cabeça? Digo, de uma forma que toca, seja por aterrorizar ou alegrar. - a sala estava quieta. Que papo estranho aquele do professor. Ele continuou:
- Pensam que penso que vocês sabem a resposta? Não sabem! São apenas jovens, precisam viver pra conhecer. - andando pela sala, entre fileira a fileira, John parou em frente à Chris e rodando sua caneta entre os dedos, fixou um olhar misterioso sobre a aluna e disse olhando para a garota, que chegou a se sentir incomodada com a fixação.
- POrque quando menos a gente espera, as coisas podem mudar... O orgulho não nos ajuda a chegar na resposta, é por isso que algumas coisas estranhas acontecem, às vezes. Porque simplesmente esquecemos de sermos mais inteligentes. As vezes, tudo, tudo pode mudar.
A sala permanecia em silêncio, John olhou o relógio que carregava pendurado na bermuda e dirigindo-se à mesa começou a escrever e a falar:
- Agora, meus jovens... Decidirei os grupos para o próximo trabalho, sobre os EUA no século vinte. Quero que permaneçam em silêncio.
Enquanto isso, Peter imaginava como aquele homem era maluco e como um instituto educacional tão conceituado poderia reconhecê-lo. Ele realmente era muito bom para estar ali. Peter o imaginava no passado como um louco de hospicio segurando uma placa para a foto, e atrás, na parede, um medidor de altura.
- Os grupos serão de quatro pessoas... Agora poem guardar seus amteriais, nos vemos na quarta.
- Perae professor! E os grupos?
O professor parou todos seus movimentos e surpreso disse:
- Eu acabei me esquecendo caro Charles. Já decidi os grupos,a lista está no corredor ao lado da diretoria.
John deu um tchauzinho para a classe,que estava quieta de tão perplexa, ele era sim um professor maluco mas naquele dia as coisas pareciam estranhas, mais diferentes... O professor pegou sua moto no estacionamento do colégio e seguiu...
O sinal havia batido e faltava ver os nomes nas listas. Alguns pareciam decepcionados com a decisão do professor, outros, mais sortudos, ficaram muito satisfeitos. Chris, Jennie e Terê foram uma das últimas.
- Oh, meu deus! Estou no grupo do Alex Viazzer!! - lamentou Terê.
- Estamos no mesmo grupo Chris. - disse Jennie apontando para a lista.
- Oh não!! - gritou Chris, e continuou:
- O peter está no nosso grupo!!
- isso é bom, vocês têm sorte Chris. Não reclame! É só o que sabe fazer. Veja: cai com o Alex e o Charles e uma menina super NERD. Pelo menosalguém vai fazer alguma coisa.
- Calma! - pediu Jennie às amigas. - é só um trabalho, basta cada um fazer sua parte e não vai doer nada.
- Ah, eu sofro sabiam meninas? Sofro muito!
- Acho melhor irmos embora. - decidiu Jennie.
Chegando em perto da casa de Chris...
- Tchau meninas! Até amanhã.
- Tchau Chris! Pense bem se vai ao show ou não.
- Eu prometo que vou pensar.
Depois que Jennie e Tereza seguiram, Tereza disse à amiga:
- Duvido que ela vá no show e duvido que faça esse trabalho sem ficar com aquela cara...
- Ela sabe o que faz. Chega a ser cômico... Quer chocolate?
- Não, não quero chocolate! - exclamou Tereza. E as duas seguiram quietas.
Entendendo nosso mundo de estações
Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.
Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.
Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!
E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.
Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.
Um mundo de estações.
Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!
.
Bárbara Sodré
Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.
Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!
E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.
Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.
Um mundo de estações.
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