Entendendo nosso mundo de estações

Era aquele o meu mundo... Eu sabia desde que acordei dos meus sonhos. Eu senti. Quando vieram os problemas e angustias, eu dormi, e enquanto sonhava, estava no inverno. Era frio e eu parecia ter medo e não ter proteção; eram ventanias levando consigo as folhas de meus sonhos.

Depois, eu dormi novamente. No outono, eu estava em busca de sonhos, recomeçando um novo ciclo, deixando para trás o que se foi e nascendo com as manhãs. Era outono! As folhas caíam, as flores estavam em pleno processo de crescimento, e era eu que junto a elas crescia, também.

Dormindo novamente, eu senti que estava tudo diferente naquele mundo: as flores eram vivas e cheirosas e toda brisa se espalhava como uma criança correndo entre as colinas. Vinha aquela chuva fina entre os raios de sol e as árvores tinham suas folhas novamente. E eu, dentro de mim, acreditava novamente na vida, havia vencido os problemas, tinha ido em busca de sonhos e em mim também era primavera. Era tudo tão lindo, e as flores estavam por toda parte, o sol brilhava entre tantas elas, e logo uma brisa soprava e tinha perfume de primavera, de sol tocando no mar, de água fresca no vale, e isso era porque eu estava em um novo amor, em novas amizades e sonhos... Era verão!















E sempre será assim dentro de mim. Foi isso o que aprendi. Nossa vida é um sonho, dentro dele dormimos para mais tarde acordar. E dentro de nós há quatro estações que estão intensamente ativas dentro de nossa alma, e o que importa é aprendermos que depois do inverno ainda existe um verão. Que cada estação da natureza tem sua função com o ambiente, e cada estação dentro de nós tem sua função com nossa alma.

Grandes vitórias necessitam de grandiosas batalhas.

Um mundo de estações.














Bem - Vindo, welcome, bienvenida, willkommen, accueil, Добро пожаловать e benvenuto!!

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Bárbara Sodré





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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

O trem do renascer

"O ano termina e começa outra vez..."     
       
  Como sugere o costume de anos e anos, e anos, e anos, e anos... A terra termina seu ciclo em torno do sol. O ciclo de translação da terra nos sugere uma tremenda e completa volta. Cercada de milhões de acontecimentos... E um único acontecimento, que, apesar da demora, se conclui em algum momento. Assim como os outros planetas do nosso sistema, a terra gira em torno do sol, sendo um ciclo longo em comparação ao ciclo de outros planetas e, curto, em relação aos de outros... Enfim, foram 365 ciclos de rotações que nos conduziram a 365 dias, naturalmente.  E assim, termina ano e sai ano.
    Eu nunca conheci alguém que me dissesse passar sua virada de ano pensando  cientificamente, (desta forma). Nos planetas, na translação, nas rotações... A maior parte das pessoas que vejo por ai em todos os lugares do planeta, pensa em renovações epirituais, em novos planos para seus relacionamentos, em uma nova decoração e harmonia dentro de casa... Promessas, metas. Pontos de vista fora do exato e dentro do emocional, dentro do que gostamos de pensar, dentro do que nos impulsiona a cada ano. A cada dia trinta e um de dezembro.  E para mim, também não é tão importante saber se a terra irá começar a  girar novamente até completar o ciclo depois de várias rotações... quanto a magia de sentir, de saber, que a partir de "agora" serei livre. Pois me libertarei de tudo oq ue me prendia ao ano que se foi. De tudo. Para uns é bom, para outros não, e, para os demais é as duas coisas juntas.
  Por isso, independemente de translação e da lista de promessas e renovações guardada na gaveta, comece por hoje a ser mais você, sendo você mesmo e formatando cada errinho, e mantendo cada qualidade. Seja mais a vida e sorria por mais vezes. Comece hoje, não importa que dia seja hoje ( se o ano começa ou termina hoje),comece a ser menos preocupado com o passado, mais atento com o presente elogo não terá mais grilos com o que passou recentemente, terá um próspero futuro pela frente...  Não tente ser o certinho sempre. Quando não se sabe como se faz, simplesmente aprende tentando sem nenhuma culpa por ter errado. Errar é aprender e com o tempo você vai acertando.
   Para 2011, simplesmente viva cada dia. A cada nova manhã, comece novamente um novo ano. Nãod eixe que esse espirito de renovação que sempre bate a porta em finais de ano, se perca ao longo do mesmo. Faça de cada dia um novo ano, um novo desafio, uma nova promessa, uma nova e surpreendente caminhada. E assim, você terá vivido trzentos e sessenta e cinco anos em um período popularmente chamado de um ano. Por isso, pense bem sobre seus planos para 2011. Pense bem nas suas promessas e renovações. Mantenha o espirito da ansiedade e esperança durante o ano todo.E não precisa estar SEMPRE feliz, basta acordar um dia de cada vez acreditando, que, as coisas têm um caminho natural para se seguir e que tudo tem chance de dar certo ou errado, e isso não depende de você. O que depende de você é decidir se o copo está meio cheio ou meio vazio, se tudo acaba ou não da maneira certa.
   Eu desejoa todos um ótimo ano cheio de renovações constantes. Eu tenho certeza de que ele nos trará surpresas,alegrias, novidades e intensidade. E mais certeza tenho ainda de que, ele virá e como sempre, começará outra vez,trazendo, como um trem, novas bagagens, novos passageiros, o velho motorista e uma nova história de uma antiga e conhecida cantiga. FELIZ 2011!  

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O amar as pessoas


As pessoas possuem qualidades
Basta ver de verdade
E averdade nem sempre é explicita
É intrigante, pois nos obriga a olharmos melhor.

O importante é perceber, que,
Tudo o ue é, é pra ser
As pessoas que vêm e a spessoas que vão
Não dá para prever
Dá para amar, mesmo que difícil seja.

Então, por que amar as pessoas
se por vezes não dá certo as coisas?
É importante, pois muitas vezes, nem tudo dará certo,
No final, demosntrar é o correto!

Não só ame, também demonstre
Curta as pessoas, os amigos
que fazem parte da sua vida.

Esqueça os dias cinzas,
os defeitos que todos têm.
Pois, na vida o que vale
É AMAR ALGUÉM



 Que ainda este ano, em sua lista de renovações e propostas para 2011, você inclua, com muita convicção, a frase:  AMAR MAIS. Ainda que, você já ame muito, coloque mesmo assim, pois nunca há limites para carinho. Demonstre do seu jeito, mas não se esqueça de fazê-lo. FELIZ 2011!


BSM

domingo, 26 de dezembro de 2010

Para dar certo


Viver é sonhar para sentir a doce emoção... Viver nunca é em vão, porque cada passo que damos nos leva a algum lugar, nem que seja para sofrer ou para alegrar. As coisas não podem sempre dar certo justamente porque dar certo depende de você, e você só vai aprender a correr quando souber dar passos sólidos, cair e mesmo assim erguer-se, porque para dar certo é preciso saber o que fazer, e só errando você vaia prender.

 Bárbara Sodré Marinelli

Basta querer

Estudar não é difícil, o difícil é querer, aprender que pra tudo tem hora e é preciso conhecer. Conhecer o tal lugar onde se vive, suas criaturas e seus mistérios... Entender porque o infinito é dividir por zero.
   Aprender é necessario e talvez tenha segredos; muitas vezes é difícil se concentrar a aula inteira, o desejo bate forte, você imagina um vídeo-game,um computador, e seus patins, imagina até a novela da tarde... Vem que vem uma vontade!
   Mas é preciso saber que pra tudo tem sua hora, estudar também pode ser divertido basta saber porque. É tudo relativo: o professor, diretor, coordenador e você! Estudar também pode ser divertido, basta você querer, quando se tem conhecimento na mente e expansão de idéias também se tem mais sucesso diante das oportunidades, se cria um valor especial. Não importa o motivo um problema sempre tem solução, basta que você queira descobrir o quanto estudar  é bom!

 Bárbara Sodré Marinelli

 Feito para os que, por vezes, encontraram-se diante do dilema dos estudos e do estudar. O texto foi feito para um trabalho escolar durante o ano e tem inspiração no tema da obra "Coração na rede" de Fernanda Wendel.


P.S: O twitter da escritora é "fernandawendel"
Talvez você se interesse por alguma obra...

domingo, 19 de dezembro de 2010

Nem sempre você estará vivendo a época certa. As vezes eu queria voltar no tempo e viver tempos novos e velhos. Velhos novos tempos, que me trouxessem pessoas melhores, ideais... que por mais que fossem destorcidos, fossem ideais totalmente surreais, porque a realidade não é lá aquelas coisas.
   Ah, o século XIX!


Existe uma forma de acreditar em seus planos. Isso se chama  SONHAR. E quando se fala em sonhar não se fala impossível, se fala em querer, e só vai depender de você o valor da tentativa.
  Sonhar nem sempre vai ser bom ou perfeito. O desejo é bom, as circunstâncias em que pensar nele e que vives por ele, é que pode variar. Mesmo assim, não importe-se com as circunstâncias ao ponto de ser covarde. Importe-se ao ponto de ter a coragem de tentar. Esforce-se, e por mais, que, seu sonho pareça distante demais, acredite. Pois os desafios fazem parte do plano e depende de você, determinar se ganha ou perde, se acredita ou desiste, se sonha ou faz de conta que sonha.
" Somos, todos, coordenados por motivos"
    
 


  No coração que bate, e que o destino seja bater.
  Que bate na alegria e no sofrer, deve ser sempre
   luz; a luz do bater, do dar e receber.

  Peço-lhe humildemente, jovem coração,
  que  mesmo enraizado em alma grande e destinado a grandes sentimentos,
   que não pare de bater em nenhum momento. 

   Da vida tão deslumbrante, do sol que faz verão
   do ser humano que passa fazendo confusão onde Deus criou paixão.
   Que todas essas coisas, plantadas em solo, hoje
   livres de um futuro e fruto de um passado,
   Sejam na terra planta fértil e no céu, constelação,
   e os males desse mundo um dia sumirão,
   restando ao bondoso o sim, e ao ganancioso, um não.
 

sábado, 20 de novembro de 2010

Estou aprendendo que a vida é bonita demais, e o que aprendemos ninguém tira de nós.
  Bárbara Sodré Marinelli




Eu aprendi diversas coisas durante anos de vida, aprendi a dizer obrigada, a pedir desculpas quando errada, a ler, a andar, a criar vinculos... Aprendi tantas coisas, e hoje, eu sei, que uma das melhores coisas que temos é o fato de estarmos vivos e de conviver um com o outro. É por isso, que, eu, mesmo sabendo dos risco que corro ao viver, ainda quero estar com as pessoas ao meu redor,ainda quero aprender muito e quando eu sentir, criar novos vínculos, formar novos amigos e contiuar a viver. Porque a vida sempre segue, simplesmente. E ninguém pode impedir isso.
  A minha vida inteira será de constante felicidade, por mais que eu chore, ainda estarei vivendo.  

