Entendendo nosso mundo de estações

Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.

Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.

Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!















E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.

Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.

Um mundo de estações.














Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!

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Bárbara Sodré





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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Aquela criança


 Onde irá aquela criança?
 Onde andará aquela pétala?
 Aquele rubi...
 Um olhar de esperança que um dia esteve aqui.

  A criança era cheia de graça, e sempre achava graça.
  E aquelas perguntas?
 Que muita svezes pegaram adultos desprevinidos de sua curiosidade.

 A criança não tinha medo de se sujar
 E sempre para conseguir algo, dava um jeitinho de chorar
 Admiro aquela criança...

 Onde andará aqueles pequenos pés?
 Quais perguntas ela anda fazendo?
  Por quais ruas e casas, e quais livros andou lendo?

 Essa criança é quem muitas vezes volta em mim
 E me desperta aquele lindo olhar.
 Talvez criança eu não volte a ser,
 Mas ela ainda vive em mim a crescer.
 Onde ela anda, e com quem anda?
 Quem vai saber?

 Bárbara Sodré

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