Entendendo nosso mundo de estações

Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.

Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.

Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!















E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.

Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.

Um mundo de estações.














Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!

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Bárbara Sodré





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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Artigo interessante

Acabei de ler um artigo que fal que, adolescentes que não tê regras para dormir e dormem depois da meia noite, tendema ter mais depressão do que os adolescentes com horários regrados. Estuos como esses me fazem pensar: " Ah, se é assim, por que aind anão me suiicidei?" Há três anos venho domrindo depois da uma da manhã. Creio que seja mais fácil, a depressão ser o motivo de muitos aodlescentes dormirem tarde e não o fato de dormir tarde ser a causa da depressão.
   Na minha opinião, não é dormir tarde que representa se o adolescente vai ter depressão ou não. Penso que, adolescentes que são muito comandados na base de regras e horários tendem a ser robôs e a seguirem um padrão e não uma personalidade. Pode ser que isso não leve à depressão, mas leve a falta de autenticidade e escolhas próprias. É preciso fazer uma revisão no modo de pensar. Não dá para generelizar.
Uma dica: poderia colocar os cinco casos mais frequentes. Levando em conta personalidade mais comum, o tipo de família, religião etc.
  Jovens depressivos são ondas da maré atual, atuam como integrantes de uma sociedade cada vez mais tecnológica, prática e imediatista. É preciso aprender que as maquinas evoluem e ganham cada vez mais praticidade, porém, nós seres humanos continuamos os mesmos, temos sentimentos, necessidades, defeitos e acertos. 
  Eu, realmente prefiro jovens que sentem raiva, batem portas e sentem aquela depressão normal da adolescência a jovens monótonos, centrados e comuns. O  comum é muito chato. Nem por isso é preciso se tatuar inteiro,s e furar inteiro e experimentar de tudo. Estamos falando de expressar seus sentimentos de forma saudável e consciente. Usar coisas coloridas, cabelo tampando olho... São coisas aceitáveis. Estilo, oras! Menos escutar Fresno, Cine entre outras coisas iguais... é preciso ter cultura sonora, também. Por favor.
  O artigo pode estar meio vago mas o site contém ourtros temas curiosos. Li  alguns... também são meio vagos, mas me pareceu muito incentivadores ao refletir. Lendo um dos temas você consegue progredir pensando. Não custa nada tentar.
  Vão .

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Uma visita inesperada

Ao chegar em casa,  Chris estava cansada. Logo na entrada da grande casa em que a garota morava havia três grandes malas. A menina estranhou, afinal ninguém tinha avisado sobre visitas nem sobre novas viagens.
   - Julie! - chamou a garota pela tão querida governanta.
   - Sim minha querida. - gritou a governanta da cozinha, e continuou - Estou aqui na cozinha. Venha!
   Passando pela sala de estar, com dois sofás verdes bem grandes e uma lareira, depois pela copa com uma grande mesa e alguns porta-retratos de família e finalmente chegando à porta que chegava à cozinha. Julie sorriu ao ver Chris enquanto recheava seu famoso bolo de chocolate.
  - Que delícia. Temos bolo de chocolate hoje!
  - É sim. Deixei a tijela com um pouco de chocolate para você. Está na geladeira.
   Chris sorriu e lhe deu um beijo e um abraço.
   - Ah! O que seria dessa casa sem Julie? - e as duas riram.
  Rodeando a cozinha, como se estivesse pensando em algo Chris disse:
  - Julie, de  quem são aquelas malas  na entrada da sala-de-estar?
  Julie a olhou assustada,como se precisasse pensar no que responder.
   - Oh não! As malas... - Julie lamentou.
  - O que tem " as malas"? - perguntou Chris imitando o tom de oz da governanta ao dizer: " As malas!"
  - Oh, não minha querida... Acho melhor você ir lá em cima. Tem uma surpresa para você.
  - Surpresa? Minha mãe chegou mais cedo Julie? É, heim? - a garota tinha lágrimas de alegria nos olhos.
  - Não, não Chris! Por favor, não se precipite. Suba e veja sua surpresa.
    Chris passou pela copa, pela sala de estar e subiu as escadas em uma velocidade mágica. Abriu a porta do quarto da mãe e não havia ninguém, procurou por todas os lados e não havia ninguém, nos banheiros nem nos quartos. Já desanimada, chegando ao seu quarto de cabeça baixa, levou uma surpresa. Havia alguém sentado na sua cama de costas, olhando  a vizinhança pela janela.
   -Oh meu Deus? É você? - Chris perguntou emocionada à pessoa.
 A velha senhora sentada na cama, era muito elegante e sua elegância era uma arte de se ver. Andie Mengallye Shavia Tandy estava lá, vindo direto da Australia. A senhora virou sorridente e abriu os braços pedindo um abraço.
   - Vovó!! Que saudade!!
  Avó e neta se abraçaram. Chris nunca iria imaginar que sua avó estaria lá. Ela amava a avó de uma forma muito grande. Não a via há dois anos. Desde quando seu avô se separou de Andie e ela precisou descansar um pouco.
   - Olá meu anjo! Que saudade digo eu. Mas, agora eu vim aqui e vamos ficar juntinhas durante muito tempo.
   - Que maravilha! Não consigo dizer mais nada.
 No mesmo instante, Julie apareceu na porta e disse rindo:
  - Dona Andie. Esqueci de tirar as malas da entrada. Mas, vejo que a surpresa já foi revelada.
  - Não se precoupe. - disse Andie, rindo também. - Hoje Julie, sou eu quem vai cuidar de minha netinha linda. Hoje, amanhã  e depois, depois e depois...
   - Eu imagino! - Disse Julie. Enquanto isso Chris sorria no colo confortável da avó.
  - A janta sai em uma hora. - Julie anunciou e saiu.
  - Obrigada Julie. Estaremos lá. - confirmou a  garota. Em seguida, levantou do colo da avó e lhe disse:
  - Que bom que a senhora está aqui.
  - Pois é... Também acho. Queria ver sua mãe também. Não sabia que ela havia viajado. Mas, por outro lado isso foi muito bom, porque nós temos muito o que conversar dona mocinha.  - Chris ficou olhando para o chão pensativa, refletindo sobre o que Andie acabava de lhe dizer.
  - Também acho vovó. Tenho precisado de você; precisamos conversar. Mas, o que exatamente gostaria de falar comigo? 
  Andie olhou pensativa também. As duas se pareciam muito e por isso se davam tão bem.
  - Preciso tirar essa roupa. Coloque uma calça mais solta e uma camiseta. Hoje, é só diversão. E tome um banho. Farei o mesmo.
 E Chris respondeu:
  - Tudo bem...