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O Atliê de Sonhos

O legal da vida é que ela é diferente de um monte de dominós lado-a-lado, você pode dar o primeiro passo, mas até dar o último, pode ter mudado quantas vezes julgasse necessário.



Hoje eu tive  um sonho, e eu sabia, que ele, apesar de sonho era real. Pude sentir por cada passo que dava. Aquele lugar era tão grande, tão cheio de coisas, e por mais que eu me surpreendesse,  parecia que a cada passo algo novo poderia me surpreender ainda mais.
   Eu percorri corredores extensos , neles, haviam fotos de momentos dos quais eu me recordava. " Olhe só! O último verão... A viagem que fiz com as... Hey! Olhe só: a última ceia de natal com a família." Havia fotos que me  faziam pular de intensidade. " Oh, meu Deus! Não acredito que seja aquele final de semana incrível!" Pois é, as coisas naquele corredor eram muito comuns à minha memória. Dei vários passos, via muitas fotos e me intriguei pelo fato de haver tantas fotos em momentos que eu nunca havia tirado aquelas fotos, a não ser outras... Mas aquelas... Aquelas eram diferentes. Eu me via tão feliz naquelas fotos. Em certas, nem ao menos me reconheci.
   O lugar era cheio de portas. Quando resolvi abrir a porta número três,  as coisas pareciam muito infantis lá dentro. Bichinhos de pelucia, brinquedos de fazer barulho, um berço, e ,dentro dele alguém dormia. Tentei não fazer muito barulho. Pisei em um patinho barulhento. Quanto medo me deu de incomodar aquela pessoinha no berço. Mais à frente, vi um teclado pequeno e vermelho. Me espantei ao me lembrar de que, quando bebê, eu tinha um idêntico àquele. A bebezinha no berço dormia tão suavemente...  Eu a observava atrás da grade de proteção do berço. Resolvi tocar uma música, que aprendi nas últimas aulas de teclado. Era The day perfect of my life... Me senti tão bem naquela situação. A bebê, tão serena ao dormir, gostou do que eu tocava ( era o que parecia). Ela era tão semelhante a mim; quase tive a certeza de que éramos realmente a mesma pessoa.
  Na porta de número  7  havia uma fresta de luz entre um espaço meio aberto. Resolvi entrar ( 7 é um número de sorte!).  Lá era tudo iluminado. Fui parar onde nunca pensei estar novamente. Era a casa onde cresci até minha juventude. Ah, quantas lembranças! Daz vezes em que bati tambor invantando letras de músicas, imitando artistas famosos, montando casas de bonecas, nanando bonecas, escrevendo em diários, marcando altura na parede, assaltando a geladeira de madrugada, jogando videogame e jogos de montar... Meu Deus! Foram tantas as vezes que pisei descalça naquele piso, furei dedo, machuquei joelho. E para completar, a vez em que resolvi colocar meu brinquedos à venda para pode fugir de casa... Quando tranquei a chave dentro de casa e não consegui entrar...
    A casa estava vazia, batia um sol do momento da tarde que eu mais gostava. Um gato perambulava pelos corredores, um pássaro assoviava na gaiola e um cachorro brincava com uma bolinha. Eu os conhecia. Conhecia aquele lugar; senti um arrepio. Senti saudade de muitas coisas. Então, sentei, abracei minha almofada preferida e sorri, e chorei.
  Percorri portas incríveis, algumas estavam totalmente vazias.  Vi momentos da escola, as gargalhadas com os amigos, as inusitadas cenas que só se viam lá, no meio daquelas pessoas... Senti muita saudade. Me lembrei das vezes em que deixei de fazer algo que devia ter feito e acabei me arrependendo sem ter como voltar atrás. Mas eu sabia que tudo havia valido a pena. Eu sabia que as alegrias que eu vivi foram capazes de superar as coisas que perdi. A vida se encarregou de desenhar cada detalhe, de escrever tudo de volta, sem borrachas...
  Finalmente cheguei em portas, que abriram minha memória para a tensão passada antes do vestibular, a alegria em ter passado no mesmo e a empolgação pelo o que viria pela frente: o cinema, os amigos que me fizeram muito feliz, e tantas outras coisas... Pois é, eu tinha visto toda a minha vida. Portas que me levavam a momentos de extrema felicidade até momentos em que eu fui extremamente triste. Ah... outras vezes eu até mesmo ri da minha própria cara.
   Na penúltima porta eu vi a última vez que estive com as pessoas eu eu realmente amava. Fazia tanto tempo... Tive vontade de abracá-las, de trazê-las pra perto de mim de uma forma que eu sentisse o perfume de cada um mim, para sempre. Não consegui. Não consegui abraçá-los. Não consegui dizer o quanto os amava, e o mais estranho era que eu necessitava muito disso e não sabia o porque, nem ao menos o que fazia naquele lugar.
  O que eu sei, é, que, nunca mais acordei daquele sonho e nunca mais voltei àquele lugar espetacular. Vi toda minha vida e senti uma vontade tamanha de não ter mais que não voltar, mas era tarde. As pessoas que amo... As coisas que vivi... Fiquei tão feliz por ter tido tudo isso, e mesmo com lágrimas nos olhos, eu segui em frente.
   Antes de fechar a última porta, pensei nas que estavam vazias e foi nessa hora que meu coração sentiu-se acelerado: havia coisas em minha vida, que eu tive  anos para preencher, para fazer alguém feliz, para mudar um habito e fazer renovações... Tive tanto tempo, e se eu tivesse dado mais importância, talvez essas portas me levariam a lugares cheios e saudosos. Mas não. Eu não preenchi aqueles espaços em minha vida e agora eu precisava ir, não dava mais tempo, uma luz no fim do corredor atravessava uma porta e eu precisava alcança-la. Era hora de conhecer outras portas, de preencher novos caminhos que eu mal sabia quais eram, e o que mais me importava agora não era para onde eu ia e com quem estaria, mas sim, com quem estive, onde estive e onde deixei de estar.
   É por isso que erramos muitas vezes na vida; por não preenchermos espaços, por termos tanto medo, tanto conformismo, tanta vontade de adiar cada passo. E depois... Bem, depois... Pode ser que haja saudade, mas não dá para saber o que há depois da luz, atrás da porta...  Construa seu ateliê de sonhos da uma maneira que possa sorrir na maioria das vezes ao vê-lo, construa-o com o coração até que ele esteja completo. 

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Um tchau

E ai, gente! Como vão as coisas, queridos leitores/membros? Espero que estejam bem.
  Vocês devem estar achando estranho eu estar escrevendo assim,só apareço aqui com texto e poema, a gente nunca bate-papo. 
 Eu estou aqui porque  já é mais de uma hora da manhã e eu estou: estudando inglês, falando com uma amiga, escutando o CD do Legião Urbana e perambulando pelos blogs que eu sigo. Algumas coisas interessantes: um dos blogs vai dizer qual o feminino de pastor-alemão... Pastor-almeão fêmea? Vamos ver, né? Outro tem os poemas do último sarau literário...
   Bem, eu parei o último conto(Um amor no fim do mundo); falta de motivação, apesar de que tem uma pessoa que me pediu desesperadamente que eu termine logo o "livro", porque ela quer ler... Estou esperando minha máquina de escrever. Algumas frases, textos... Depois eu coloco aqui. Às vezes eu acho que esse blog não vai "vingar" nunca. Portanto, meus amigos,  vou demorar um pouco para voltar a postar. É bom vir aqui, mas já virou um monólogo. : // Estou bem decepcionada com o caminho disso tudo; deixa quieto então... Daqui a pouco eu dou uma de inconstante e volto aqui com um texto bem como os dos últimos tempos.
  Beijinhos pra todos que estão vendo ( se tiver alguém).

sábado, 4 de setembro de 2010

Mais um retirado do baú e direto para os achados e perdidos.

 Eu quero sentir sua força de amigo
Eu quero que vivas aventuras de monte comigo.
Eu quero o seu sorriso brilhante
Seus conselhos valor diamante!

 Eu quero tua voz de força
Mais puro abraço nos momnetos de fracaço.

Eu quero sentir a sintonia que a vida nos deu.
Eu quero, agora, sair por aí correndo
Eu quero meu amigo ao meu lado correndo ou caindo.

Eu quero os mais fortes conselhos de amor.
Eu quero o meu amigo comigo, seja onde for.

E a noite tomando um po de leite,
olhando as estrelas da janela a conversar.

Eu quero meu amigo, um irmão para aconselhar.
Eu quero você meu amigo
Lhe aconselhar nos maiores perigos.

Em fim, eu quero você para sempre meu amigo.
Simplesmente desta forma: seus defeitos, meus defeitos
e troca de qualidades.
Momentos de diversão que trazem saudade.
Para sempre amigos!

30-12-08
  Bárbara Sodré

Achados e perdidos

Esse poema eu tirei do baú... Ele faz parte dos achados e perdidos.
Apesar de não estarmos em época natalina eu resolvi postar.



É natal, um momneto especial
Sinto a alegria de uma criança
Sinto em meu coração um pingo de esperança
Paz... Toque o sino pequenino
É natal, um momento especial

A magia está no ar e contagia meu mundo com um modo de olhar.
Toque o sino pequeno, nasceu Jesus menino.
É natal, um momento especial.

