No dia 27, aconteceu algo muito fora do comum comigo e minha amiga. Mas antes, quero dar algumas explicações. Tenho passado por momentos muito difíceis há uma semana e meia. Perder a quem amamos é algo natural da vida, mas dói, dói muito. Meu coração tem estado triste, minha alma tem silenciado. Para quem nunca passou por isso, digo que a dor vem na alma da gente e quem passou, sabe. Tenho feito luto nos últimos dias, aqui no blog inclusive. Os últimos textos trataram-se de minha dor, mas tenho estado melhor, voltado a recomeçar novamente, e aprendido a conviver com a dor "almática".
Escrever é minha vida, e preciso disso, preciso escrever. Não posso parar enquanto o tempo voa. Bóra pegar o caminho que segue sempre em frente.
Pois bem, como introduzi na primeira frase, o que vou contar é um caso muito divertido que vivi há três dias. Imaginem, era terça-feira, e há cerca de um mês e meio, a querida professora de português e RED inciou um trabalho sobre ortografia e expressões linguísticas. Minha sala, muitoo grande, com apenas dezessete alunos, rs pois é, foi dividida em grupos. No meu grupo ficou eu, minhas amigas Mah e Luh e o mais bagunceiro da classe, nosso querido amigo, Bibi. O objetivo do trabalho era apresentarmos todo o conteúdo a nossos colegas de classe e à profesora, é claro.
Partindo do trabalho de língua portuguesa, com a ausência da professora por alguns dias, tive mais tempo para organizar as coisas, mas como de costume, deixei quase tudo pra cima da hora. Levando em consideração alguns dias que não tive condição emocional para tal... Finalmente no dia 27 meu grupo apresentaria o trabalho. Eu estava muito ansiosa, afinal, os slides estavam lindos. Faltava só uma coisa: os folders com os exercícios e explicações do conteúdo apresentado. Tudo bem, tinha o pen drive com o conteúdo do folder, todo lindo, editado e colorido no programa Publisher. Estava eu, Rêh e Juh na Midiateca fazendo um trabalho de matemática e brincando de guerrinha de papel, foi aí que me lembrei dos folders, quando estávamos saindo. Passei na cabine principal da midiateca, super tranquila, pedi dezzoito impressões do folder. Foi aí que, me lembrei de uma outra vez e a moça que faz a impressão também admitiu: o PC de lá não tinha aquele programa, era impossível imprimir.
O que fazer quando uma coisa dessas acontece, sendo que, seu trabalho é pra hoje? Merda! Veio uma luz e inspirou Reh, a ter a seguinte recordação de que, tinha uma papelaria ao lado da casa dela, alguns metros do colégio. Que ótimo! Merda pra gente! (Como diziam os atores de teatro antigamente, como desejo de sorte).
Eu e reh deixamos Juh, nossa querida amiga que estava confinada e obrigada a não sair do colégio. Pegamos o caminho mais longo pois, a reh queria que eu conhecesse sua casa. Chegando na papelaria, as moças de lá nos trataram com muito "mel". Nos chamaram de: "meu amorzinho". Bléé! Vejam só o que tivemos que aturar.
" Moça, por favor, quero tipo um livrinho sabe? Pode ser tamanho médio. Dezoito cópias"
" Livrinho?" A desinformada perguntou, e continuou: " Ah, perai. ôh fulana, você sabe fazer frente e verso, tipo livrinho aqui?" A outra então respondeu: " Ué bem, é só colocar na sei lah o que... e.... " Bem, não me recordo do diálogo por inteiro, só sei que elas falaram, falaram e chegamram a seguinte conslusão: " Ah, não sei como faz não!" Gritou uma. A moça que estava mexendo pra mim me disse: " Vixi! Não vai dar não, pra fazer do jeito que você quer. Ter como, até tem, mas nós não sabemos" " Ah! Sério moça? E agora? Preciso disso hoje." Veio uma luz nela e ela disse algo que me deu um pingo de esperança: " tem um moço aqui que, ele faz do JEITO QUE VOCÊ QUISER. Ele vira, faz frente, verso...É o joão" Meus olhos deviam estar brilhando de esprança. " Mas, dá pra ele fazer tipo livrinho?" "Dá! DO JEITO QUE VOCÊ QUISER, ELE FAZ" Essa última frase me enfeitiçou, que ótimo! O cara faz um negócio que já estava caprichado, ficar mais lindo. Por fim, a moça disse que ele estaria lá meio dia e meio, e disse que eu poderia deixar meu pen-drive, assim, caso ele chegasse, ja ia fazendo.
Eu e minha amiga querida, paramos para almoçar no SubWay, comemos, até que deu meio dia. Voltamos na papelaria para verificar se o João havia chegado. Não. Voltamos para o colégio, procuramos quem nos passasse uma parte da tarefa de matemática que não entendemos. Ninguém lá, só a Juh, viciada em livros, lendo como sempre. Foi aí que são Pedro ajudou, ele mandou chuva forte pra gente! Pelo amor de Deus! Uma hora diminuia, outra aumentava. Quase briguei com São pedro. 12:30 hs, hora de ver o João! Lá fomos nós, correndo, dessa vez pelo caminho mais rápido, com as blusas de frio prevenindo uma possível pancada de chuva, era São Pedro que, de tanto rir da gente, chorou.
Voltamos frustradas ao colégio, o João não estava lá, imprimimos o folder em folha sulfite grande mesmo. Ah, João... Ah se você soubesse! E exaltei a voz na rua: " João, cadê você?" Decepcionadas,c ansadas, meu cabelo uma merda, minhas perspectivas fracaçadas... rs E uma grande amiga junto comigo, vivendo tudo isso. A reh nem era do meu grupo, ela foi de amigona que é mesmo... Valeu.
No fim das contas, tirei xerox da folha, eu, Reh e Mah passamos o recreio grampeando tudo... E quando chegou a aula. Bem, a aula passou, passou... E nós não apresentamos nada! Simplesmente, a aula foi ocupada por outras atividades. Ah, como é difícil!
No dia seguinte, seria finalmente, a apresentação, mas a querida professora infelizmente não pôde comparecer... Aliás, eu e Reh lamentamos muito nesses últimos dias pela ausência dela. Esparamos vê-la novamente nos chamando de Baby.
E quanto ao João... Pensa que esqueci dele?
O João nos deixou de "jão"! Cadê você João?
OBS: Jão = gíria que significa deixar no "vácuo". É quando te dão um fora, ou marcam um passeio e não comparecem. Não perguntem a origem desta giria, estranha é. Mas é o que eu digo... Sei lah! :)
Entendendo nosso mundo de estações
Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.
Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.
Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!
E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.
Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.
Um mundo de estações.
Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!
.
Bárbara Sodré
Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.
Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!
E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.
Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.
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Alpha
Bárbara Sodré
João deixou agente no vácuo
ResponderExcluirhsuahsuahsua
ameii a postagem
suahsuahsas
que jãoo