CONTINUA....

terça-feira, 15 de junho de 2010

Adriana Calcanhoto


 Adoro a Adriana Calcanhoto! Éla é um dos ícones da MPB(Música Popular Brasileira). Que na verdade deveria ser MNB ( Música Nobre  Brasileira).  Uma das músicas que mais gosto é "Fico assim sem você" e outra, " Gatinha Manhosa", que é uma música escrita por Erasmo Carlos e faz parte de seu repertório.
  O CD Partimpim, de Adriana, foi lançado em 2004, com uma imagem infantil direcionado ao público das crianças, o CD tem um repertório totalmente mágico que aproxima o ouvinte de um mundo mágico e criativo.  Recentimente foi lançado o CD Patimpim 2, com a mesma magia e encantamento.
 Adriana caracteriza-se por músicas românticas que não têm ligação ao público infantil, porém não ligam-se a um tema informal. É uma verdadeira poesia.  
  Seu lançamento mais recente é o CD "Maré" que conteve novas músicas, tais como " Mulher sem razão" e "Três", aquela tocada na novela " A favotira" e esta na novela " Três irmãs". Músicas tocadas nas rádios até hoje, sendo o CD lançado em 2008. Em 2009 lança Partimpim 2.
       Em Partimpim, muitos criticos afirmam que  as letras das músicas e o estilo deixa sempre aquela dúvida, a qual público o trabalho se direciona, sendo uma ótima escolha tanto para os filhos quanto para os pais.
 Lá no you tube tem um video lindo e  divertidissimo: Clique aqui