24/12/08

Bárbara SOdré

sábado, 21 de agosto de 2010

A CANECA DO ESCRITOR




  O escritor é aquela pessoa que, sendo famosa ou pouco conhecida, algum dia será lembrada por sua manifestação silenciosa e mística pela vida, que é a escrita.
 Ele vai contornar céus a fora em busca de apenas quem ele é, sem tirar nem por. Ele será lembrado por suas palavras, por suas idéias que um dia foram transcritas para uma folha, e hoje, são passadas de geração por geração. E assim sempre será. Desde a Grécia Antiga até os tempos modernos.
   Cada escritor, tem aquela mania gostosa de ser um escritor. Ser um escritor é um mito. É fazer parte de um grupo onde há diferenças, ma sonde todos gostam do que fazem. E dentro das particularidades do profissional da escrita, vemos uma xícara com algo dentro, uma mesa cheia de papéis e uma gaveta, um computador ou uma máquina de escrever. Vemos um ambiente totalmente misterioso dentro de sua própria facilidade para ser compreendido. Dentro de esferas invisíveis, porém totalmente perceptíveis aos sensíveis.
   A caneca do escritor sempre está cheia, carrega seus momentos como um amigo sempre ao lado, a caneca do escritor traz um gosto bom, guarda um liquido mágico, que dá forças, que esquenta quando tudo está congelando e tirando todo o entusiasmo de continuar, e que acorda... Acorda para um novo dia. A caneca do escritor faz parte de sua intelectualidade, não está no papel, mas faz parte de toda e uma eterna trajetória. A caneca do escritor as vezes fica pela metade, e resta saber: meio cheia ou meio vazia? E agora? Agora ele vai lá e escreve, então descobre que quanto mais bebe naquela caneca mais ela enche, e enche, enche...
  É impressionante a voracidade com que a caneca nunca esvazia, Por mais que a vida termine, a caneca sempre permanecerá cheia.  Essa é a caneca do escritor! Ela carrega segredos que nem ao menos o escritor é capaz de entender, ele apenas sente, e sentir basta para escrever.
  Escrever é nos dar a oportunidade de relatarmos aos outros o que temos. E o que temos não precisa necessariamente existir. Simplesmente temos. Escrever é isso. Não há avareza, não há egoísmo. Eu te dou o que é meu e recebo algo em dobro. Essa é a caneca do escritor.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Eu sei que as coisas correm simplesmente; a vida anda como um trilho de trem, segue... simplesmente segue. A vida é tão deslumbrante. Esqueça as vezes que teve que chorar, ou os dias que recebeu uma notícia ruim, as vezes que não soube ser melhor. Esqueça os arrependimentos, as culpas, as mágoas e tudo aquilo que, algum dia, não fez bem para sua vida.
Lembre-se dos momentos em que sorriu de verdade, em que sentiu na alma que aquele momento seria inesquecível, lembre-se deles como se estivesse vivendo-os agora. Sem pressa. Lembre-se das viagens de férias que hoje estão gravadas em fotos que revelam alegria e felicidade. Momentos bons aqueles, não foi? Lembrar pode doer, já que a gente sabe que tudo acontece uma única vez na vida, nos mínimos detalhes.
Talvez tudo isso, todas as alegrias, todos os dias de passeios, risos e amizades sejam suficientes para esquecer e para fazer-se superior sobre tudo o que um dia doeu. Mesmo não querendo me intrometer, quero e vou dizer: não é relembrando momentos velhos e bons que, se esconde uma dor, a vida não funciona tipo " esconde-esconde", um dia ruim só é superado quando você consegue fazer melhor amanhã. E por mais que você esteja bem, acredite, ainda dá para fazer melhor amanhã. O melhor não limita-se, ser melhor é simplesmente inovar a cada dia, de uma forma cada vez mais desancada e criativa.
Não omprometa-se a nada, não cobre nada dos outros e de si mesmo. A vida traz muitas supresas, e os melhores dias de nossas vidas são aqueles em que fomos capazes de transformar oi simples Bom dia, em um milagre de vida. Acredite! Os problemas não são suficientes para serem um problema em nossa vida, eles são o que nos faz crescer e você smepre terá força para ir cada vez mais alto.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Trabalho das oficinas

 A notícia abaixo foi criada na Ofina Pedagógica, com orientação da professora Cláudia, e trabalhamos com notícias jornalísticas...  É importante ressaltar que a notícia é ficticia, então é só imaginar. Boa leitura!

                         IRMÃO MAIS VELHO MATA CAÇULA

             Polícia averigua detalhes a ocorridos no caso e afirma haver muita coisa a ser descoberta




   Ontem, a cidade de Espirberg, no interior de São Paulo, presenciou um assassinato em família. "Pedro, o irmão mais velho, sempre pareceu um precioso irmão. Felipe Monteiro, o pequeno ingênuo era cheio de carisma" Segundo familiares dos dois irmãos.
   De acordo com testemunhas e os primeiros laudas da polícia, os pais  dos garotos haviam viajado. " O silêncio predominava na casa, o que era muito estranho. O tempo era frio e gelado..."  Disse um vizinho.
   O policial supôs: " Estamos averiguando o caso: pode ter havido uma discussão entre Pedro Monteiro e sua namorada, o que o irritou. Ela testemunhará na quarta-feira".
  Felipe Monteiro tomava café numa xícara, provavelmente com açúçar, pois havia muito dele pelo chão. Havia paçocas junto à xícara e ao açúcar.
   " Eu rejeitei sua gorjeta, pois desconfiei de tanto dinheiro". Contou o taxista que deixou Pedro Monteiro em sua casa.
   Depois disso, supõem-se que Pedro tenha pegado uma barra de aço e torturado o irmão. A perícia confirmouque o menino foi morto lentamente. Rastros de sangue pelo chão mostram que depois de matar o caçula, Pedro arrastou seu corpo até um pequeno açude e o jogou debaixo de uma ponte.
  " Ouvi gritos na casa e achei estranho. Fui até lá e perguntei ao Pedro se estava tudo bem. Ele parecia estranho, me xingou de velha. Sua linguagem estava abaixo  de chulo. Seu deboche foi e é indecente" , relata a vzinha dos irmãos. João Castro, morador antigo do bairro, achou o corpo do menino na manhã seguinte. "A cabeça do caçula tinha muitos cortes e o sangue estava espalhado por todos os cantos".
   A polícia descarta qualquer outra hipótese. " Isso seria tolice. Vamos proceder sem esboços", afirma o delegado do caso. 
   Pedro Monteiro fez exames clínicos e apresentou problema psíquicos. Ele é um jovem psicopata, com maestria na profissão de matar. Ele exigiu um cheque dos pais de vinte mil por mês, enquanto fica no hospíco. " Seu jeito agora é nojento." disse o pai. "Serei vigilante nas orações" disse a mãe. Os dois estão abalados. Porém, cederam algumas palavras à imprensa.
  Espilberg virou uma bagunça depois do ocorrido.
  A casa foi fechada pela família Monteiro. " O pequeno lipe cheio de vida, agora não está mais entre nós, sua missão acabou" lamenta a mãe.
   A polícia irá averiguar a origem do dinheiro que Pedro quis dar ao taxista. O jovem nada revelou. Há muita coisa nesse caso, além do que a polícia já sabe. É por isso que a investigação prosseguirá.




  Lembrando que  a notícia retrata um quadro fictício. 

Poema escrito para um trabalho de história


Roubaram uma cultura, desvalorizaram um povo, desfizeram famílias....
E como se não bastasse, os vendaram feito mercadorias.
 Não apenas enganaram um povo,
 retiraram de suas mãos o direito autônomo sobre sua cultura.
Nos dias difíceis que vieram, souberam como ninguém apreciar a lua, o sol, o mar, o vento e a chuva. Sofreram com injustiças, apanharam e foram mortos, muitos jogados ao mar, como animais sem alma, imprestáveis com prazo de utilidade.


 Que triste! Retiraram de seus lares, arrancaram-nos de suas terras,
 Os nativos encantados, mal podiam imaginar, que aquela chegada de gente “branca”, muita coisa iria mudar.


E meio a uma longa viagem, viu-se ali o que até hoje podemos provar:
Negros sujos, escravos suados, quase mortos de tanto sofrer, deitados em chão imundo, sem comida digna para comer, maltratados como bichos, sendo que nada tinham feito. E mesmo que tivesse algum erro cometido, que ser humano merece ser exposto a tão grande perigo injusto e maldoso? Tudo isso, apenas por ouro e riquezas.


Levados em correntes pesadas, mulheres sem roupa, sem nada, crianças perdendo da vida o melhor: o sonho, a infância e o amor. Homens desacreditados, feridos e maltratados, meio a tanto horror. 
 Uma raça ferida eternamente por caminhos sangrentos, por injustiças penosas, preconceitos que permanecem até hoje... Perderam muitos... Perderam seus ideais.

 Chegando em terra, poderiam acreditar que, depois de uma viagem triste, onde tantos corpos foram jogados ao mar, algo poderia melhorar. Mas, aconteceu o pior, foram vendidos como mercadorias, trocados como objetos, separados de suas famílias, sem amor, identidade e afeto.

Daí em diante, nosso país foi construído por suas mãos,  meio a tanta escravidão, devemos algo a eles.
Hoje, a sociedade, uma parte que luta por eles, outra parte sem face, sem dignidade, sem cultura e sem inteligência, que teima proceder com preconceito, ignora-os, não olha nos olhos dos negros.

 Fixa na mente, a tão estúpida idéia que negro é “preto”, é suado, calejado e não merece respeito. A esses, meus pêsames; dormiram nas aulas de história, não ouviram falar dos navios negreiros, da história do negro, que pode ter sido suado, calejado e queimado pelo sol,mas,tudo isso, foi por trabalho, humildade.
Pescados pelo “anzol” do homem branco, que chegou em suas terras lhes tentando um sonho inalcançável, esperanças de promessas que nunca chegaram.

Mesmo em tanto sofrimento, não desistiram de cantar, lutaram para manter viva a chama de suas terras locais, lutaram acreditando na dança, no canto, deixando heranças culturais, de bom coração.

E aos preconceituosos, saibam que todo brasileiro que vive hoje, vive por que há muitos anos, certos negros (suados, calejados e queimados), trabalharam em solo nosso e construíram com humildade, esperança e muita força o que hoje aqui temos. Cuidaram do nosso solo, então por que agora, não lutemos por eles?

 BS

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Correção

 Vieram falar comigo sobre a frase: " Decidam-se, não há como existir vida após a morte, ou você morre ou você continua vivendo."  E o que contestaram sobre a interpretação da frase, foi o seguinte: disseram que eu estou dizendo nela que, não existe vida após a morte e que não acredito na doutrina que sigo... Enfim... que somos imortais etc.
   Eu concordei com as observações feitas. Isso é muito importante. Eu quis dizer com a frase o quanto eu acho errado chamarem a "morte' de "morte"! Penso que quando a vida térrea termina, não denomina-se morte, denomina-se uma passagem para uma outra vida. Se chamamos isso de morte, devemos repensar ou nas nossas convicções ou em nossa expressão, se é morte, não há vida depois, se há vida depois, não chamem de morte.   
  Espero que tenham me entendido agora, desculpem se causei alguma confusão. Hehe.
   Valeu pelos toques!

terça-feira, 10 de agosto de 2010


Esqueça o eterno: há coisas que duram uma eternidade e terminam muito rápido.

 B.S

sábado, 10 de julho de 2010

Doce alma

Faço dos sonhos meu salto.
Faço dos sustos sobressaltos de uma vez.
Das noites escuras de luar, eu sei bem que da vida nada se tem de tirar
Apenas tiram de você, conforme os dias passam, já que as coisas mudam tanto.
Perco alegria e ganho pranto, e se me esquecem ou lembram eu me espanto
Não posso ser mais prolixa ou mais errante, mais complicada e tão distante.
Distante de todos e de mim mesma, distante de coisas com bela grandeza.
Sou mesmo tão feliz e ao mesmo tempo, uma aprendiz perdida.
Não obstante, nada sei de tudo isso.
E se pensam em mim, que pensem assim, as horas repetidas me atormentam.
Minha vida, é o que me atento. Preocupo-me tão vagamente sobr coisas dispersantes.
Só pra mim.
Na verdade, sou nada do que pensam que sou, nem poeta, nem artista.
Tanto procurou que cansou, digo calada ,pois, muito tenho a dizer.
Da vida as coisas nada me importam num instante, depois que tudo acaba me arrependo. Mundo que não entendo.
Nessa loucura me arrependo. Loucura psíquica, medo sem malicia.
E os meus sentimentos, tornam-se fragmentados, espalhados diante de um universo limitado.
E a vida, que passa por mim, e a vida que passo por ela? Bela adormecida ou Cinderela?
Dúvidas de corriqueiras loucuras. Loucura de viver sem razão
Se nasceu, vive, se vive morre, se morre onde acaba o fim?
Não importa pra mim. Ou digo não ou digo sim.
Na verdade, nada digo e devo não mentir.
Meu coração que ri, sorri e sofre, fala por mim.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Frases - Pensamentos resumidos

"Nada que é pronunciado é inútil, inútil é um ser calado"
Bárbara S. M.

