Onde andará aquela pétala?
Aquele rubi...
Um olhar de esperança que um dia esteve aqui.
A criança era cheia de graça, e sempre achava graça.
E aquelas perguntas?
Que muita svezes pegaram adultos desprevinidos de sua curiosidade.
A criança não tinha medo de se sujar
E sempre para conseguir algo, dava um jeitinho de chorar
Admiro aquela criança...
Onde andará aqueles pequenos pés?
Quais perguntas ela anda fazendo?
Por quais ruas e casas, e quais livros andou lendo?
Essa criança é quem muitas vezes volta em mim
E me desperta aquele lindo olhar.
Talvez criança eu não volte a ser,
Mas ela ainda vive em mim a crescer.
Onde ela anda, e com quem anda?
Quem vai saber?
Bárbara Sodré
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