Dalê


"Ouviram do Ipiranga, às margens plácidas" ESSE É O NOSSO BRASIL!
 Eu nem gosto de futebol, mas... Dalê nossos jogadores, valeu Dunga! Nosso técnico deveria ter levado o Ronaldinho Gaúcho, mas errar é humano e agora precisamos acreditar no que temos. Precisamos ir além dos nossos sonhos e deixar as críticas para mais tarde. É hora de ter viração, por mais que esteja nada bom ou tudo ótimo, vibração deixa tudo menos caótico, mais fácil e mais confortável. É hora, Meu Brasil, de deixar cansasso de lado. Vamos golear? É pra já! Vamos competir com honestidade, torcida não irá faltar.
  Agora há pouco Maicon fez um gol, segundo tempo, primeiro jogo do Brasil na copa. Depois de um primeiro tempo enroscado. Éééé gooooool! Que incrível, nesse exato isntante o Elano acaba de golear mais um um!!!! Saímos do um a zero e agora estamos perto do três!! Dalê Brasil!
 Nosso país, tão lindo e tão rico, na hora de jogar todo mundo se junta, a amoção aflora e a alegria é indescrítivel. Nem mil lágrimas demosntrariam!
   Porque o time brasileiro não é aquele que est´ana Àfrica, é esse que está aqui, nessa terra linda. Nossos time é carioca, é paulista, é gaúcho, é mineiro,é baiano... É quem torce sem medo, quem chora sem medo e quem acredita e não quem reclama. Deixe a convocação do Dunga para depois, brasileiro que é brasileiro joga agora e com oc oração. Porque não basta ser bom é preciso ter esperança e motivação. Motivação que, se não vem de fora, sai de dentro. E agora, venceremos!!!!
Nosso futebol cala até nossa lama imagine àqueles que nos críticam lá fora. Aqueles que nos ofendem que se virem com sua ignorância, agora, o Brasil, cala a boca de seus brasileiros porque toda emoção não cabe no peito e escorre pelos olhos. Quando sai gol ninguém se cala. 
Valeu Brasil!!! Se vamos ganhar a copa eu não sei, mas que iremos partir para cima, isso iremos. E mais uma coisa, chega de ofender o Dunga, chega de zoar com o Dunga. Pensei que todos fossem perfeitos quando vi tantas críticas, ao invés de criticaros o Dunga vamos criticar com mais intensidade os ppolíticos, os candidatos à presidência. Porque nosso Brasil, já ESTÁ NA COPA!  Só não vamos perder a alegria e racionalidade.
  Agora é 2 X 1 para o Brasil, o importante é saber que lutamos. Parabéns ao nosso time, tem muito mais chance, pode ir muito melhor do que está. Na próxima, é hora de GOLEAR, de verdade!

sábado, 12 de junho de 2010

  Hoje é meu aniversário. Ontem, sexta-feira, estava ansiosissima para chegar logo em casa. Não via a hora de entrar no blog e escrever, me veio uma inspiração sem igual. Ano passado postei dois textos aqui sobre meu aniversário. Ficaram podres! Não gostei, não me agradou, mesmo assim postei. Afinal, sendo ruim ou bom, é o que se deixa do que passou.
  E hoje, dia doze de junho de dois mil e dez eu estou torcendo para que as postagens deste ano sejam mais construtivas e me agradem mais, afinal, todos queremos postagens felizes. Quero dizer, postagens que de alguma forma se comuniquem com o leitor. Ah, eu falo muito! Muito mesmo. Há treze anos atrás eu acabava de nascer, tinha tranquilidade... Minha mãe me conta que eu não chorei quando nasci. Ela perguntou ao médico: " Cadê a bebê doutor?" Não se escutava, mas eu estava lá, foi quando o doutor teve que dar algumas palmadinhas no meu bumbum, então, finalmente chorei. Dizem que o bebê ao nascer tem que chorar para ser saudável, eu custei a chorar mas nasci com muita saúde.
   Aos seis meses de idade, pela primeira vez na minha vida, peguei em um lápis e tinha em minha frente papéis, aquele foi meu primeiro contato com a escrita. Passados nove meses, eu já andava. Em 12 meses dei a primeira palavra e já comecei a formar frases.
  Nasci as oito e meia da manhã, com um frio lascado. Nesses treze anos tive tantas certezas de tantas coisas, e quanto mais eu tinha certeza mais em dúvida ficava. Aos seis anos tive meu primeiro namoradinho. Ele chamava-se Felipe e seríamos felizes para sempre, segundo meus precários sonhos. Eu cresci, quis várias vezes ir para a Itália, mas minha tia me sacaneou, me levou ao shopping dizendo que lá era a Itália, e seguiu, voltando mais tarde. Desde pequena adorava a Itália.
   Desde pequena experimentei a sensação de entrar em uma passarela, de escrever músicas, de atanazar vizinhos, de andar descalça pela casa, de dizer verdades, de ajudar amigos, de deixar amigos,de encantar as pessoas, de não dar atenção às pessoas, de amar amigos... Eu era uma criança estranha, detestava chocolate e só chupava sorvete de morango da kibon.
  Pois é, eu cresci muito, almejei sonhos e objetivos. Conquistei a felicidade a todo instante. Reclamo muito até hoje. Tenho meus vários defeitos, mas adoro um abraço, um sorrio, um amigo, uma gargalhada. Sou as vezes chata, fria, orgulhasa e enjoada. Mas, quem liga? Já aturei gente muita chata nessa vida.
  Sou de gêmeos e não há nada que me agrade se não um bom papo, uma conversa desafiadora... Me julgam por ser distante, ser uma geminiana muito racional e de falar muito. Ai, eu peço paciência. Nem eu me entendo direito, se quer aprender a lidar comigo não leve a sério minhas brincadeiras. E saiba reconhecer quando estou sendo séria, acredite nas minhas afirmações, e nunca, nunca diga que estou mentindo. Não faz meu porte. Sou atrapalhada; cresci assim. Sou péssima na cozinha e nem meus ovos fritos dão certo. Sou distraída e não presto atenção na maioria das coisas. Viajo sem pensar em nada...
  As pessoas são seres difíceis e engraçados. Tenho poucos amigos, justamente porque sei o significado valioso da palavra e lhe atribuo a privilegiados. Assim como sei que não sou amiga para muita gente. Prezo mais que tudo a amizade, sou desoconfiada de tudo e de todos e sou tão boba ao mesmo tempo.  Já perdi muitos amigos porque pensaram que nunca fui amiga, pelo fato de meu afastamento. As vezes eu me afasto sem querer, não é porque cansei da pessoa, afasto simplesmente por afastar, mas nunca deixo de lembrar. As pessoas me traduzem da forma incorreta, e se enganam facilmente.
  Tem muito mais coisa nessa minha vida. Hoje, meu aniversário, finalmente um texto mais decente e as coisas só tendem a melhorar. A serem mais claras. Parabéns a todos os geminianos! Feliz aniversário. Hoje, eu acabo de nascer.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Um professor estranho e desagrados