“A escrita enfatiza muito o eterno, com ela nada se perde, tudo se constrói”
Bárbara Sodré M.

" Essa sempre será eu, e mais nada."
Bárbara S.

" De uma forma ou de outra eu teria de ir de uma forma ou de outra, valeria a pena."
Bárbara Sodré

"Nada será para sempre na mesma intensidade mas tudo será para sempre, durente toda eternidade."
Bárbara Sodré

"Decidam-se, não há como existir vida após a morte, ou você morre ou você continua vivendo."
Bárbara Sodré

" Aquilo que vês é tudo que te faz pensar."
Bárbara Sodré

"Não há nenhuma dor que não cicatrize e não há nenhum amor que nele, dor não exista, mas assim como toda dor esta se tornará mera cicatriz."
Bárbara Sodré

" Te amo. Todos os dias de sua vida renove esta frase, faça dela um motivo a mais para sorrir. Ame tudo o que puder e lembre-se, poderá tudo."
Bárbara Sodré

"Amar impõe dores, limites interno e dúvidas constantes. Amar impõe o belo e a pureza. Ame!"
Bárbara s. Marinelli

" O que mais quero não tem nome, não sei o que quero"
Bárbara S. marinelli

" Deus não lhe daria a oportunidade de contruir sonhos, se eles não fosse possíveis."
Bárbara Sodré

" Acredite no impossível. Tente todo o possível. E crie vitórias."
Bárbara Sodré


" Quando o amor não é verdadeiro, nem a sorte ajuda."
Bárbara Sodré

"Eu prefiro meus erros precipitados á perfeições que não me levam a nada."
Bárbara Sodré

" Pra quê ser igual a todo mundo se você pode ser diferente?"
Bárbara S.

" O gostar é feito de limites, amar é ilimitado."
Bárbara S.

" Viverei o quanto puder, vivi o quanto pude e vivo o quanto posso."
Bárbara S.

"Não podemos exigir das pessoas oq ue elas não conseguem ser, temos apenas que aprender a lidar com isso."
Bárbara S.

"Procure no dicionario a definição da palavra amigo. Achou? Pois é... É muito mais que isso."
Bárbara Sodré

" O verdadeiro amor está em Deus, todo aquele que ama segundo a Deus é capaz de mover montanhas com seu amor."
Bárbara S.

"Existem mil razões, cada um tem a sua, só Deus possui a verdade."
Bárbara S.

" Ser o verdadeiro cristão não se resume em ir a igreja, mas ter uma igreja em seu coração."
Bárbara Sodré

" O mais fascinante em ser escritora é satisfazer aos outros satisfazendo a sí mesma."
Bárbara Sodré

" Se o incomum é o diferente, serei o contrário do comum para sempre."
Bárbara Sodré

" Hoje vejo que a mais linda história ainda será vivida."
Bárbara S.

"Mesmo que eu tivesse todos tesouros do mundo, todo luxo que se pode ter, sem um amigo eu seria apenas o pior inimigo do melhor amor."
Bárbara Sodré

"Se ontem foi perfeito e hoje nem tanto, faça como ontem."
Bárbara Sodré

"Viver é uma composição, primeiro sua mãe lhe dá o título, depois você compõe a primeira frase, cresce e forma versos, aprende e cria estrofes, mais tarde tem sua canção, sua alma é melodia e Deus é o violão."
Bárbara Sodré

" Para fazer da vida o que ela realmente é, precisamos fazer de nós o que nunca fomos."
Bárbara Sodré

" A inspiração não deve vir de fora, deve vir de como você observa por dentro tudo o que há fora."
Bárbara Sodré

" Eu sei que todos vão partir algum dia, dói saber que haverá o dia de chorar pelo adeus, eu sei que todos vão e em mim fica um pouco deles."
Bárbara Sodré

" Eu aprendi a não ter medo do amanhã, mas a esperança de um hoje melhor."
Bárbara S.

" Ontem foi hoje, hoje é amanhã e amanhã será hoje."
Bárbara S.

" Quando vi a satisfação de fazer alguém sorrir não me espantei por ser eu, a mais feliz."
Bárbara S.

" Errar vem como lição e não apenas falha humana."
Bárbara Sodré


" Todos os dias algo está diferente, até mesmo uma pobre alma perdida no mundo."
Bárbara S.

" Somos todos almas perdidas, luzes vagando, algumas se apagam quando dizer morrer e outras continuam brilhando."
Bárbara Sodré

" Definir-se é limitar-se, não me defina pois mudo a cada instante."
Bárbara S.

” Deus fez o céu, a terra e o mar. Tudo o que se vê é obre de Deus. A ciência não contradiz os atos de Deus, ela apenas os demonstra em detalhes”
Bárbara S.

“ Todo caminho possui oscilações, a vida é o mais complexo”
Bárbara Sodré Marinelli

“A verdade não é um bem universal, é ímpar e não existe como propriedade. Existem apenas razões; você tem a sua e eu tenho a minha”
Bárbara S.

“Existem mil motivos para continuar, no entanto, um motivo já fez muita gente desistir”
Bárbara Sodré

“ A vida não é o que todos procuram encontrar, a vida é o que se tem e nunca foi visto. Esse é um problema dos cegos, um problema universal”
Bárbara Sodré Marinelli

"Acredite em você. Você pode mais que qualquer um! Corra contra o vento, nade contra a correnteza mas não deixe de correr atrás do melhor peixe, de seguir a borboleta mais linda."
Bárbara Sodré Marinelli

" Um sorriso pode transformar uma vida e revelar que, é graças à vida que se pode sorrir"
Bárbara Sodré Marinelli

" Sou apaixonada pelo sorriso. Apaixonada pela corrente que se cria, pelas vidas que se transformam. Não é preciso ser um "sorridródomo". Os melhores sorrisos que já vi, vieram do nada"
Bárbara Sodré Marinelli

" Não preciso pensar em nada, dentre as coisas que vi das que mais me encantei, perdi. Esse era a graça"
Bárbara S. Marinelli

" Dizem que sair para andar um pouco evita a depressão, sair para viajar deve salvar uma vida"
Bárbara Sodré Marinelli

" Quando pego a estrada, com alguns amigos e parentes, olho para o horizonte e uma sensação mágica me invade. Viajar tem dessas coisas"
B.S.M

" Viajar tem algo mágico que transforma as vidas das pessoas naquele momento, sempre se leva algo e se traz o dobro"
B.S.M

"Nunca vi o sol nascer, sempre me atraso. Ele deve estar bravo comigo, mesmo assim, não sei porque, volta todas as manhãs. Um dia eu consigo"
Bárbara Sodré Marinelli

" A ausência da luz é o escuro, a ausência de calor é o frio, sua ausência é o meu vazio"
Bárbara S. Marinelli

" Detesto quando as coisas boas terminam, SERIA BOM SE CERTOS MOMENTOS FOSSEM IGUAL A BOLO DE CHOCOLATE: "tava tão bom que eu repeti"."
Bárbara S. M.

Fiquem com Deus, queridos leitores!
E comam muita porcaria,afinal,dá para repetir! E não esqueçam-se de que o tempo nunca se repete, ele sempre se renova.

Campanha


Enquanto ainda estivermos aqui poderemos lutar. De braços cruzados, olhos vendados: onde vamos chegar? Por um mundo mais digno, devemos aprender muitas escolhas, mas a base de tudo é saber escolher.
  Eu optei por um mundo mais digno, mas percebi que não bastava optar. Agir: foi oi que resolvi fazer, mas percebi que sozinho não dá, preciso de você.
 Participe dessa campanha! As eleições vem ai, e qual escolha vai fazer?








        TODOS JUNTOS SOMOS MAIS FORTES.





Bárbara Sodré Marinelli

Uma simples observação

resgatei essa observação do fundo do baú. Estava iniciando a sexta série quando a escrevi. É simples, porém não tive coragem de mudar nada. É bom quando resgatamos algo escrito no passado. A escrita enfatiza muito o eterno, com ela nada se perde.


MANEIRA DE AMAR
O jardineiro conversava com as
flores e elas se habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando coisas
a uma cravina ou escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol
não ia muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou porque
os girassóis são orgulhosos de natureza.

Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o girassol
chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que lhe sorria.
Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras flores não
comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de
girassol e de renovar-lhe a terra, na devida ocasião.

O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito tempo parado
diante dos canteiros, aparentemente não fazendo coisa alguma. E mando-o
embora,depois de assinar a carteira de trabalho.

Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e censuravam-se
porque não tinham induzido o girassol a mudar de atitude. A mais triste
de todas era o girassol, que não se conformava com a ausência do homem.
"VOCÊ O TRATAVA MAL, AGORA ESTÁ ARREPENDIDO?" "NÃO, RESPODEU, ESTOU
TRISTE PORQUE AGORA NÃO POSSO TRATÁ-LO MAL. É A MINHA MANEIRA DE AMAR,
ELE SABIA DISSO, E GOSTAVA".
Carlos Drummond de Andrade


Reflexão.
Por que gosto tanto deste texto?
Porque eu creioq ue a spessoas tenham uma visão destorcida do que é amar. Cada um possui sua forma de demonstrar, a sua forma nunca será igual a do outro por isso nem sempre haverá compreensão visivel.
O jardineiro entendia o girassol, entendia que aquela era sua forma de chamar sua atenção, de dizer-lhe para que ele nunca desistisse dele, ou ao menos ver até onde ia o amor do pobre jardineiro.
Depois que o afetuoso foi demitido o girassol sentiu sua falta, porque ele percebeu que o jardineiro o compreendia e nunca desistiu dele. Amar impõe sacrificios e a imperfeição.
Esse texto também me faz pensar em seu final, quando o girassol sente faltado jardineiro: ele não estava arrependido, e nem muito contente com a novidade.
Seria pior para o jardineiro que girassol não o amasse, por isso ele sempre estava satisfeito, pois era a forma que o girassole contrava de tê-lo por perto, e ela entendia isso.

