Entendendo nosso mundo de estações

Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.

Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.

Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!















E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.

Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.

Um mundo de estações.














Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!

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Bárbara Sodré





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sexta-feira, 16 de abril de 2010

Uma arte, um dom


 Penso que escrever seja a arte de relatar o que a gente vê, traduz as emoções e precisa descrever mais que em pensamentos e palavras. É a sede de deixar marcado o que um dia existiu, não precisa ter existido daquela forma objetiva e realista, pode ter sido na alma de alguém, nos contos de fada de uma criança. A palavra chave é: imaginar. É saber ler as palavras de uma forma que se construa em sua mente a perfeita imagem do que se lê, do que se escreve.
  É assim... Uma tremenda ilusão. Pois, traz aos que têm o desejo de ter o que se lê, de estar onde só se pode imaginar. É ilusão, pois enquanto a realidade passa você se mergulha em fantasias inimagináveis, porém, que alguém conseguiu imaginar.
     Vamos combinar, é uma arte, é um dom, é o sentir mais delicado, é a emoção a  flor da pele, é dividir com os que virão e com os que aqui estão o que se tem. É deixar guardado para o futuro o que um dia esteve presente. Escrever... É uma arte! Portanto, também é uma escultura feita em letras, traduzida em emoções. É liberta, pois liberta e foi libertada, criada para ser livre e levar asas a quem lê, tão astutas palavras que se juntam por uma idéia. Escrever, como me encanto por isso.
  Escrever é o que está aqui, é o que quero expressar a cada instante, toco minha alma quando falo em escrever, quero tocar a alma de quem lê, modificar meus pensamentos ao escrever, quero ser melhor em ser assim, levando ao leitor o que há de real e irreal em mim.
      

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