Fim da leitura e o professor John começou a falar do trabalho de história. Ele era um professor engraçado e despojado. Usava bermudas de surfistas e chinelos de dedo. Tinha seus cabelos encaracolados bagunçados e costumava sentar no chão da sala para dar aula. Mesmo com tanta peculiaridade, John não irritava a coordenação do colégio. Muito pelo contrário, sua experiência de 45 anos de vida lhe dava créditos quanto a lidar com as outras pessoas.
- Quando pensamos em história, o que nos vem a cabeça? Digo, de uma forma que toca, seja por aterrorizar ou alegrar. - a sala estava quieta. Que papo estranho aquele do professor. Ele continuou:
- Pensam que penso que vocês sabem a resposta? Não sabem! São apenas jovens, precisam viver pra conhecer. - andando pela sala, entre fileira a fileira, John parou em frente à Chris e rodando sua caneta entre os dedos, fixou um olhar misterioso sobre a aluna e disse olhando para a garota, que chegou a se sentir incomodada com a fixação.
- POrque quando menos a gente espera, as coisas podem mudar... O orgulho não nos ajuda a chegar na resposta, é por isso que algumas coisas estranhas acontecem, às vezes. Porque simplesmente esquecemos de sermos mais inteligentes. As vezes, tudo, tudo pode mudar.
A sala permanecia em silêncio, John olhou o relógio que carregava pendurado na bermuda e dirigindo-se à mesa começou a escrever e a falar:
- Agora, meus jovens... Decidirei os grupos para o próximo trabalho, sobre os EUA no século vinte. Quero que permaneçam em silêncio.
Enquanto isso, Peter imaginava como aquele homem era maluco e como um instituto educacional tão conceituado poderia reconhecê-lo. Ele realmente era muito bom para estar ali. Peter o imaginava no passado como um louco de hospicio segurando uma placa para a foto, e atrás, na parede, um medidor de altura.
- Os grupos serão de quatro pessoas... Agora poem guardar seus amteriais, nos vemos na quarta.
- Perae professor! E os grupos?
O professor parou todos seus movimentos e surpreso disse:
- Eu acabei me esquecendo caro Charles. Já decidi os grupos,a lista está no corredor ao lado da diretoria.
John deu um tchauzinho para a classe,que estava quieta de tão perplexa, ele era sim um professor maluco mas naquele dia as coisas pareciam estranhas, mais diferentes... O professor pegou sua moto no estacionamento do colégio e seguiu...
O sinal havia batido e faltava ver os nomes nas listas. Alguns pareciam decepcionados com a decisão do professor, outros, mais sortudos, ficaram muito satisfeitos. Chris, Jennie e Terê foram uma das últimas.
- Oh, meu deus! Estou no grupo do Alex Viazzer!! - lamentou Terê.
- Estamos no mesmo grupo Chris. - disse Jennie apontando para a lista.
- Oh não!! - gritou Chris, e continuou:
- O peter está no nosso grupo!!
- isso é bom, vocês têm sorte Chris. Não reclame! É só o que sabe fazer. Veja: cai com o Alex e o Charles e uma menina super NERD. Pelo menosalguém vai fazer alguma coisa.
- Calma! - pediu Jennie às amigas. - é só um trabalho, basta cada um fazer sua parte e não vai doer nada.
- Ah, eu sofro sabiam meninas? Sofro muito!
- Acho melhor irmos embora. - decidiu Jennie.