Personagens e visistantes

 Olá caro leitor.
 Mesmo com o conto em destaque não posso deixar de vir e postar oq ue a inspiração me permitiu criar.
Vou contar algo que nunca revelei a ninguém: de vez em quando crio personagens involuntários, não crio nem o enredo, a história e seu passado. Simplesmente o personagem aparece como quem faz uma visita. Falo pelos meus personagens e é mais fácil dizer por eles do que por mim. E tem vezes, que por mim é bem mais fácil.
  Por isso, preparei algumas tiras de personagens. Dê a eles os nomes que desejar. São seus mais do que meus. São independentes e vivem da imaginação de quem lê. Lmebre-se sempre de que ler trata-se de dar vida ao que precisa viver para mais pessoas possam acreditar em coisas que antes não acreditavam.
 

 “Sei que eu feri todas as veias que naquela noite restavam
Era para ser o mais luminoso possível
Mas roubaram minha jóia, me traíram sem perceber que aquilo me mantinha mais viva.
Precisei me calar, falavam como se eu estivesse fazendo intolerâncias inúteis. Mas se eu as fazia é por que tinham um significado.
Fizeram me arrepender, tive ódio de mim daquela vez. Vontade de viajar... Porém, viajar para nunca mais voltar. Ir para muito longe dos olhares de quem se quer ver.
Hoje, a sensação estranha mais uma vez atormenta. Como se tudo o que vivo fosse apenas lembrança, como se a vida fosse uma espécie de sonho fantástico.
As vezes não dá para ser melhor porque você está com problemas. E naquele dia eu tinha meus problemas. O mais idiota da vida é você ser obrigado a saber tudo das coisas, dizem que é preciso ter a primeira vez errando para acertar da próxima. Mas, e se eu desejar acertar com determinada pessoa em determinada vez?
Eu tenho certeza de que me escondi em algum canto, de que emudeci, de que parei.
E agora, presa às minhas emoções, tenho mais uma vez a solidão, mais uma vez fui assaltada, roubaram minha jóia, mais uma vez olhar para o céu me traz uma saudade estranha. Mais uma vez, tenho em mim, dentro de mim, o que devia estar por fora.”


"Por que será que as coisas mudaram tanto? Eu tinha certeza de que continuaria a ser como era antes. Você me dizia que tudo daria certo, eu podia sentir isso? Acho que nunca senti. Mas você sabia me fazer feliz.
   Às vezes eu preciso não chorar para dar vida a você. Você era vida. Era sol. As coisas mudam muito. Você foi naquela tarde junto da estação. Levava sorrisos e saudades. Eu sabia que despedidas eram ruins. Minha vida nunca foi boa o suficiente. Você sorria como ninguém, e eu sabia reconhecer você.
   Agora, quem irá cuidar dos sorrisos? Como serão os dias de chuva? Tardes serão vazias? Não! Você me ensinou a ser melhor. A acreditar. Eu nunca acreditei, agora eu quero você de volta,aqui. Você sabe que eu acredito. Você sabe como ninguém, e agora é tarde de mais. Não fui tão rápida, e agora eu fico aqui a esperar uma chance. Você, foi como ninguém que já tenha existido em minha vida."


"
As vezes me confundo. Eu juro. Hoje me veio a pergunta: por que escrevo? É, verdade! Por que será que eu escrevo? Ah! Eu escrevo porque eu gosto disso, acho que não entendo a mim mesma e acabo tentando descobrir ao escrever, mas na verdade eu nunca descobrirei, nunca saberei porque deixo de fazer algumas coisas e torno a fazer outras.   Devo ter algo de errado comigo. Há algum tempo tem algo de muito errado comigo. Mas, que droga, por que tenho admitir isso? Quando penso que cheguei a uma conclusão, logo mais chega uma brecha aberta, algo que esqueci de curar. Não digo rancores, digo auto-rancores.
  Dentro de mim é uma tremenda comédia interessante, eu sou inconstante, tenho pensamentos quase sempre difíceis de se encontrar. Me expresso mal, da maneira errada, não penso antes de agir. Não devo ser nada. Crise existencial  a essa hora? Poupe-me de mim mesma."

"Eu planejo planos tão banais, coisas tão surreais e supero minha intolerância
Sou uma criança sem destino
Perdida nos bancos entre as praças, uma vida tão sem graça
Sem grana e sem prestigio.
Acho o máximo aquele povo, descendo lá do morro. Me divirto.
Quero ser grande e engrandecer, sorrir e não mais sofrer
Jogo jogos tão legais, vidas tão sem graças passam em minha frente, sem destino claro a se seguir. A vida dessa gente
Meu coração que segue tão sozinho, na noite clara de um simples domingo.
Sonhando tão bonito, sou anjo,sou benigno.
Na verdade sou tão só que pareço ser ambíguo, sou peixe, cachorro e felino.
Pessoa bipolar, mundo complicado. Na esquina, seja em qualquer lado, sou eu assim sem mudar, apenas sem entender e viver o que se tem para viver. E sonhar."






sexta-feira, 2 de julho de 2010

As surpresas do coração

Naquela mesma noite depois do banho, Annie e sua neta, Chris, serviram-se à mesa com um farto jantar e de sobremesa, deliciosas guloseimas.
- Queria tanto poder ver sua mãe.
- É, eu sei vovó. Também queria que ela estivesse aqui.
Annie ficou pensativa e engoliu mais uma vez a comida.
- O que queria falar comigo? - perguntou Chris, rompendo o silêncio.
- Coisas importantes... Amanhã você não vai à aula e temos um lugar muito peculiar para ir.
- Não queria ir pra escola a semana toda. Aproveitar sua vinda pra cá... mesmo que você more aqui com a gente! - Chris abriu um grande sorriso e continuou:
- Que ótima ideia a minha , não acha? More aqui com a gente vovó!!
A velha Annie pensou e disse:
- Eu...- Gaguejou sem sabe ro que dizer, afinal as coisas não eram tão simples como a empolgação de Chris deixava ser.
- Vamos ver minha querida. Vamos ver...


Depois que comeram, as duas foram para perto da lareira. As duas, avó e neta, riam muito enquanto tomavam um café e biscoitos, relembravam coisas e planejavam outras. De repente o telefone toca.
- Chris. - Julie apareceu rompendo a conversa. - Com licença, mas tem uma pessoa muito especial querendo falar com você ao telefone.
A menina olhou para a avó, estavam curiosas.
- Alô! - ela disse ao telefone. Julie e Annie estavam ao lado, curiosas demais.
- É a mamãe!!!!!! - gritou Chris.

E do outro lado da linha, na outra ponta do país, situava-se sua mãe, Katy Mangalye, uma advogada muito ocupada. Era uma mulher elegante, porém costumava fumar o que não era tão bonito de se ver. Em pleno século XX, onde tudo andava a caminho da modernidade que se transforme continuamente.
Enquanto fumava, Katy falava ao telefone e perguntou:
- Eu também estou com saudade minha filha. Quem está ai com você? Só a Julie? Escuto uma voz diferente, porém me parece familiar. Hein?
Chris não sabia o que dizer, a mãe e a avó se estranharam várias vezes e antes de responder à mãe olhou apreensiva para Julie e Annie. A senhora entendeu o olhar da garota e fez que sim com a cabeça. Desviando o olhar das duas mulheres, Chris disse:
- Sim mamãe. A vovó está aqui.
- Você quer dizer, a Annie?
- Sim mamãe. Annie, ela mesma.
"Oh meu deus!" Katy pensou antes de responder à filha.
- Deixe-me desligar Chris. Mande um beijo para JUlie.
Katy desligou sem esperar que a filha respondesse.
- O que ela disse? - perguntou Julie.
Chris estava impressionada e disse sem ânimo.
- Disse que precisava desligar e mandou um beijo para você Julie. - o silêncio predominou, Annie sentou-se novamente, sem empolgação e com uma dor no peito.
- Só isso. - encerrou a garota.
Julie vendo que, neta e avó precisavam conversar, pediu licença e se retirou.
A velha senhora tinha lágrimas nos olhos, levantou-se e foi para a varanda, onde sentou-se em uma das cadeiras. Chris foi atrás, preocupada.
As duas estavam ali, sentadas diante de um céu imenso, Annie tinha uma dor no peito e Chris tinha pena dessa dor.
Sua avó estava velha e sabia ela que estando velho ou novo, a dor nunca escolhe onde quer aparecer. Ela aparece, faz pacto com o destino e desencadeia lágrimas de tristeza.
- Queria que fosse diferente. - Annie começou a desabafar.
- Eu também. - a menina suspirou fundo antes de continuar - Dói, neh? Já que as coisas poderiam ser diferentes. Melhores.
- Vou te dar uma dica. Nunca despreze alguém, por mais que você não se dê com essa pessoa. A dor sempre vem em algum momento. Nunca expulse um filho seu de casa só porque ele referiu caminhos diferentes dos seus. Certo?
- Certo vovó.
O silêncio continuou, dessa vez ele tinha mais conformidade e parecia que a noite se encerrava ali.

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Artigo interessante

Acabei de ler um artigo que fal que, adolescentes que não tê regras para dormir e dormem depois da meia noite, tendema ter mais depressão do que os adolescentes com horários regrados. Estuos como esses me fazem pensar: " Ah, se é assim, por que aind anão me suiicidei?" Há três anos venho domrindo depois da uma da manhã. Creio que seja mais fácil, a depressão ser o motivo de muitos aodlescentes dormirem tarde e não o fato de dormir tarde ser a causa da depressão.
   Na minha opinião, não é dormir tarde que representa se o adolescente vai ter depressão ou não. Penso que, adolescentes que são muito comandados na base de regras e horários tendem a ser robôs e a seguirem um padrão e não uma personalidade. Pode ser que isso não leve à depressão, mas leve a falta de autenticidade e escolhas próprias. É preciso fazer uma revisão no modo de pensar. Não dá para generelizar.
Uma dica: poderia colocar os cinco casos mais frequentes. Levando em conta personalidade mais comum, o tipo de família, religião etc.
  Jovens depressivos são ondas da maré atual, atuam como integrantes de uma sociedade cada vez mais tecnológica, prática e imediatista. É preciso aprender que as maquinas evoluem e ganham cada vez mais praticidade, porém, nós seres humanos continuamos os mesmos, temos sentimentos, necessidades, defeitos e acertos. 
  Eu, realmente prefiro jovens que sentem raiva, batem portas e sentem aquela depressão normal da adolescência a jovens monótonos, centrados e comuns. O  comum é muito chato. Nem por isso é preciso se tatuar inteiro,s e furar inteiro e experimentar de tudo. Estamos falando de expressar seus sentimentos de forma saudável e consciente. Usar coisas coloridas, cabelo tampando olho... São coisas aceitáveis. Estilo, oras! Menos escutar Fresno, Cine entre outras coisas iguais... é preciso ter cultura sonora, também. Por favor.
  O artigo pode estar meio vago mas o site contém ourtros temas curiosos. Li  alguns... também são meio vagos, mas me pareceu muito incentivadores ao refletir. Lendo um dos temas você consegue progredir pensando. Não custa nada tentar.
  Vão .

