Entendendo nosso mundo de estações

Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.

Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.

Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!















E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.

Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.

Um mundo de estações.














Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!

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Bárbara Sodré





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domingo, 2 de maio de 2010

Reporter X O mistério dos cabelos curtos

 Sabem os jornais? Não aqueles que vemos e compramos nas bancas, ou que assinamos, e já que é diário, lota o porão disso.  Digo jornal, telejornal mesmo. Aqueles que aparecem sempre na televisão, onde existe uma bancada e normalmente duas a três pessoas sentadas levando notícias ao bom telespectador. É, aquele jornal antes da novela das oito... Falando nisso, esse telejornal que acabei de mencionar é o Jornal nacional(JN), que está na telinha brasileira há  mais de 40 anos.
    Nunca gostei de jornais, só do Jornal Hoje da Globo, não sei porque, mas adoro as reportagens de lá, e o harário que passa. Atualmente, tenho percebido algumas semelhanças nas mulheres que apresentam os telejornais, ou nas que fazem reportagens. A maioria (principalmente da Globo), tem cabelo curto. São aqueles cabelos curtos bem curtos mesmo, pode até serem, alguns, "chanel". Alguns exemplos: a ilustre Fátima Bernardes, mulher do William Boner ( oooh! ninguém sabe neh? ), Sandra Anemberg, Sandra Passarinho... Entre outras, das quais não me recordo  nome, mas existem!
   Gente, nada contra cabelos curtos, mas eu gostaria de entender. Eu não teria cabelo curto... Aos 10 anos pensava que se eu fizesse faculdade de jornalismo, a Globo nunca me aceitaria porque eu me negaria a cortar o cabelo! Isso é um caos! Meleca...  Pra quê o cabelo curto? Para parecer mais séria? Economizar shampoo? Não entendo! Partindo para hispoteses mais intelectuais, issod eve ser lá de antigamente, quando menosprezavam as mulheres, e nãoa creditavam em seu potencial como em profissões... E por isso, quando começaram a dar abertura para as reporters, exigiam cabelo curto para que, a masculinidade continuasse? Vai ver, já que ficam muito sentadas, o cabelo curto serve para deixá-las mais altas. Sei lah viu... Só sei que isso é muito estranho. Muitas delas têm.
    Digo ai, são esses os fatores de atração e repulsão, tudo que existe tem esses fatores. Fatores de repulsão do jornalismo para nós mulheres: ter que cortar o cabelo. Fatores de atração: gastar menos com produtos para o cabelo.   Alguém pergunta pra Fátima, por favor? Obrigada.

BS

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