Chegando em perto da casa de Chris...
- Tchau meninas! Até amanhã.
- Tchau Chris! Pense bem se vai ao show ou não.
- Eu prometo que vou pensar.
Depois que Jennie e Tereza seguiram, Tereza disse à amiga:
- Duvido que ela vá no show e duvido que faça esse trabalho sem ficar com aquela cara...
- Ela sabe o que faz. Chega a ser cômico... Quer chocolate?
- Não, não quero chocolate! - exclamou Tereza. E as duas seguiram quietas.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Bilhetes e caras feias

- Como assim não quer ir Chris?
- É, boa pergunta Terê. Por que não quer ir Chris?
A menina pensou um pouco antes de responder, mexeu seus dedos impacientes pela mesa e disse:
- Não sou fã dos “Peace”, e nem é por isso. Vai ter muita gente lá, prefiro ficar em casa fazendo o trabalho de história.
- Mas o trabalho de história nem foi passado. – alegou Jennie.
- É, eu sei. Mas o professor John disse que vai estar muito trabalhoso.
- Falando nisso, quero fazer o trabalho com vocês meninas. – disse terê ás amigas.
- Eu ouvi uns boatos de que vai ser o John que vai escolher.
- Quero só ver no que isso vai dar.

O sinal tocou, e as meninas levantaram-se e foram direto para a sala de aula. Foram as primeiras a entrar. A próxima aula era de matemática, a professora chamava-se Mary.
Mary era a professora mais querida pelos alunos. Tinha um carisma que encantava seus aprendizes, ela não era a professora mais irreverente, esse cargo ficava com John; Mary era uma pessoa que simplesmente encantava e causava inveja em Dóri. Dóri tinha um bom coração, apenas não demonstrava isso, ela ficava muito revoltada quando via o carinho dos alunos por Mary e mal percebia que os alunos não escolhiam “o melhor”, eles apenas eram bacana com quem se abria com eles. Dóri nunca soube fazer isso, fechada e fria. Mas, bem... Todos têm seus motivos, e Dóri tinha os dela.
Dentro da sala de aula, Charles e Peter trocavam bilhetes.
“ E ai, vai me ajudar com a garota Chris?”
“ Preciso pensar. Não quero brincar com os sentimentos de ninguém. Porém você sabe que faço tudo por sua irmã. Minha belinha.”
Depois disso, Charles olhou bravo para o amigo e escreveu:
“ Pare com isso! Ou nunca mais será meu amigo ou farei algum tipo de negociação com você. Topa ou não?”
“ Desculpe ai cara. Mas acho que não. Posso te ajudar a se aproximar, mas nunca, nunca vou ter nada com aquela garota”
Os bilhetes limitaram-se a isso, Charles leu, fez sinal positivo com a cabeça e começou a prestar atenção no professor e em Chris. Se bem que, ele mais olhava para a garota do que para qualquer outro lugar. Peter percebeu, pegou um papel e jogo em Chris que se sentava na terceira carteira da segunda fileira depois da fileira de Charles, que se sentava mais ao fundo. A garoto disse baixinho: “ Au!” , Jennie sentava do lado da amiga e perguntou quem tinha sido.
- Não sei. – a garota respondeu, e olhou para todos os lados a procura de algum suspeito, Peter a olhou fixamente e a garota concluiu:
- Foi Peter, Jennie.
- Conta outra Chris. Pode ter sido qualquer engraçadinho.
- O que foi meninas? – perguntou Tereza que se sentava atrás de Chris e estava muito concentrada na leitura do livro que o professor fazia com os alunos.
- Chris pensa que Peter... Jogou um papel nela de propósito.
- Sério? Que bobagem. Acho melhor vocês esquecerem isso e prestarem atenção na leitura, isso é importante e está muito interessante.
- Extraordinário! É muito raro ouvir a terê elogiando uma matéria.
Elas silenciaram e voltaram à atenção à aula, menos Chris. Quando a garota olhou para Peter ele a olhava e se assustou com seu semblante bravo. Então apontou para o bilhete no chão e disse sussurrando à ela: “ Abra e leia”.
Chris demorou em entender o que ele queria dizer, quando finalmente entendeu feze abriu o bilhete que estava amassado. Lá dizia: “ Preste mais atenção no Charles. Ele pode te surpreender” A garota o olhou sem entender nada e ele simplesmente deu com os ombros, sorrindo e voltou à leitura da aula.