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Uma visita inesperada

Ao chegar em casa,  Chris estava cansada. Logo na entrada da grande casa em que a garota morava havia três grandes malas. A menina estranhou, afinal ninguém tinha avisado sobre visitas nem sobre novas viagens.
   - Julie! - chamou a garota pela tão querida governanta.
   - Sim minha querida. - gritou a governanta da cozinha, e continuou - Estou aqui na cozinha. Venha!
   Passando pela sala de estar, com dois sofás verdes bem grandes e uma lareira, depois pela copa com uma grande mesa e alguns porta-retratos de família e finalmente chegando à porta que chegava à cozinha. Julie sorriu ao ver Chris enquanto recheava seu famoso bolo de chocolate.
  - Que delícia. Temos bolo de chocolate hoje!
  - É sim. Deixei a tijela com um pouco de chocolate para você. Está na geladeira.
   Chris sorriu e lhe deu um beijo e um abraço.
   - Ah! O que seria dessa casa sem Julie? - e as duas riram.
  Rodeando a cozinha, como se estivesse pensando em algo Chris disse:
  - Julie, de  quem são aquelas malas  na entrada da sala-de-estar?
  Julie a olhou assustada,como se precisasse pensar no que responder.
   - Oh não! As malas... - Julie lamentou.
  - O que tem " as malas"? - perguntou Chris imitando o tom de oz da governanta ao dizer: " As malas!"
  - Oh, não minha querida... Acho melhor você ir lá em cima. Tem uma surpresa para você.
  - Surpresa? Minha mãe chegou mais cedo Julie? É, heim? - a garota tinha lágrimas de alegria nos olhos.
  - Não, não Chris! Por favor, não se precipite. Suba e veja sua surpresa.
    Chris passou pela copa, pela sala de estar e subiu as escadas em uma velocidade mágica. Abriu a porta do quarto da mãe e não havia ninguém, procurou por todas os lados e não havia ninguém, nos banheiros nem nos quartos. Já desanimada, chegando ao seu quarto de cabeça baixa, levou uma surpresa. Havia alguém sentado na sua cama de costas, olhando  a vizinhança pela janela.
   -Oh meu Deus? É você? - Chris perguntou emocionada à pessoa.
 A velha senhora sentada na cama, era muito elegante e sua elegância era uma arte de se ver. Andie Mengallye Shavia Tandy estava lá, vindo direto da Australia. A senhora virou sorridente e abriu os braços pedindo um abraço.
   - Vovó!! Que saudade!!
  Avó e neta se abraçaram. Chris nunca iria imaginar que sua avó estaria lá. Ela amava a avó de uma forma muito grande. Não a via há dois anos. Desde quando seu avô se separou de Andie e ela precisou descansar um pouco.
   - Olá meu anjo! Que saudade digo eu. Mas, agora eu vim aqui e vamos ficar juntinhas durante muito tempo.
   - Que maravilha! Não consigo dizer mais nada.
 No mesmo instante, Julie apareceu na porta e disse rindo:
  - Dona Andie. Esqueci de tirar as malas da entrada. Mas, vejo que a surpresa já foi revelada.
  - Não se precoupe. - disse Andie, rindo também. - Hoje Julie, sou eu quem vai cuidar de minha netinha linda. Hoje, amanhã  e depois, depois e depois...
   - Eu imagino! - Disse Julie. Enquanto isso Chris sorria no colo confortável da avó.
  - A janta sai em uma hora. - Julie anunciou e saiu.
  - Obrigada Julie. Estaremos lá. - confirmou a  garota. Em seguida, levantou do colo da avó e lhe disse:
  - Que bom que a senhora está aqui.
  - Pois é... Também acho. Queria ver sua mãe também. Não sabia que ela havia viajado. Mas, por outro lado isso foi muito bom, porque nós temos muito o que conversar dona mocinha.  - Chris ficou olhando para o chão pensativa, refletindo sobre o que Andie acabava de lhe dizer.
  - Também acho vovó. Tenho precisado de você; precisamos conversar. Mas, o que exatamente gostaria de falar comigo? 
  Andie olhou pensativa também. As duas se pareciam muito e por isso se davam tão bem.
  - Preciso tirar essa roupa. Coloque uma calça mais solta e uma camiseta. Hoje, é só diversão. E tome um banho. Farei o mesmo.
 E Chris respondeu:
  - Tudo bem...

CONTINUA....

terça-feira, 15 de junho de 2010

Adriana Calcanhoto


 Adoro a Adriana Calcanhoto! Éla é um dos ícones da MPB(Música Popular Brasileira). Que na verdade deveria ser MNB ( Música Nobre  Brasileira).  Uma das músicas que mais gosto é "Fico assim sem você" e outra, " Gatinha Manhosa", que é uma música escrita por Erasmo Carlos e faz parte de seu repertório.
  O CD Partimpim, de Adriana, foi lançado em 2004, com uma imagem infantil direcionado ao público das crianças, o CD tem um repertório totalmente mágico que aproxima o ouvinte de um mundo mágico e criativo.  Recentimente foi lançado o CD Patimpim 2, com a mesma magia e encantamento.
 Adriana caracteriza-se por músicas românticas que não têm ligação ao público infantil, porém não ligam-se a um tema informal. É uma verdadeira poesia.  
  Seu lançamento mais recente é o CD "Maré" que conteve novas músicas, tais como " Mulher sem razão" e "Três", aquela tocada na novela " A favotira" e esta na novela " Três irmãs". Músicas tocadas nas rádios até hoje, sendo o CD lançado em 2008. Em 2009 lança Partimpim 2.
       Em Partimpim, muitos criticos afirmam que  as letras das músicas e o estilo deixa sempre aquela dúvida, a qual público o trabalho se direciona, sendo uma ótima escolha tanto para os filhos quanto para os pais.
 Lá no you tube tem um video lindo e  divertidissimo: Clique aqui

Dalê


"Ouviram do Ipiranga, às margens plácidas" ESSE É O NOSSO BRASIL!
 Eu nem gosto de futebol, mas... Dalê nossos jogadores, valeu Dunga! Nosso técnico deveria ter levado o Ronaldinho Gaúcho, mas errar é humano e agora precisamos acreditar no que temos. Precisamos ir além dos nossos sonhos e deixar as críticas para mais tarde. É hora de ter viração, por mais que esteja nada bom ou tudo ótimo, vibração deixa tudo menos caótico, mais fácil e mais confortável. É hora, Meu Brasil, de deixar cansasso de lado. Vamos golear? É pra já! Vamos competir com honestidade, torcida não irá faltar.
  Agora há pouco Maicon fez um gol, segundo tempo, primeiro jogo do Brasil na copa. Depois de um primeiro tempo enroscado. Éééé gooooool! Que incrível, nesse exato isntante o Elano acaba de golear mais um um!!!! Saímos do um a zero e agora estamos perto do três!! Dalê Brasil!
 Nosso país, tão lindo e tão rico, na hora de jogar todo mundo se junta, a amoção aflora e a alegria é indescrítivel. Nem mil lágrimas demosntrariam!
   Porque o time brasileiro não é aquele que est´ana Àfrica, é esse que está aqui, nessa terra linda. Nossos time é carioca, é paulista, é gaúcho, é mineiro,é baiano... É quem torce sem medo, quem chora sem medo e quem acredita e não quem reclama. Deixe a convocação do Dunga para depois, brasileiro que é brasileiro joga agora e com oc oração. Porque não basta ser bom é preciso ter esperança e motivação. Motivação que, se não vem de fora, sai de dentro. E agora, venceremos!!!!
Nosso futebol cala até nossa lama imagine àqueles que nos críticam lá fora. Aqueles que nos ofendem que se virem com sua ignorância, agora, o Brasil, cala a boca de seus brasileiros porque toda emoção não cabe no peito e escorre pelos olhos. Quando sai gol ninguém se cala. 
Valeu Brasil!!! Se vamos ganhar a copa eu não sei, mas que iremos partir para cima, isso iremos. E mais uma coisa, chega de ofender o Dunga, chega de zoar com o Dunga. Pensei que todos fossem perfeitos quando vi tantas críticas, ao invés de criticaros o Dunga vamos criticar com mais intensidade os ppolíticos, os candidatos à presidência. Porque nosso Brasil, já ESTÁ NA COPA!  Só não vamos perder a alegria e racionalidade.
  Agora é 2 X 1 para o Brasil, o importante é saber que lutamos. Parabéns ao nosso time, tem muito mais chance, pode ir muito melhor do que está. Na próxima, é hora de GOLEAR, de verdade!

sábado, 12 de junho de 2010

  Hoje é meu aniversário. Ontem, sexta-feira, estava ansiosissima para chegar logo em casa. Não via a hora de entrar no blog e escrever, me veio uma inspiração sem igual. Ano passado postei dois textos aqui sobre meu aniversário. Ficaram podres! Não gostei, não me agradou, mesmo assim postei. Afinal, sendo ruim ou bom, é o que se deixa do que passou.
  E hoje, dia doze de junho de dois mil e dez eu estou torcendo para que as postagens deste ano sejam mais construtivas e me agradem mais, afinal, todos queremos postagens felizes. Quero dizer, postagens que de alguma forma se comuniquem com o leitor. Ah, eu falo muito! Muito mesmo. Há treze anos atrás eu acabava de nascer, tinha tranquilidade... Minha mãe me conta que eu não chorei quando nasci. Ela perguntou ao médico: " Cadê a bebê doutor?" Não se escutava, mas eu estava lá, foi quando o doutor teve que dar algumas palmadinhas no meu bumbum, então, finalmente chorei. Dizem que o bebê ao nascer tem que chorar para ser saudável, eu custei a chorar mas nasci com muita saúde.
   Aos seis meses de idade, pela primeira vez na minha vida, peguei em um lápis e tinha em minha frente papéis, aquele foi meu primeiro contato com a escrita. Passados nove meses, eu já andava. Em 12 meses dei a primeira palavra e já comecei a formar frases.
  Nasci as oito e meia da manhã, com um frio lascado. Nesses treze anos tive tantas certezas de tantas coisas, e quanto mais eu tinha certeza mais em dúvida ficava. Aos seis anos tive meu primeiro namoradinho. Ele chamava-se Felipe e seríamos felizes para sempre, segundo meus precários sonhos. Eu cresci, quis várias vezes ir para a Itália, mas minha tia me sacaneou, me levou ao shopping dizendo que lá era a Itália, e seguiu, voltando mais tarde. Desde pequena adorava a Itália.
   Desde pequena experimentei a sensação de entrar em uma passarela, de escrever músicas, de atanazar vizinhos, de andar descalça pela casa, de dizer verdades, de ajudar amigos, de deixar amigos,de encantar as pessoas, de não dar atenção às pessoas, de amar amigos... Eu era uma criança estranha, detestava chocolate e só chupava sorvete de morango da kibon.
  Pois é, eu cresci muito, almejei sonhos e objetivos. Conquistei a felicidade a todo instante. Reclamo muito até hoje. Tenho meus vários defeitos, mas adoro um abraço, um sorrio, um amigo, uma gargalhada. Sou as vezes chata, fria, orgulhasa e enjoada. Mas, quem liga? Já aturei gente muita chata nessa vida.
  Sou de gêmeos e não há nada que me agrade se não um bom papo, uma conversa desafiadora... Me julgam por ser distante, ser uma geminiana muito racional e de falar muito. Ai, eu peço paciência. Nem eu me entendo direito, se quer aprender a lidar comigo não leve a sério minhas brincadeiras. E saiba reconhecer quando estou sendo séria, acredite nas minhas afirmações, e nunca, nunca diga que estou mentindo. Não faz meu porte. Sou atrapalhada; cresci assim. Sou péssima na cozinha e nem meus ovos fritos dão certo. Sou distraída e não presto atenção na maioria das coisas. Viajo sem pensar em nada...
  As pessoas são seres difíceis e engraçados. Tenho poucos amigos, justamente porque sei o significado valioso da palavra e lhe atribuo a privilegiados. Assim como sei que não sou amiga para muita gente. Prezo mais que tudo a amizade, sou desoconfiada de tudo e de todos e sou tão boba ao mesmo tempo.  Já perdi muitos amigos porque pensaram que nunca fui amiga, pelo fato de meu afastamento. As vezes eu me afasto sem querer, não é porque cansei da pessoa, afasto simplesmente por afastar, mas nunca deixo de lembrar. As pessoas me traduzem da forma incorreta, e se enganam facilmente.
  Tem muito mais coisa nessa minha vida. Hoje, meu aniversário, finalmente um texto mais decente e as coisas só tendem a melhorar. A serem mais claras. Parabéns a todos os geminianos! Feliz aniversário. Hoje, eu acabo de nascer.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Um professor estranho e desagrados

