Hoje é meu aniversário. Ontem, sexta-feira, estava ansiosissima para chegar logo em casa. Não via a hora de entrar no blog e escrever, me veio uma inspiração sem igual. Ano passado postei dois textos aqui sobre meu aniversário. Ficaram podres! Não gostei, não me agradou, mesmo assim postei. Afinal, sendo ruim ou bom, é o que se deixa do que passou.
E hoje, dia doze de junho de dois mil e dez eu estou torcendo para que as postagens deste ano sejam mais construtivas e me agradem mais, afinal, todos queremos postagens felizes. Quero dizer, postagens que de alguma forma se comuniquem com o leitor. Ah, eu falo muito! Muito mesmo. Há treze anos atrás eu acabava de nascer, tinha tranquilidade... Minha mãe me conta que eu não chorei quando nasci. Ela perguntou ao médico: " Cadê a bebê doutor?" Não se escutava, mas eu estava lá, foi quando o doutor teve que dar algumas palmadinhas no meu bumbum, então, finalmente chorei. Dizem que o bebê ao nascer tem que chorar para ser saudável, eu custei a chorar mas nasci com muita saúde.
Aos seis meses de idade, pela primeira vez na minha vida, peguei em um lápis e tinha em minha frente papéis, aquele foi meu primeiro contato com a escrita. Passados nove meses, eu já andava. Em 12 meses dei a primeira palavra e já comecei a formar frases.
Nasci as oito e meia da manhã, com um frio lascado. Nesses treze anos tive tantas certezas de tantas coisas, e quanto mais eu tinha certeza mais em dúvida ficava. Aos seis anos tive meu primeiro namoradinho. Ele chamava-se Felipe e seríamos felizes para sempre, segundo meus precários sonhos. Eu cresci, quis várias vezes ir para a Itália, mas minha tia me sacaneou, me levou ao shopping dizendo que lá era a Itália, e seguiu, voltando mais tarde. Desde pequena adorava a Itália.
Desde pequena experimentei a sensação de entrar em uma passarela, de escrever músicas, de atanazar vizinhos, de andar descalça pela casa, de dizer verdades, de ajudar amigos, de deixar amigos,de encantar as pessoas, de não dar atenção às pessoas, de amar amigos... Eu era uma criança estranha, detestava chocolate e só chupava sorvete de morango da kibon.
Pois é, eu cresci muito, almejei sonhos e objetivos. Conquistei a felicidade a todo instante. Reclamo muito até hoje. Tenho meus vários defeitos, mas adoro um abraço, um sorrio, um amigo, uma gargalhada. Sou as vezes chata, fria, orgulhasa e enjoada. Mas, quem liga? Já aturei gente muita chata nessa vida.
Sou de gêmeos e não há nada que me agrade se não um bom papo, uma conversa desafiadora... Me julgam por ser distante, ser uma geminiana muito racional e de falar muito. Ai, eu peço paciência. Nem eu me entendo direito, se quer aprender a lidar comigo não leve a sério minhas brincadeiras. E saiba reconhecer quando estou sendo séria, acredite nas minhas afirmações, e nunca, nunca diga que estou mentindo. Não faz meu porte. Sou atrapalhada; cresci assim. Sou péssima na cozinha e nem meus ovos fritos dão certo. Sou distraída e não presto atenção na maioria das coisas. Viajo sem pensar em nada...
As pessoas são seres difíceis e engraçados. Tenho poucos amigos, justamente porque sei o significado valioso da palavra e lhe atribuo a privilegiados. Assim como sei que não sou amiga para muita gente. Prezo mais que tudo a amizade, sou desoconfiada de tudo e de todos e sou tão boba ao mesmo tempo. Já perdi muitos amigos porque pensaram que nunca fui amiga, pelo fato de meu afastamento. As vezes eu me afasto sem querer, não é porque cansei da pessoa, afasto simplesmente por afastar, mas nunca deixo de lembrar. As pessoas me traduzem da forma incorreta, e se enganam facilmente.
Tem muito mais coisa nessa minha vida. Hoje, meu aniversário, finalmente um texto mais decente e as coisas só tendem a melhorar. A serem mais claras. Parabéns a todos os geminianos! Feliz aniversário. Hoje, eu acabo de nascer.
Entendendo nosso mundo de estações
Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.
Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.
Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!
E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.
Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.
Um mundo de estações.
Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!
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Bárbara Sodré
Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.
Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!
E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.
Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.
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