Início - Onde tudo continua


  Você pode pensar que "Um amor no fim do mundo" seja um livro como qualquer outro que nem muito sucesso fez, ou, pode até pensar que é um daqueles livros que tem tudo para dar certo. E é claro, o que você pensa é muito importante, afinal é você, leitor, quem decide o futuro de uma nova obra. Porém, antes do pensamento do leitor vem o pensamento do escritor, pois se ele não pensar de uma forma criativa e agradável o leitor não pensará desta forma. Ou você pode achar subjetivo. Realmente, é muito subjetivo. Vai depender de cada um, ao ler o livro, o que irá pensar.
    Quando escrevi essa história pensei de um modo como sempre muito difícil de explicar. Uma coisa eu garanto, fiz pensando em fugir da realidade e entrar no mundo dos meus personagens. O que mais quero agora é ter vivido com eles tudo o que eles passaram. E você, leitor, está afim de viver lá também? Tenho certeza que você somente irá se divertir. É impossivel sair machucado, basta mergulhar e não é preciso saber nadar. Aqui, nesse grande rio você pode até falar sem afogar! Aqui, você só pode sair encantado, se sair como entrou, com certeza é por que nunca entrou.
     O primeiro capítulo chama-se Inicio, mas isso não quer dizer que tudo tenha começado ali, afinal a vida é um grande mistério,a  gente nunca sabe quando algo realmente começou. E outra, o título início é pela minha falta de imaginação. É incrível como eu tenho uma extensa inspiração para contar a história e uma migalha para dar-lhe um titulo à sua primeira parte.
 Preciso ir caro leitor, nos vemos lá, no grande rio.

 A autora, Bárbara Sodré



  Início
“Tenho andado desconte e as ruas já não servem mais
tenho entrado em vilarejos estranhos até demais!
Aqui parece tudo tão diferente, as ruas são cheias de gente, e a solidão está presente em seus corações, e eles tentam disfarçar o inevitável.
Que coisa lamentável é a vida para esses seres.”