Fim da leitura e o professor John começou a falar do trabalho de história. Ele era um professor engraçado e despojado. Usava bermudas de surfistas e chinelos de dedo. Tinha seus cabelos encaracolados bagunçados e costumava sentar no chão da sala para dar aula. Mesmo com tanta peculiaridade, John não irritava a coordenação do colégio. Muito pelo contrário, sua experiência de 45 anos de vida lhe dava créditos quanto a lidar com as outras pessoas.
- Quando pensamos em história, o que nos vem a cabeça? Digo, de uma forma que toca, seja por aterrorizar ou alegrar. - a sala estava quieta. Que papo estranho aquele do professor. Ele continuou:
- Pensam que penso que vocês sabem a resposta? Não sabem! São apenas jovens, precisam viver pra conhecer. - andando pela sala, entre fileira a fileira, John parou em frente à Chris e rodando sua caneta entre os dedos, fixou um olhar misterioso sobre a aluna e disse olhando para a garota, que chegou a se sentir incomodada com a fixação.
- POrque quando menos a gente espera, as coisas podem mudar... O orgulho não nos ajuda a chegar na resposta, é por isso que algumas coisas estranhas acontecem, às vezes. Porque simplesmente esquecemos de sermos mais inteligentes. As vezes, tudo, tudo pode mudar.
A sala permanecia em silêncio, John olhou o relógio que carregava pendurado na bermuda e dirigindo-se à mesa começou a escrever e a falar:
- Agora, meus jovens... Decidirei os grupos para o próximo trabalho, sobre os EUA no século vinte. Quero que permaneçam em silêncio.
Enquanto isso, Peter imaginava como aquele homem era maluco e como um instituto educacional tão conceituado poderia reconhecê-lo. Ele realmente era muito bom para estar ali. Peter o imaginava no passado como um louco de hospicio segurando uma placa para a foto, e atrás, na parede, um medidor de altura.
- Os grupos serão de quatro pessoas... Agora poem guardar seus amteriais, nos vemos na quarta.
- Perae professor! E os grupos?
O professor parou todos seus movimentos e surpreso disse:
- Eu acabei me esquecendo caro Charles. Já decidi os grupos,a lista está no corredor ao lado da diretoria.
John deu um tchauzinho para a classe,que estava quieta de tão perplexa, ele era sim um professor maluco mas naquele dia as coisas pareciam estranhas, mais diferentes... O professor pegou sua moto no estacionamento do colégio e seguiu...
O sinal havia batido e faltava ver os nomes nas listas. Alguns pareciam decepcionados com a decisão do professor, outros, mais sortudos, ficaram muito satisfeitos. Chris, Jennie e Terê foram uma das últimas.
- Oh, meu deus! Estou no grupo do Alex Viazzer!! - lamentou Terê.
- Estamos no mesmo grupo Chris. - disse Jennie apontando para a lista.
- Oh não!! - gritou Chris, e continuou:
- O peter está no nosso grupo!!
- isso é bom, vocês têm sorte Chris. Não reclame! É só o que sabe fazer. Veja: cai com o Alex e o Charles e uma menina super NERD. Pelo menosalguém vai fazer alguma coisa.
- Calma! - pediu Jennie às amigas. - é só um trabalho, basta cada um fazer sua parte e não vai doer nada.
- Ah, eu sofro sabiam meninas? Sofro muito!
- Acho melhor irmos embora. - decidiu Jennie.

Chegando em perto da casa de Chris...
- Tchau meninas! Até amanhã.
- Tchau Chris! Pense bem se vai ao show ou não.
- Eu prometo que vou pensar.
Depois que Jennie e Tereza seguiram, Tereza disse à amiga:
- Duvido que ela vá no show e duvido que faça esse trabalho sem ficar com aquela cara...
- Ela sabe o que faz. Chega a ser cômico... Quer chocolate?
- Não, não quero chocolate! - exclamou Tereza. E as duas seguiram quietas.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Bilhetes e caras feias

- Como assim não quer ir Chris?
- É, boa pergunta Terê. Por que não quer ir Chris?
A menina pensou um pouco antes de responder, mexeu seus dedos impacientes pela mesa e disse:
- Não sou fã dos “Peace”, e nem é por isso. Vai ter muita gente lá, prefiro ficar em casa fazendo o trabalho de história.
- Mas o trabalho de história nem foi passado. – alegou Jennie.
- É, eu sei. Mas o professor John disse que vai estar muito trabalhoso.
- Falando nisso, quero fazer o trabalho com vocês meninas. – disse terê ás amigas.
- Eu ouvi uns boatos de que vai ser o John que vai escolher.
- Quero só ver no que isso vai dar.

O sinal tocou, e as meninas levantaram-se e foram direto para a sala de aula. Foram as primeiras a entrar. A próxima aula era de matemática, a professora chamava-se Mary.
Mary era a professora mais querida pelos alunos. Tinha um carisma que encantava seus aprendizes, ela não era a professora mais irreverente, esse cargo ficava com John; Mary era uma pessoa que simplesmente encantava e causava inveja em Dóri. Dóri tinha um bom coração, apenas não demonstrava isso, ela ficava muito revoltada quando via o carinho dos alunos por Mary e mal percebia que os alunos não escolhiam “o melhor”, eles apenas eram bacana com quem se abria com eles. Dóri nunca soube fazer isso, fechada e fria. Mas, bem... Todos têm seus motivos, e Dóri tinha os dela.
Dentro da sala de aula, Charles e Peter trocavam bilhetes.
“ E ai, vai me ajudar com a garota Chris?”
“ Preciso pensar. Não quero brincar com os sentimentos de ninguém. Porém você sabe que faço tudo por sua irmã. Minha belinha.”
Depois disso, Charles olhou bravo para o amigo e escreveu:
“ Pare com isso! Ou nunca mais será meu amigo ou farei algum tipo de negociação com você. Topa ou não?”
“ Desculpe ai cara. Mas acho que não. Posso te ajudar a se aproximar, mas nunca, nunca vou ter nada com aquela garota”
Os bilhetes limitaram-se a isso, Charles leu, fez sinal positivo com a cabeça e começou a prestar atenção no professor e em Chris. Se bem que, ele mais olhava para a garota do que para qualquer outro lugar. Peter percebeu, pegou um papel e jogo em Chris que se sentava na terceira carteira da segunda fileira depois da fileira de Charles, que se sentava mais ao fundo. A garoto disse baixinho: “ Au!” , Jennie sentava do lado da amiga e perguntou quem tinha sido.
- Não sei. – a garota respondeu, e olhou para todos os lados a procura de algum suspeito, Peter a olhou fixamente e a garota concluiu:
- Foi Peter, Jennie.
- Conta outra Chris. Pode ter sido qualquer engraçadinho.
- O que foi meninas? – perguntou Tereza que se sentava atrás de Chris e estava muito concentrada na leitura do livro que o professor fazia com os alunos.
- Chris pensa que Peter... Jogou um papel nela de propósito.
- Sério? Que bobagem. Acho melhor vocês esquecerem isso e prestarem atenção na leitura, isso é importante e está muito interessante.
- Extraordinário! É muito raro ouvir a terê elogiando uma matéria.
Elas silenciaram e voltaram à atenção à aula, menos Chris. Quando a garota olhou para Peter ele a olhava e se assustou com seu semblante bravo. Então apontou para o bilhete no chão e disse sussurrando à ela: “ Abra e leia”.
Chris demorou em entender o que ele queria dizer, quando finalmente entendeu feze abriu o bilhete que estava amassado. Lá dizia: “ Preste mais atenção no Charles. Ele pode te surpreender” A garota o olhou sem entender nada e ele simplesmente deu com os ombros, sorrindo e voltou à leitura da aula.

Início - Onde tudo continua


  Você pode pensar que "Um amor no fim do mundo" seja um livro como qualquer outro que nem muito sucesso fez, ou, pode até pensar que é um daqueles livros que tem tudo para dar certo. E é claro, o que você pensa é muito importante, afinal é você, leitor, quem decide o futuro de uma nova obra. Porém, antes do pensamento do leitor vem o pensamento do escritor, pois se ele não pensar de uma forma criativa e agradável o leitor não pensará desta forma. Ou você pode achar subjetivo. Realmente, é muito subjetivo. Vai depender de cada um, ao ler o livro, o que irá pensar.
    Quando escrevi essa história pensei de um modo como sempre muito difícil de explicar. Uma coisa eu garanto, fiz pensando em fugir da realidade e entrar no mundo dos meus personagens. O que mais quero agora é ter vivido com eles tudo o que eles passaram. E você, leitor, está afim de viver lá também? Tenho certeza que você somente irá se divertir. É impossivel sair machucado, basta mergulhar e não é preciso saber nadar. Aqui, nesse grande rio você pode até falar sem afogar! Aqui, você só pode sair encantado, se sair como entrou, com certeza é por que nunca entrou.
     O primeiro capítulo chama-se Inicio, mas isso não quer dizer que tudo tenha começado ali, afinal a vida é um grande mistério,a  gente nunca sabe quando algo realmente começou. E outra, o título início é pela minha falta de imaginação. É incrível como eu tenho uma extensa inspiração para contar a história e uma migalha para dar-lhe um titulo à sua primeira parte.
 Preciso ir caro leitor, nos vemos lá, no grande rio.