     Christine Mengallyie, 1922 Estados Unidos da América


          - Turma, fiquei muito chateado com o resultado da prova de vocês no último mês. E hoje, faremos uma revisão muito importante, e como temos três tempos, no segundo tempo vocês farão um avaliativo surpresa. – disse Magdo, o professor de língua inglesa dos nonos anos, no Elite Institution Magian Collory, um colégio localizado  em Flórida, EUA .
   - Ah, não pode ser professor! Libera a gente e pronto! – berrou Peter Mackter , o estudante mais garanhão do colégio.  Era muito difícil Peter se meter em brigas com os colegas, a escola inteira era amiga de Peter, principalmente as meninas, com exceção de Christine que dizia detestar o jeito popular e metido de Peter.  O garoto sempre achou Christine estranha e afastada, só foram amigos até os cinco anos de idade.
  - Que garoto idiota! Se acha o dono da escola só porque seu pai é um cara famoso e sua mãe uma dondóquinha. Não sei como conseguem gostar dele! – Christine comentou com a amiga Tereza Huffes  que sentava a sua frente desde a quarta série quando chegou da Rússia, onde nasceu.
   - Se quer saber, também acho que devemos ser liberados dessa prova! Onde já se viu, pagamos para ser torturados? – Christine ficou quieta e olhou para amiga com um olhar  contraditório ao que ela disse.
   - Pagamos para estar aqui, e se não fomos bem na prova que paguemos as conseqüências.
  - Você diz isso porque adora contradizer o Peter (risos) – disse a amiga à gargalhadas. O professor Magdo a olhou, espantado, e antes que desse tempo de aplicar um castigo pela interrupção, o sinal para a próxima aula tocou.  Triiiiiiiiiim!
   Os alunos se levantaram e começaram a jogar conversa fora, de repente o gordinho Alex Viazzer apareceu na porta gritando:
   - Lá vem a Dóriiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!  - todos se sentaram rapidamente, de repente uma mulher com uma touca na cabeça e saias até os joelhos, cabelo preso e uma grande pinta no rosto entrou com seus materiais na mão, os jogou contudo sobre a mesa, não se ouvia nem a respiração dos alunos, até que a professora de Ciências disse:
 - Abram o livro na página 55. Alex Viazzer...
  - Sim professora.
   - Quero que leia para mim e seus colegas a página indicada.
  - Sim senhora! – respondeu o aluno.
  Depois de ler o texto que falava sobre átomos e moléculas, Alex ficou em silêncio esperando como sempre que Dóri dissesse algo.
   - Por favor, senhor Viazzer, diga-me: o que você entendeu desse texto?
 Alex ficou quieto alguns instantes pensando no que diria, ele estava com uma tremenda vontade de ir ao banheiro e não conseguiu prestar atenção no texto. Enfiava as mãos por entre as pernas e foi ficando vermelho.
  - Sobre ciência professora.
  - Sério senhor Viazzer? – perguntou Dóri com ar doce e calmo. Mas todos sabem que Dóri sabe muito bem como interpretar e ser boa nisso. De repente sua expressão boazinha logo se desfez em sarcasmo:
 - Não me diga! Se você não me contasse eu poderia pensar que fosse sobre língua inglesa ou quem sabe até, música, afinal, não está na aula de Ciências, e isso tudo aqui é um sonho senhor Alex Viazzer!
  - Desculpe... – disse o garoto tremendo.
  - Desculpas é o que você irá dizer ao diretor depois dessa aula.
  - Não. Por favor, professora Dóri, eu prometo que faço um relatório imenso sobre esse texto. Tudo, menos me levar para a sala do senhor Mackful.
   Dóri puxo Alex pelo braço para levá-lo até a sala do diretor, mas enquanto saia da sala com o menino toda a turma começou a dar gargalhadas. Dóri virou furiosa e gritou perguntando:
 - O que foi seus dementes? – Todos apontavam para as calças de Alex e o menino estava  ainda mais vermelho e suas calças molhadas.
  - Oh meu Deus! – gritou Dóri. – Vá se limpar! – continuou. E todos riram da cara da professora que estava horrorizada como se nunca tivesse visto calças molhadas antes.
   Logo depois da aula da professora Dóri, Christine, Tereza e Jennie,amiga das meninas,  dirigiam-se até o refeitório.
    - Coitado do Alex. – disse Jennie.
   - Concordo. – concordou Christine. E Tereza disse:
   - Me disseram que o Peter já resolveu com o diretor e o Alex foi para casa com os pais.
  - O Peter é muito maneiro!
  - Maneiro Jennie? O garoto é um mimado!
  - Chris! Por que tanta raiva dele?Oras, ele faz umas coisas legais, não custa reconhecer.
    Peter vinha andando em direção as meninas pelo corredor, com seus cabelos castanhos ao vento e seus olhos escuros. Tereza e Jennie se fixaram nele sorrindo,. Encantadas! Christine não se conteve e disse:
 - Será que vocês não têm olhos pra mais ninguém?  Que merda de fixação! – as amigas disseram oi para Peter e Christine seguiu em frente rapidamente para lanchar.
  - Espero vocês no refeitório. – disse às amigas antes de sair. Suas amigas nem prestaram atenção, tinha um garoto lindo para observar, educado e romântico.


 Chris  pegou a fila do refeitório, escolheu um sanduíche, um suco Swee (  muito popular naqueles tempos) e uma maçã.  A frente dela estavam os amigos de Peter.  Os olhava com certa indiferença. Os meninos riam e conversavam sobre beisebol. A garota acelerou os passos e sentou-se no lugar de sempre, a mesa em frente à janela que tinha vista para o pátio.  Lá fora a manhã era linda, cheia de árvores vivas e um sol que ora aparecia sorridente, ora desaparecia entre as nuvens.  Chris penetrou seus olhos em um pássaro lindo que parecia procurar minhoquinhas na terra do jardim que ficava em frente à secretaria.  Fixou-se tanto nele que acabou mergulhando em pensamentos absortos e profundos, e quando o pássaro vôo ela mal percebeu, pois aquela altura já havia mergulhado em um mundo só  dela. Chris tinha esse costume de se perder em pensamentos, e quando voltava à “realidade” (por assim dizer), mal se lembrava em como chegou ali. Eram tantos pensamentos que levavam a tantos outros... Isso era uma das coisas mais estranhas que Peter achava na menina. Muito estranho! Falando em Peter, o menino lindo e mais cobiçado estava entrando no refeitório e foi direto para a mesa dos amigos William, Charles e Bob.
    - E ae pessoal? – disse ele aos outros garotos, sentando-se ao lado de Bob e pegando uma batata do seu lanche de batata frita e “cat-chup”.
   - E ae!- respondeu Charles depois dos outros. Charles era também muito bonito, fazia musculação e seus músculos eram notáveis para um garoto de quinze anos. Seus cabelos eram loiros, mas estavam sempre cortados, tinha olhos azuis como o do pai, treinador de baisebol  muito famoso na Florida. Além disso, Charles era um tremendo narcisista e um cara muito competitivo, defendia sua irmã com todas as forças.  Depois que sua mãe faleceu e seu pai se casou novamente, Charles via na irmã uma parte da mãe... 
  Charles continuou dizendo ao amigo:
    - Peter. Tenho um desafio para você.
    - Diz ai então!
    - Antes precisa me responder. Gostaria de ganhar dois ingressos para o show do Green Peace The K4?
    - Claro! Topo qualquer coisa por isso.
    - Então, preste atenção.Olhe bem hein? Porque se você fizer tudo certo, conforme eu disser, além dos ingressos pode levar a Bela.
    - Caramba! Ta melhor do que imaginava.
   - Não se empolgue tanto porque tem regras quanto a isso... O mais importante agora é o desafio.
   Peter era apaixonado por Bela, a irmã de Charles. Bela tinha cabelos loiros e olhos azuis, assim como as características de seu irmão. Só que Bela, era mais alta, tinha um jeito delicado e ao mesmo tempo superior ao das outras meninas. E Peter adorava superioridade, mesmo sendo um garoto tão bacana e muitas vezes generoso.
    - Fale logo seu porco! – Peter estava ansioso, mas parecia que Charles queria lhe deixar curioso.
   - Ta vendo aquela garota sentada na mesa da janela? A tal Chris...  – ele perguntou.
   - Sim. Muito estranha aliás. – respondeu Peter olhando para a garota que comia tranquilamente enquanto admirava a visão de fora.
   - Pois então meu caro. Terá de conquista-la!
    - O quê? Você ta maluco cara! A última vez que falei com aquela garota foi no primeiro ano...
   - Parece que ela não gosta muito de você Peter. – disse Bob mordendo seu lanche cheio de queijo, mordendo uma batata logo em seguida.
   - Também acho. – disse William
   - Isso é ótimo! Deixa o desafio mais emocionante ainda. Aceita minha proposta Peter? Basta que você passe a ser amigo dela.
  - Posso até acertar Charles, mas não entendo. O que quer com isso?
  Charles levantou seu olhar para Chris, a olhava como Chris olhava o pássaro, admirada, pois é, ele estava mias que admirado. Charles estava apaixonado.  Não disse nada aos amigos, onde já se viu Charles Parker Beckman se apaixonando? Então, ele ficou meio sem jeito até que disse aos amigos:
   - Tô a fim de pegar a gata ué. Ela é diferente das outras...

  No mesmo instante,  Tereza e Jennie entraram no refeitório, Tereza pegou uma maçã, para preservar seu corpo magro e sua pele rosada, já Jennie atacou os sanduíches de queijo e baicon, um Swee e uma barra de chocolate.
     - Oi Chris! – disse Tereza sentando ao lado da amiga.
    - Oi terê.
    - Voltamos! – disse alegremente Jennie, prestes a devorar seu lanche.  Christine sorriu e deu a última mordida em seu sanduíche.
    - Vocês falaram com suas mães sobre irmos no show do Green Peace The K4, sábado que vem? – Jennie perguntou.
    - Bem lembrando Jennie, eu falei com meu pai, e... Ele deixou!!!
    - Sério terê? Que incrível! – exclamou a gordinha – E você Chris, vai poder ir?
    - Não sei meninas. Na verdade vou poder ir porque meus pais estão viajando e só fiquei com a Jullie. Mas, não quero ir.
   Jullie era a babá de Chris desde que ela era apenas uma garotinha de três anos. Quando Jullie chegou da Espanha com seu filho Ricardo, três anos mais velho que Chris, ela precisava de um trabalho e logo achou a residência da família Mengallyie.

 CONTINUA...

Um amor no fim do mundo

"Um amor no fim do mundo" relata a história de Chris e Peter. O que o leitor terá de descobrir é qual grau de relacionamento eles se enquadram. Chris acha Peter um popular, apenas um popular. Peter a vê como uma estranha. E todos vêem Peter como o garoto mais cobiçado, bonito por dentro e lindo por fora.
  Charles, amigo de Peter, é apaixonado por Chris e pede ajuda ao amigo, que é apaixonado por sua irmã. É tanto amor! Tanta juventude, tantos mistérios.... O mais importante é saber que um trabalho de história, um show do Green Peace The K4, um estranho livro e um portal, podem levar os adolescentes à outra época, no mesmo lugar. Eles terão que salvar os EUA no passado para poder viver no presente, e ainda por cima.. Terminar o trabalho de história! Será que é possível?