 A autora, Bárbara Sodré



  Início
“Tenho andado desconte e as ruas já não servem mais
tenho entrado em vilarejos estranhos até demais!
Aqui parece tudo tão diferente, as ruas são cheias de gente, e a solidão está presente em seus corações, e eles tentam disfarçar o inevitável.
Que coisa lamentável é a vida para esses seres.”

     Christine Mengallyie, 1922 Estados Unidos da América


          - Turma, fiquei muito chateado com o resultado da prova de vocês no último mês. E hoje, faremos uma revisão muito importante, e como temos três tempos, no segundo tempo vocês farão um avaliativo surpresa. – disse Magdo, o professor de língua inglesa dos nonos anos, no Elite Institution Magian Collory, um colégio localizado  em Flórida, EUA .
   - Ah, não pode ser professor! Libera a gente e pronto! – berrou Peter Mackter , o estudante mais garanhão do colégio.  Era muito difícil Peter se meter em brigas com os colegas, a escola inteira era amiga de Peter, principalmente as meninas, com exceção de Christine que dizia detestar o jeito popular e metido de Peter.  O garoto sempre achou Christine estranha e afastada, só foram amigos até os cinco anos de idade.
  - Que garoto idiota! Se acha o dono da escola só porque seu pai é um cara famoso e sua mãe uma dondóquinha. Não sei como conseguem gostar dele! – Christine comentou com a amiga Tereza Huffes  que sentava a sua frente desde a quarta série quando chegou da Rússia, onde nasceu.
   - Se quer saber, também acho que devemos ser liberados dessa prova! Onde já se viu, pagamos para ser torturados? – Christine ficou quieta e olhou para amiga com um olhar  contraditório ao que ela disse.
   - Pagamos para estar aqui, e se não fomos bem na prova que paguemos as conseqüências.
  - Você diz isso porque adora contradizer o Peter (risos) – disse a amiga à gargalhadas. O professor Magdo a olhou, espantado, e antes que desse tempo de aplicar um castigo pela interrupção, o sinal para a próxima aula tocou.  Triiiiiiiiiim!
   Os alunos se levantaram e começaram a jogar conversa fora, de repente o gordinho Alex Viazzer apareceu na porta gritando:
   - Lá vem a Dóriiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!  - todos se sentaram rapidamente, de repente uma mulher com uma touca na cabeça e saias até os joelhos, cabelo preso e uma grande pinta no rosto entrou com seus materiais na mão, os jogou contudo sobre a mesa, não se ouvia nem a respiração dos alunos, até que a professora de Ciências disse:
 - Abram o livro na página 55. Alex Viazzer...
  - Sim professora.
   - Quero que leia para mim e seus colegas a página indicada.
  - Sim senhora! – respondeu o aluno.
  Depois de ler o texto que falava sobre átomos e moléculas, Alex ficou em silêncio esperando como sempre que Dóri dissesse algo.
   - Por favor, senhor Viazzer, diga-me: o que você entendeu desse texto?
 Alex ficou quieto alguns instantes pensando no que diria, ele estava com uma tremenda vontade de ir ao banheiro e não conseguiu prestar atenção no texto. Enfiava as mãos por entre as pernas e foi ficando vermelho.
  - Sobre ciência professora.
  - Sério senhor Viazzer? – perguntou Dóri com ar doce e calmo. Mas todos sabem que Dóri sabe muito bem como interpretar e ser boa nisso. De repente sua expressão boazinha logo se desfez em sarcasmo:
 - Não me diga! Se você não me contasse eu poderia pensar que fosse sobre língua inglesa ou quem sabe até, música, afinal, não está na aula de Ciências, e isso tudo aqui é um sonho senhor Alex Viazzer!
  - Desculpe... – disse o garoto tremendo.
  - Desculpas é o que você irá dizer ao diretor depois dessa aula.
  - Não. Por favor, professora Dóri, eu prometo que faço um relatório imenso sobre esse texto. Tudo, menos me levar para a sala do senhor Mackful.
   Dóri puxo Alex pelo braço para levá-lo até a sala do diretor, mas enquanto saia da sala com o menino toda a turma começou a dar gargalhadas. Dóri virou furiosa e gritou perguntando:
 - O que foi seus dementes? – Todos apontavam para as calças de Alex e o menino estava  ainda mais vermelho e suas calças molhadas.
  - Oh meu Deus! – gritou Dóri. – Vá se limpar! – continuou. E todos riram da cara da professora que estava horrorizada como se nunca tivesse visto calças molhadas antes.
   Logo depois da aula da professora Dóri, Christine, Tereza e Jennie,amiga das meninas,  dirigiam-se até o refeitório.
    - Coitado do Alex. – disse Jennie.
   - Concordo. – concordou Christine. E Tereza disse:
   - Me disseram que o Peter já resolveu com o diretor e o Alex foi para casa com os pais.
  - O Peter é muito maneiro!
  - Maneiro Jennie? O garoto é um mimado!
  - Chris! Por que tanta raiva dele?Oras, ele faz umas coisas legais, não custa reconhecer.
    Peter vinha andando em direção as meninas pelo corredor, com seus cabelos castanhos ao vento e seus olhos escuros. Tereza e Jennie se fixaram nele sorrindo,. Encantadas! Christine não se conteve e disse:
 - Será que vocês não têm olhos pra mais ninguém?  Que merda de fixação! – as amigas disseram oi para Peter e Christine seguiu em frente rapidamente para lanchar.
  - Espero vocês no refeitório. – disse às amigas antes de sair. Suas amigas nem prestaram atenção, tinha um garoto lindo para observar, educado e romântico.


 Chris  pegou a fila do refeitório, escolheu um sanduíche, um suco Swee (  muito popular naqueles tempos) e uma maçã.  A frente dela estavam os amigos de Peter.  Os olhava com certa indiferença. Os meninos riam e conversavam sobre beisebol. A garota acelerou os passos e sentou-se no lugar de sempre, a mesa em frente à janela que tinha vista para o pátio.  Lá fora a manhã era linda, cheia de árvores vivas e um sol que ora aparecia sorridente, ora desaparecia entre as nuvens.  Chris penetrou seus olhos em um pássaro lindo que parecia procurar minhoquinhas na terra do jardim que ficava em frente à secretaria.  Fixou-se tanto nele que acabou mergulhando em pensamentos absortos e profundos, e quando o pássaro vôo ela mal percebeu, pois aquela altura já havia mergulhado em um mundo só  dela. Chris tinha esse costume de se perder em pensamentos, e quando voltava à “realidade” (por assim dizer), mal se lembrava em como chegou ali. Eram tantos pensamentos que levavam a tantos outros... Isso era uma das coisas mais estranhas que Peter achava na menina. Muito estranho! Falando em Peter, o menino lindo e mais cobiçado estava entrando no refeitório e foi direto para a mesa dos amigos William, Charles e Bob.
    - E ae pessoal? – disse ele aos outros garotos, sentando-se ao lado de Bob e pegando uma batata do seu lanche de batata frita e “cat-chup”.
   - E ae!- respondeu Charles depois dos outros. Charles era também muito bonito, fazia musculação e seus músculos eram notáveis para um garoto de quinze anos. Seus cabelos eram loiros, mas estavam sempre cortados, tinha olhos azuis como o do pai, treinador de baisebol  muito famoso na Florida. Além disso, Charles era um tremendo narcisista e um cara muito competitivo, defendia sua irmã com todas as forças.  Depois que sua mãe faleceu e seu pai se casou novamente, Charles via na irmã uma parte da mãe... 
  Charles continuou dizendo ao amigo:
    - Peter. Tenho um desafio para você.
    - Diz ai então!
    - Antes precisa me responder. Gostaria de ganhar dois ingressos para o show do Green Peace The K4?
    - Claro! Topo qualquer coisa por isso.
    - Então, preste atenção.Olhe bem hein? Porque se você fizer tudo certo, conforme eu disser, além dos ingressos pode levar a Bela.
    - Caramba! Ta melhor do que imaginava.
   - Não se empolgue tanto porque tem regras quanto a isso... O mais importante agora é o desafio.
   Peter era apaixonado por Bela, a irmã de Charles. Bela tinha cabelos loiros e olhos azuis, assim como as características de seu irmão. Só que Bela, era mais alta, tinha um jeito delicado e ao mesmo tempo superior ao das outras meninas. E Peter adorava superioridade, mesmo sendo um garoto tão bacana e muitas vezes generoso.
    - Fale logo seu porco! – Peter estava ansioso, mas parecia que Charles queria lhe deixar curioso.
   - Ta vendo aquela garota sentada na mesa da janela? A tal Chris...  – ele perguntou.
   - Sim. Muito estranha aliás. – respondeu Peter olhando para a garota que comia tranquilamente enquanto admirava a visão de fora.
   - Pois então meu caro. Terá de conquista-la!
    - O quê? Você ta maluco cara! A última vez que falei com aquela garota foi no primeiro ano...
   - Parece que ela não gosta muito de você Peter. – disse Bob mordendo seu lanche cheio de queijo, mordendo uma batata logo em seguida.
   - Também acho. – disse William
   - Isso é ótimo! Deixa o desafio mais emocionante ainda. Aceita minha proposta Peter? Basta que você passe a ser amigo dela.
  - Posso até acertar Charles, mas não entendo. O que quer com isso?
  Charles levantou seu olhar para Chris, a olhava como Chris olhava o pássaro, admirada, pois é, ele estava mias que admirado. Charles estava apaixonado.  Não disse nada aos amigos, onde já se viu Charles Parker Beckman se apaixonando? Então, ele ficou meio sem jeito até que disse aos amigos:
   - Tô a fim de pegar a gata ué. Ela é diferente das outras...

  No mesmo instante,  Tereza e Jennie entraram no refeitório, Tereza pegou uma maçã, para preservar seu corpo magro e sua pele rosada, já Jennie atacou os sanduíches de queijo e baicon, um Swee e uma barra de chocolate.
     - Oi Chris! – disse Tereza sentando ao lado da amiga.
    - Oi terê.
    - Voltamos! – disse alegremente Jennie, prestes a devorar seu lanche.  Christine sorriu e deu a última mordida em seu sanduíche.
    - Vocês falaram com suas mães sobre irmos no show do Green Peace The K4, sábado que vem? – Jennie perguntou.
    - Bem lembrando Jennie, eu falei com meu pai, e... Ele deixou!!!
    - Sério terê? Que incrível! – exclamou a gordinha – E você Chris, vai poder ir?
    - Não sei meninas. Na verdade vou poder ir porque meus pais estão viajando e só fiquei com a Jullie. Mas, não quero ir.
   Jullie era a babá de Chris desde que ela era apenas uma garotinha de três anos. Quando Jullie chegou da Espanha com seu filho Ricardo, três anos mais velho que Chris, ela precisava de um trabalho e logo achou a residência da família Mengallyie.

 CONTINUA...